E aí estão as fotos do Arnaldo, representante carioca, na conVnVenção Veridiana do Sorteio dos livros do Riq, post aqui. Hã hã é uma honra ter fotos do Arnaldo aqui neste bloguito.
A melhor notícia das últimas semanas foi a de que finalmente, em agosto lançarão edital para licitação do trem-bala Rio Sampa.
O trajeto que será feito em 1h25min, a 360 km por hora sairá do Rio, da estação da Leopoldina com paradas: no Galeão; entre Barra Mansa e Volta Redonda; São José dos Campos; Guarulhos; São Paulo/Campo de Marte; Campinas/Viracopos e Campinas/Centro. Outras possíveis paradas, Aparecida e Jundiaí. O bilhete custará $60,00 ou R$114,00. O projeto deverá estar concluído para a Copa de 2014 facilitando os deslocamentos.
Eu que já adoro um trem, já me vi pegando o trem de manhã pra almoçar em Sampa.
E outra boa será os paulistinhas virem à praia no Rio e voltarem pra casa no final do dia, sem enfrentar fila de check in
E já começo a pensar na extensão até Porto Alegre e outra pra Beagá
Há 15 dias, a Lea Dorfesteve no Rio para um casamento e nos encontramos, Constance também, no Aquim para um chocolate. Foi tudo muito corrido, talvez não mais que 20min, mas comentando sobre o casamento, ela disse que os doces seriam da tia, a Fifi e prometeu que deixaria um pratinho dos chocolates para provarmos, já que somos chocólatras assumidas
Na última 5a feira quando cheguei em casa, tive uma gratíssima supresa, havia uma caixa enorme de docinhos e chocolates da Fifi, que a querida Lea despachou pelo correio. Chegaram intactos, pois a caixa tem separações individuais e são ligeiramente cobertos por plástico bolha.
Quando abri a caixa fiquei literalmente encantada com a delicadeza de cada docinho e chocolate, miniaturas tão perfeitas que demonstra que a Fifi mais que uma doceira, é uma artesã de pequenas jóias. Olhem só:
Fui girando o prato e tirando fotos para que cada um tivesse o close merecido.
E não são só lindos, são divinos, cada um mais delicioso que o outro. Os chocolates de excelente qualidade derretem na boca. Djilícia total ;)
O Edu Luze a Dé, acabam de voltar dos States, mais precisamente de Miami. E ele como bom inquilino do Condomínio Filigrana não esqueceu de nos preparar um belo post com fotos daquele mar azul bebê, confesso que quando vi as fotos tive vontade de pegar o 1o. vôo rumo aos USA aproveitando o dolar em queda livre.
Este é um resumão dos 2 dias que ficamos em Key West, a última das mais de 1700 Key :
Voo tranquilo ( com exceção de alguns “hermanos” brasileños que viajavam com máscara cirúrgica, talvez imaginando um surto de gripe suína já no avião), chegamos cedinho ( 6:00 hs), pegamos o carro na locadora e zarpamos direto pra Key West.
Café tomado, passada pelo primeiro mall ( Prime Outlet em Florida City) e chegamos a um dos pontos altos da viagem: a US-1, uma maravilha da engenharia com 160 km de estradas e pontes (algumas com 10,93 km. Nós medimos!! rs) onde a natureza é a principal personagem.
A primeira parada foi aleatória ( faça isso aos montes. Você não vai se arrepender!) na pequena Colony City. Lugarzinho bonito e com água esverdeada ( e seus respectivos botes) por todos os lados.
Continuamos a viagem, pela US-1 South, a Overseas Highway ( ô nomezinho bem dado!). A próxima parada foi na Bahia, bixim! Bahia Honda State Park, um parque extremamente bem cuidado e onde fica a melhor praia de todas as Key ( por incrível que pareça, o mar é lindo mas quase não existem praias com areia nas ilhas).
Daí, mais uma puxada e chegamos ao hotel Casa Marina ( da rede Hilton) em Key West. Muito bonito e bem posicionado.
