O Rio recebe o casal J.R.

No último fim de semana, o Rio recebeu nada mais, nada menos que J.R. e sua doce Rejane.  Ele ganhou a viagem do Nilo como prêmio, merecidíssimo por sinal, e entre 3 cidades escolheu o Rio de Janeiro.  J.R.  é uma figura queridíssima  de todos os que já passaram pela Pousada do Toque. Risonho, bom papo, generoso, distribui gentilezas mesmo que você não peça e sabe de cor os nomes e as  preferências de cada hóspede. Acho J.R. uma das figuras humanas mais encantadoras do planeta Terra.

Então,  recebê-lo no Rio para passear, como Nilo pediu  foi um prazer. No telefone, quando você pergunta ‘ Tudo bem J.R. ? ‘ A resposta imediata ‘ melhor agora, minha linda ‘ com aquele jeitinho de falar musicado que deixa qualquer um zen só de ouvir 😉

No sábado de manhã fomos buscá-lo no hotel, o Atlântica, em Copacabana, esquina de Siqueira Campos com Tonelero, pertíssimo da boca do metrô. Ele e Rejane, uma simpatia e tão doce como o marido, digamos que formam um casal beija flor. Seguimos pelo Corte de Cantagalo e saimos na Lagoa Rodrigo de Freitas  que considero uma joinha do Rio. Lá,  demos uma parada na orla para fotos. O Cristo lá em cima e eles encantados com tudo !!

Dali fomos para Ipanema, onde paramos outra vez para caminhar.

 Os Dois Irmãos ao fundo.

Rejane, Bia e Jota.

 Sairam sabendo direitinho onde começa o Leblon e onde termina Ipanema,  no Jardim de Alah.

Dali fomos para o Cristo Redentor  tão esperado. O dia não podia estar mais bonito com céu azulão.  Caminhando pela R. Cosme Velho passamos pela Bica da Rainha.

Chegando à estação do trem do Corcovado, paramos para tirar uma foto junto à estátua do eng. João Teixeira Soares que construiu a  estrada de ferro do Corcovado, a 1a em plano inclinado. Foi o responsável pela estratégia brasileira da malha ferroviária  e pela construção de 1/3 de  nossas ferrovias, lamentavelmente abandonadas. Por exemplo, se quiser conhecer a Ferrovia do Contestado, leia aqui.  Um brasileiro de quem  podemos nos orgulhar  🙂

A fila para compra de ingressos do trem do Corcovado era beeem grande, mas andou rápido.  O bilhete tem hora marcada, os trens saem em intervalos de meia hora. São 360 lugares, mas como a procura era muito grande, nosso bilhete foi para o trem de 13:40h, esperamos mais ou menos 1 hora. Para quem vai fazer este passeio, sugiro que separe um dia para o Cristo. 

Ficamos por ali, olhando antigos vagões em exposição, sendo que um deles foi aproveitado com mesinhas e bancos, como o da foto.

              Não preciso dizer que o J.R. fez amizade com pelo menos umas 200 pessoas aqui no Rio 😉

O Rei da caipirinha fez questão de tirar uma foto ao lado deste balcão de caipirinhas. Quem tomou a caipirinha do J.R. sabe do que estou falando 😉

Bia que estava de olho na fila de embarque, nos chamou pois havia alguns lugares sobrando no trem anterior, puft entramos.

                                                        

 A estrada de ferro atravessa a mata Atlântica, portanto uma maravilha para os olhos e saber que nossos pulmões ainda são abastecidos com CO2 puro no meio da cidade 😉

 À medida que subíamos, de vez em quando um clarão e começávamos a ter o visu da cidade.

 Mas, só lá em cima tivemos a visão do conjunto da obra do Criador.

Hoje em dia está uma sopa subir até o Cristo, pois há elevador e escadas rolantes. Antigamene subia-se uma escadaria imeeensa  que foi a opção do J.R. que não se conteve em subir já admirando a vista deslumbrante. Somos recebidos pelo Cristo Majestoso.

 

A capela embaixo da estátua, onde o Papa rezou a Missa.

