Na 2a feira, amanheceu um dia lindo de sol e céu azul sem nuvens, liguei pra Sylvia era o último dia deles no Rio. Ela me disse pra fechar o Rio eu queria pegar a Niemeyer. Foi o que fizemos, na hora do almoço peguei a Sylvia e o Mario, e fomos felizes costeando a Niemeyer que pra mim é dos programas mais bacanas, em dia de sol bonito no Rio. Desde Ipanema, pegar esse caminho pra Barra era dos meus programas favoritos em dias lindos e frescos. Céu azul sem nuvens, vento batendo na cara, seguimos admirando o mar batendo nas pedras, a avenida é cravada na encosta do Dois Irmãos, o mar logo ali embaixo. Em dia de ressaca, as ondas ainda espirram em quem se aproxima um pouco mais. Passamos pelo Sheraton, o Vidigal e de novo aquele visu lindo do mar e as ilhas Cagarras, depois chegando em São Conrado, marzão e os surfistas. Passamos pela Rocinha, eles viram a verticalização de uma favela que virou um bairro. No largo de São Conrado, decidimos subir a estrada do Alto da Boa Vista, onde atravessamos mata de um lado e outro, árvores imeeensas, puro oxigênio. Cruzamos com vários jeeps de turistas. Fomos até um pouco acima do mirante e descemos, pegamos a antiga estrada do Joá, sinuosa que tem lá no alto uma vista linda. Não sei como alguém não se interessa por fazer um restaurante bacana lá em cima com aquele visu, aliás Já houve bons restaurantes ali no passado. Um desperdício. Descemos, entramos na estrada do Itanhangá e viramos para Barra para que conhecessem um pouco do bairro que está explodindo de prédios comerciais bacanas e condomínios sofisticados com alta tecnologia. Pena que não deu tempo para explorar mais esticando até a praia da Reserva, Recreio e Grumari, fica pra próxima. Na volta, circulamos um pouco pelas ruas do Jardim Oceânico com prédios baixinhos e varandas enooormes, muuito arborizado, com passarinhos e miquinhos, um Leblon da década de 70.
Seguimos pelo viaduto do Joá, de cara para Joatinga que tem casas encarapitadas no morro que chamam de Zanine pela quantidade de casas do arquiteto, lindas em madeira e vidro. O visu lá de cima é qualquer coisa. Passando pelo viaduto do Joá que passa literalmente em cima das pedras e do mar, é difícil dirigir olhando pra frente, overdose de visu, mar mar mar, magnetizante!! Fui bem devagarzinho a uns 30 km pro Mario tirar umas fotos, imagino o que me xingaram atrás. A Sylvia logo disse, já imaginou que bárbaro um trem passando por aqui costeando as montanhas por cima do mar ? Uau belíssima idéia a ser aproveitada pelos nossos governantes. Por que não trazem os trens japoneses ? E mais, por que não tiram do papel o projeto de veículo leve sobre trilhos, na Av. das Américas até o Recreio, levitando em plano mais alto com vista para montanhas e mar, uau . E claro, o metrô linha 4.
Chegamos a São Conrado e estacionamos junto á Praia do Pepino onde ficamos admirando o pessoal voando de asa delta e parapente.


O cenário é tão belo que sem palavras, ficamos por um bom tempo curtindo a evolução das asas deltas, o mar, a montanha, enfim aquilo que a natureza nos dá de graça.

Assistimos ao pouso de vários vôos duplos de asa delta, e claaaro ficamos combinadíssimas de pular da Pedra Bonita em breve !!



Vocês não conhecem, mas encontramos este casal gracinha queimadão, carioca total, com quem sentamos para tomar uma água de coco.
A vontade claaaro era ficar ali a tarde inteeeira curtindo a praia, as asas deltas, a paisagem. Mas, o relógio gongou chamando de volta à realidade, trabalho
Saimos de lá reenergizados com esse programa natureba bem carioca ![]()















































































































































