Pela vista do quarto dá pra ter uma noção de como é !
Até registro internacional do pin VnV aconteceu por lá ( taí um bom lugar pruma ConVnVenção internacional, viu síndica/diretora social Majô !)
Aproveitamos pra conhecer a legítima comida cubana do restaurante “zagateado” El Siboney. (Key West fica a somente 90 milhas de Cuba!). É um “sujinho” muito bom e tão barato que poderia se chamar “Muecotó” ! A conta, pra dois e com uma sangria, foi de U$ 30!
Já no outro dia pela manhã, demos uma volta pela ilha ( ~30 minutos) e paramos em downtown pra nos situarmos. Andamos bastante num calor de 30ºC. Perambulamos pela Duval St ( a Oscar Freire de Key West).
Comemos e bebemos onde supostamente o Ernestinho, o Hemingway enchia o “caco”: o bar Sloppy Joe’s e onde todo ano é realizado um concurso bizarro de sósias dele.
Também fomos ao Mel Fisher Treasure Museum onde o wrecker, o Mel, mostra uma boa parte dos tesouros que encontrou em Key West. Antes de mais nada, cabe uma explicação: wreckers são caçadores de tesouros e as Key ( especialmente West), por ter muitos arrecifes, foram os lugares onde os navios afundavam às pencas.
Outro curiosidade é a tal da Conch Republic. Há 37 anos, o governo dos USA fechou a US-1 por motivos de contrabando, drogas e imigrantes ilegais o que impedia a circulação livre da população de Key West.
O prefeito de Key West se rebelou e criou um outro país, a República da Concha com direito a moeda própria e , inclusive, emitem passaportes até hoje ( quer comprar um ?). É claro que a festa durou pouquíssimo tempo, mais precisamente um minuto e logo após, ainda tiveram a cara-de-pau de pedir 1 bilhão de dólares a ONU para ajudar a reconstruir o país! Hilário!
Ainda hoje, se vê um montão de bandeiras da tal república por lá. Sinta a ironia do slogan deles :
A praia do hotel é linda …. de se ver. Mas é ruim demais pra se utilizar, especialmente a água. Muitas algas e com a profundidade do mar aumentando abruptamente. Dizem que é um lugar excelente pra mergulhar ( a Emília gostaria de estar lá!). De qualquer maneira, com uma paisagem como esta a beleza suplanta qualquer coisa !
Corremos pra chegar a tempo de observar o por-do-sol na Mallory Square, que é um acontecimento/celebração na cidade. Todo mundo vai até a praça, fica observando a apresentação de artistas, aprecia o belíssimo sol se pondo e bate palmas. Tem que bater mesmo ! ( Ele ainda perde pro da Casapueblo em Punta, viu Sylvia. Também com o próprio Vilaró declamando, é covardia!)
Zarpamos cedo, no outro dia, pois na verdade a rodovia, a US-1, agora North é uma verdadeira viagem dentro da viagem. Só tomem cuidado com os monstros que aparecem ao longo dela, como esta lagosta gigante.
E, mais uma vez, ficamos maravilhados com a estrada e com a confirmação que ela, finalmente, é a estrela principal da viagem.
Desculpem não ter postado nada na última semana, mas a culpa é que ainda não fizeram o dia ter mais de 24 horas , pois para cumprir as atividades atuais seria preciso que o dia tivesse ao menos 48horas. Ao trabalho e lerês, somam-se pilhas de e-mails recebidos diariamente, livros, o jornal que é lido na diagonal, blog, os blogs dos amigos para visitar, pilhas de twitter, eventos sociais, yoga, cursos e ainda temos que dormir Fora isso tudo, vocês hão de concordar que somos massacrados por uma quantidade avassaladora de informações que precisamos digerir e de longe não conseguimos absorver. Bom, mas isso tudo renderia um post. Então vamos lá ao post de hoje.