E, lá em cima o visu é tal que  só dava ÓOOOOOOOOOOs de nós todos. Algumas fotos que são uma  overdose de visus.

 

A Lagoa Rodrigo de Freitas, Joquei Clube, praias de Ipanema e Leblon. As ilhas Cagarras lá no fundo.

   

Pão de Açucar, Baia de Guanabara,  ao longe Niteroi. Urca aos pés do Pão de Açucar e Botafogo, no canto à esquerda.

Dois Irmãos,  Pedra da Gávea e entre  os dois,  São Conrado. À esquerda, parte do Leblon, Gávea e Jardim Botânico.

 O Maracanã, paixão do J.R. Ele quis tirar uma foto com o rosto grudado no Maraca.

 

Outra do ladinho da Baía de Guanabara, e aí o Cristo disse amén, pois a iluminação no rosto dele saiu perfeita, concordam ? 😉 

Ficamos muito tempo lá em cima admirando este visu deslumbrante 360graus, mas a fome apertou. Claaaaro que J.R. saiu do Rio carioquíssimo honorário 😉

 Deixo aqui links de alguns hotéis e hostels em Ipanema :

Hotéis em Ipanema :

 

Yaya hotel    barato –  indicação do Riq no VnV.

 

Hotel Vermont   bem localizado na R.Visconde de Pirajá, 3a paralela depois da praia. Foi reformado recentemente.

 

Hotel Ipanema Inn   Barato com ótima localização, no quarteirão da praia, ao lado do Ceasar Park.

 

Hostel Mangotree    fica no 2o quarteirão depois da praia.

 

O hostel Chez Lagarto   fica no 2o quarteirão depois da praia, em ótima localização, entre o Jardim de Alah e o Bar 20.

 

No Leblon:

 

Hostel Lemon Spirit    No 2o quarteirão depois da praia, esquina de R. Cupertino Durão com R. S. Martin.

 

 Mercure no Leblon.  Muito bem localizado,  no 2o quarteirão depois da praia, na R. João Lira.

 

Flats da Promenade: Claridge, Palladium, Leblon Inn

Os 3 ficam próximos  no 2o ou 3o quarteirões depois da praia. O  Claridge  na esq. da Dias Ferreira. O Leblon Inn, na Dias Ferreira e o Palladium, o mais novo, na R. Gal. Artigas.

 

Outro flat, o Ritz  Fica róximo aos 3 anteriores, no 3o quarteirão depois da praia. Em frente ao Garcia e Rodrigues.

 

 Sobre praias:

Entre Ipanema  e Leblon, Ipanema é melhor praia que Leblon, a  partir da R. Henrique Dumont, leia-se Bar  20. 

Em frente à Aníbal de Mendonça ou Garcia D’Ávila galera  bonita. Em frente à Vinicius,  fauna e flora do Rio de Janeiro.

A melhor praia do Rio é a da Barra, mais vazia e ótimo mar, especialmente em frente à Reserva. Grumari é linda e pode ser arrematada com almoço no Quinta, em Vargem Grande.

 

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Recebendo Renata

Continuando a série de posts sobre nossa estadia em Paris, o anterior foi este aqui. Na 4a feira, tomamos café e fomos receber a Renata, como contei em post anterior, uma amiga de infância do Leblon. Crescemos juntas, éramos vizinhas e amigas inseparáveis nas brincadeiras de calçada (quando as crianças ainda podiam brincar em calçadas) e nos banhos de mar. Ela voltou com a família para a Alemanha aos 18 anos, mas depois disso esteve no Brasil inúmeras vêzes, a passeio. Estive em casa dela, em Munich, por 15 dias  na minha 2a viagem à Europa e dali fizemos vários passeios por cidades vizinhas, incluindo Baden Baden, uma cidade gracinha, onde os pais dela  moravam.  Há muitos anos não nos víamos, e indo à Paris liguei para ela e combinamos que ela viria nos encontrar. Amigo/as de infância  nos remetem à meigas imagens que ficam em nossa tela mental para sempre,  como  também são amizades para vida toda.