Fechando a conVnVenção nacional no Rio, no domingo teríamos um almoço que São Pedro jogou por terra, pois foi impossível segurar gauchos e paulistas com aquele lindo dia de sol que Pedrão mandou muito bem, em outro lugar que não fosse a praia, claro foi a opção da Emília e Flávia, Riq e Nick , Carla2, Sylvia e Mario antes de embarcarem para seus destinos. Ainda mais, que nossa noite na Lapa tinha se esticado até 4 da matina do domingo. O post do ziriguidum está aqui.
Fui encontrar Sylvia e Mario para um café no Leblon, mais precisamente no Talho Capixaba que era pertíssimo do hotel onde eles estavam hospedados, o Palladium na rua Gal. Artigas. Cheguei no Talho, eles já estavam aboletados em mesa na calçada. Pedimos essas 3 bruschettas aí de baixo, brie com damasco, queijo gruyère e outra que não lembro e fechando expresso.
Enquanto papeávamos sobre o vôo de asa delta da véspera que tinha me deixado totalmente zen e à Sylvia em total estado de graça, o Mario, ainda incrédulo com a aventura e impressionado com nossas fisionomias endorfinadamente felizes, e eis mais uma coincidência, Riq e Nick passam por ali oiiiiiiiiii e sentam para um papinho sobre assuntos da bóia. Não foi tricô não, hem Rapidinho, pois dali a pouco estariam partindo pra Sampa, lerês do Riq. Como Sylvia e Mario queriam visitar o Forte de Copacabana, fui levá-los. Acreditem, moro aqui no Rio e ainda não tinha ido ao Forte Com aquela tarde linda que prenunciava um final mais bonito ainda, desfrutamos de um cenário magnífico conjugado com um silêncio que parecia tinha sido preparado para nós.
Carlos Drummond de Andrade tinha mesmo que se inspirar para suas poesias com este cenário.
O casal gracinha, Sylvia e Mario, emoldurado pelo Pão de Açucar e o mar de Copa.
Esse 4 meninos se divertiam de forma saudável, mas não sabiam que me remetiam à uma pintura.
Ali na beirada com este belíssimo visu estão mesas de uma filial da Colombo, o Café do Forte. Sylvia lembrou bem que o Riq ficaria feliz em saber que substituiram as cadeiras e mesas de plástico, por madeira.
A roda gigante que deve ter uma vista liiiiinda, mas não subimos porque a visita foi rapidinha.
Foto do super Mario.
Foto da Sylvia ou seria do Mario
E, dali seguimos para o Leblon, onde deixei os dois na praia, em frente à Bartolomeu Mitre, de cara para os Dois Irmãos para assistirem ao por do sol, na paz :)
Entrada para o Forte de Copacabana: R$4,00 inteira e R$2,00 meia.
Endereço: Pça. Eugênio Franco nº 1 Posto 6 Copacabana-RJ
Café do Forte: funcionamento de 3a. a domingo de 10:00 às 20:00h – tel: 3201 4049
O blog do Arnaldo, Fatos e Fotostem um post excelente sobre o Forte de Copacabanaaqui.
Obrigada a todos que participaram deste encontro em suas várias etapas e, acho deixou em todos as melhores lembranças, pelo menos em mim deixou Mais fotos no blog do Riq aqui.
No Palladium, o encontro com Sylvia, Mario, Riq, Nick , Emília,Alice e Arnaldo, anfitriões impecáveis e incansáveis. E lá saímos nós na van do tio Arnaldo para buscar a Cristina, rumo à Lapa.
Foto tremida porque a van balançava, mas o astral seguramente feliz, dá pra ver pelas carinhas da Sylvia e do Nick.
Chegando no Lapa 40º, a animação começava na calçada, o samba era contagiante.
Arnaldo trouxe nada mais nada menos que o Carlinhos de Jesusin persona para nos receber, por sinal uma simpatia !!
Em seguida, recebemos pulseirinha dourada que nos alçou à categoria VIP VIP. A casa lotada e samba da melhor qualidade, passamos pela sinuca no 2o. andar, até chegarmos ao mega camarote no 3o andar. Localização excepcional. Tratados como reis pelo Arnaldo.
Assistíamos no salão embaixo, a aula de dança do Carlinhos de Jesus.
Pelo vídeo dá pra sentir o ritmo que embala e sambávamos sem parar Mais fotos no post do Riq aqui.
Eis que chega Flávia direto da feijoada da Portela e dali a pouco começou o show com ótima banda
Alice e Cristina deram show de samba no pé. Foram chegando CarlaZ com namo, Marilia Marconi idem com namo, Carla2 e Carla, e um pouco depois a Paula* e o Fred, todos recebidos pelo Arnaldo, incansável.
Daqui a pouco, em camarote ao nosso lado foi a vez do Carlinhos de Jesus dar um show privé, olhem o vídeo.
A banda passeia por vários ritmos, samba, forró, frevo, tango,disco music, etc.
E quando ela cantou I will survive foi todo mundo ao delírio.
A foto ficou prejudicada pela luz de uma lâmpada, todos esfuziantes de tanto dançar.
Depois do show, um papo com Carlinhos de Jesus.
Saímos, a casa estava lotadézima. Quem quiser aproveitar deve chegar cedo, às 21:00h a tempo de pegar a aula e a casa ainda cheia, sem estar transbordando.
Foto surrupiada do post do Riq sobre a conVNVenção.
Na saída em direção à van, reparem o xale egípcio da Cristina.
Arnaldo e Alice nos proporcionaram uma noite fantástica, autênticamente carioca com todas as mordomias possíveis. Saímos de alma lavada. Uma salva de palmas para o casal , clap, clap, clap
Para resumir, o motorista da van papeando disse que nunca tinha levado um grupo tão feliz e ficou perplexo quando eu disse que nos conhecemos pela internet
No sábado de manhã, pulamos da cama pra seguir a programação de nossa mega conVNVenção nacional, o asa-delta-tour na praia do Pepino, em São Conrado, tão sonhado e anunciado pela Sylvia desde agosto. Telefonei para ela que já estava tomando café com o Mario. Liguei para Paula* prontinha pra sair com Fred, Gabi, Malu e buscar a CarlaZ. Só que São Pedro pra criar suspense deixou o tempo cinza neca de sol , tempo nublado e o mar com ressaca.
Logo depois de ter estacionado o carro perto do ponto de encontro dos asadélticos, o quiosque no final da praia do Pepino, me aproximei de um piloto, o Paulão que desmontava sua asa delta e fiz perguntas sobre as condições do tempo, se ele achava que dava pra voar, preço etc. e ele disse que apesar do tempo feio, o vento estava bom para vôo. Uns dias antes, tinha feito contato por telefone com outro piloto, o Ronaldo e os preços eram iguais R$180,00, com fotos mais R$40,00 e video R$80,00. Antes de mais nada teríamos que nos inscrever como alunas da Associação de vôo Livre no Rio de Janeiro e pagar uma taxa de R$10,00. Os pilotos de vôo duplo têm que ser associados à AVBL.
Riq, Nick, Sylvia e Mario chegaram em seguida e começamos a observar os pousos das asas na praia, alguns mais elegantes que outros. Conversa daqui, conversa dali, eu achava que faltava o sol que dá aquela cor azul linda ao mar e o verde às montanhas e faz tudo brilhar, o Riq concordou, mas a Sylvia foi irredutível, depois de tanto preparo psicológico tinha que ser hoje ! Eis que chegaram Paula*,Fred e as 2 princesinhas Gabi e Malu.
Gatinhas lindas Gabi e Malu, ala teen VNV.
Mãe e filha lindas, chaveirinho da Paula *, a filhota Malu.
E não é que durante esse tempo regado à água de coco, São Pedro ouviu as preces da Sylvia e começou a limpar as nuvens e o sol saiu ? Ela foi rapidinho à casa verde da Associação que fica ali perto e se inscreveu. Apesar de ainda negociar a forma de pagamento com o Ricardo, da equipe do Paulão, me inscrevi também e lá fomos nós no carro dele pra rampa na Pedra Bonita, isso já devia ser 1 da tarde.