Fomos à pé, até a estação Port Royal, pois ela chegaria de avião no Charles de Gaulle e pegaria o RER até Port Royal que ficava há umas 3 quadras do hotel. Isto é que é cidade civilizada, descer no aeroporto e dali para o metrô até o centro da cidade, no stress. Devaneio: será que um dia chegamos lá ? Ela chegou com uma sacola de mão que eu fiquei assim ó, mínima para passar 2 dias conosco no mesmo hotel.  E, diga-se de passagem estava sempre bem vestida.  Abraços e beijos saudosos e voltamos à  pé, passando antes no mercado para comprinhas de água, yogurt, frutas, vinho e uma bandeja de aperitivos já prontinhos para o consumo.

Depois do check in e instalada no hotel decidimos ir ao Sena passear.

Nos embrenhamos pelas ruas da Île de St. Louis. Olha a Renata lá na frente. A île de St. Louis é puro charme, se você for à Paris não deixe de caminhar por lá 😉

E voltamos ao Le Flore de L’ille, na île de St. Louis, onde tínhamos tomado o sorvete Bertillon, desta vez  para almoçar. A comida  boa, impossível comer mal em Paris, e para fechar, claro um sorvete Berthillon. Como este restaurante fica às margens do Sena é um programa delícia ficar por lá batendo papo colocando a conversa em dia. Imaginem, a filha dela é pilota na Alemanha, e linda !

Saindo meio a contragosto,  fomos  percorrendo o lado de fora da Notre Dame que é um projeto arquitetônico belíssimo.

A porta central –  Portal do Julgamento

Pelo que li, a torre construida era tão alta que devido aos ventos foi preciso introduzirem os arcobotantes para dar equilibrio.

A lateral.

Estas fotos todas são minhas, como já disse em post anterior, a câmera foi comprada dias antes,  portanto ainda não dominava seus recursos e comandos.

Nosso jantar foi onde ? No Le Petit Zinc, o preferido dos meu webvizinho Renato. Fomos e voltamos de metrô, olha que civilizado, e voilà saimos na  esquina com a Igreja de Saint Germain.  Sentamos na parte de dentro,  o ambiente era informal, mas elegante com velas, agradável e serviço perfeito. A comida como sempre muito boa.

Na 5a feira, o programa começou cedo com a visita ao querido Museu D’Orsay que foi o post anterior. Passamos horas por lá. Na saída, comprei agendas para a família, já do ano seguinte, marcadores de livro e 1 livro do Museu que dei de presente à Renata e recebi um lindo também.

De lá resolvemos ir à Gallerie Lafayette que é uma perdição feminina, mas pegamos o ônibus da linha errada que foi, foi foi demos uma volta enooorme e conhecemos os arredores de Paris.  São prédios padrão, sem dúvida o Centro Histórico faz toda a diferença.  Saltamos no ponto final e pegamos outro ônibus até o hotel, pois dali Renata  iria fazer o check out e rumo ao aeroporto. Com sua sacola de mão levamos Renata até à estação Port Royal, onde pegou metrô-RER até o Charles de Gaulle, simples assim 😉

Mais tarde, fui à Gare Montparnasse de metrô para comprar os bilhetes Thalys para Bruxelas, pois no dia seguinte iríamos a Diest. Chegando lá, nenhum problema, só tinham 2 pessoas na minha frente – alô pessoal do VNV que fica na dúvida se vai ser difícil comprar lá – comprei os bilhetes com cartão de crédito, com desconto sugerido pela funcionária e voilà, saí com as passagens na mão para no dia seguinte cedo sairmos para Bruxelas.

 

A serie de posts da viagem de 12 dias a Paris:

13 dias flanando em Paris com uma chegadinha a Diest

2a. feira indo ao Marais e a Place des Vosges

Conhecendo Annick Goutal, agradecendo a N.S. da Medalha Milagrosa e dando uma passadinha na Grande Epicerie de Paris

Revisitando o Museu d’Orsay

Indo a Diest em missao de familia

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O guia de viagens genial

Acabou de sair do forno, o livro de Ricardo Freire  100 dicas para viajar melhor . Um guia genial, onde Riq, como é chamado em seu blog, dá dicas  para qualquer pessoa que queira viajar.  Como ele mesmo diz no livro  ‘Idéias para antes, durante e depois de sua viagem’ .