Ó nós aí prontinhas pra subir – foto do Mario
Só nós duas subimos, a galera do apoio psi não quis subir, ficou no calçadão mesmo pra assistir o vôo e o pouso e tirar fotos. Subimos uma longa estrada íngreme e o carro do Paulão atrás com as asas deltas. Chegando na entrada para a rampa, onde há um portão, os pilotos recebem uma senha para entrar, havia uns 4 carros entalados um para descer e outros para subir. Resolvemos sair do carro e subir a pé uma escadaria imeeensa rumo à rampa. Lá fomos as 2 e as equipes dos pilotos carregando as asas imensas nos ombros, desviando de nós duas. Deixei a câmera com o Mario e por isto não há fotos deste percurso no meio da mata. Muita adrenalina e Sylvia me convencendo que esta turma lá embaixo valia o nosso vôo. À essa altura, como não aceitaram pagamento em 2 vêzes, desfiz o negócio. Finalmente, chegamos lá em cima, da rampa a vista é de tirar o fôlego de tão linda.
Foto da câmera intalada na asa em que voei dá uma idéia do visu lá de cima.
As asas ficam enfileiradas para decolagem e só depois de autorizada a decolagem, saem em intervalo a cada 3 minutos. Cada piloto só pode voar 6 vêzes por dia. Tinha muita gente esperando para voar, alguns estrangeiros e os pilotos fazendo ensaio da largada com seus alunos, em pequenas corridinhas.
A Sylvia recebendo instruções do Paulão sobre a posição em que se fica durante o vôo.
Várias pessoas decolaram neste intervalo e admirávamos as asas voando lindamente, tendo como fundo aquele céu já azulzão. Finalmente, Ricardo e eu acertamos as condições de pagamento e imediatamente ele me colocou o coletão, capacete e tiras que amarram as pernas a0 c0lete. Repetiam sem parar que não se pode parar de correr na hora da largada para voar e estar de olhos abertos. Sylvia e eu já vestidas com nossos coletões e capacetes, concentradíssimas, andávamos pra lá e pra cá e eis que o Ricardo me chama pra me colocar junto a ele na asa com meu braço no ombro dele e a mão esquerda segurando uma alça que sai do colete dele pra decolar em seguida. Na beirada da rampa eu só ouvia a Sylvia gritar, vai Majôzinha, vai Majôzinha ! Em fração de segundos, corríamos pela rampa, e ao meu lado um rapaz que segue junto gritando corre, corre, corre, e lá fomos nós dois correndo sem parar para pegar impulso, quando saí da rampa, ai meu Deus ! mas, em seguida plana-se e VOA-SE LINDAMENTE como um pássaro, com o visual deslumbrante de montanhas, mar, os Dois Irmãos de ângulos só possíveis com a mobilidade da asa, à esquerda a Lagoa, no fundo o Corcovado, Pão de Açucar, Niteroi, sem limites. Como disse a Marília Marconi em comentário no outro post, ” vimos o Rio do mesmo nível que o Cristo Redentor “.
Foto surrupiada do Riq
Vôo da Sylvia
Reparem o visu deslumbrante
foto do Mario – chegada apoteótica.
foto do Mario -uma pessoa da equipe fica na areia para o apoio pós-aterrissagem.
foto do Riq
Aterrissagem segura e tranquila com saudação da galera VNV. Mario filmou tudo e Riq clicou sem parar. Fotos nesse post aqui.
foto do Riq
Em seguida Sylvia pousou e partimos pro abraço, êeeeeee sonhos realizados !!!!
Essa turma topa tudo.
Este filme foi feito pelo super Mario que com olhos de lince conseguiu filmar o vôo desde láaaaa de cima, onde ninguém suspeitava quem voava , mas ele craque sabia