Para quem entrou aqui pelo google, Ricardo Freire, foi publicitário por 22 anos, criador do  “não é nenhuma Brastemp” . Acabou deixando tudo para virar turista profissional como se auto entitula. Autor do guia Viaje na Viagem, do Freire’s, um guia de praias no Brasil, colaborador da Viagem & Turismo e colunista do Estadão.

Acredito que seja a pessoa que mais entende de viagens no Brasil. Há muitos anos, é o maior blogueiro desse país, teve vários blogs, o Zip Net, o Viaje na Viagem , atualmente está no Viaje Aqui sempre  com uma legião de seguidores, todos VNV addicted.  E é das pessoas mais divertidas que conheço, rimos muito em seu blog.

Compartilha sempre  no blog de forma generosa dando suas dicas preciosas, incentivando a todos a botar o pé na estrada, ajudando em roteiros, dicas de como viajar de forma mais econômica, o que é roubada, enfim dá o caminho das pedras para todos. Em Nordeste ele é uma autoridade. Agora está morando 3meses na Europa de onde bloga diariamente.

 Ele socializou de forma genial suas dicas e experiências neste livro recém lançado,  pois o preço é acessível a qualquer um, R$12,50. Ótimo para comprar e distribuir entre a família e amigos.

Como ele mesmo diz no livro, já se acostumou a ser um personal viajandão e vou adiantar alguns itens do livro:

Para onde devo ir enquanto o real estiver valendo muito ?

O que é mais conveniente: trem, avião ou carro ?

O que levar em conta ao montar a viagem.

Qual é a graça de viajar sozinho ? 

Como evitar o excesso de bagagem no retorno ?

Quais são os destinos mais em conta no Brasil e no exterior ?

Os programas de milhagem continuam vantajosos ?

O que é melhor: viajar fazendo um pacote, em excursão ou conta própria ?

Inclui também uma dica da Sylvia de como escolher restaurante na Itália. 😉

Bem, o resto você mata a curiosidade comprando o livro que é uma delícia de ler. Está à venda na Livraria Siciliano ou pela Siciliano.com onde está em promoção por R$9,90, uma barbada 😉 Pelo que vi no site eles enviam para o exterior.

 

 

Este blog decolou com o incentivo deste cara  genial que tem o maior desprendimento e generosidade. Fora que é um agregador de amigos, portanto no blog dele já há uma turma de blogueiros que se reune  para falar de viagens,  da mesma forma que há a turma que curte Harley Davidson. E como eu disse no post O ano em que nos tornamos blogueiros,  devemos a ele, o pai de todos, a nos arvorarmos nesta experiência que tem sido um oásis onde refrescamos nossas cabecinhas.

O Rodrigo e a já agradeceram em seus blogs, mas peço licença para falar não só em meu nome, mas como de todos,  como nos sentimos orgulhosos em ter nossos blogs citados no   100 dicas para viajar melhor . Valeu guru !! Smack nas duas bochechas !

Quem quiser acrescentar qualquer palavrinha, eu subo aqui com o mó prazer, como diz a Mô 😉

Com a palavra o :
Sobre o Riq, acrescento e repito o que eu disse no meu primeiro comentário que fiz lá no VnV: “Riq, você é um cara muito especial”. E quanto mais eu o conheço através da leitura dos textos dele, mais certeza eu tenho do que eu disse. Só não vou encher muito a bola dele por aqui, senão ele vai ficar muito “integral”

Revisitando o Museu d’Orsay

Romains de la décadenseThomas Couture – 4,72m x 7,72m – tela grandiosa !

O Museu d’Orsay foi instalado numa antiga estação de  trem, sim isso mesmo,  e parece que foram feitos um para o outro. 😉 Pelas fotos você pode ver que o projeto de adaptação fez com que se  transformasse num museu bacanérrimo que abriga obras a partir da 2a metade do século XIX.  O teto original em vidro permite que a luz natural se espalhe pelo ambiente daquele grande galpão com pé direito imenso. Agradabilíssimo ir contornando as esculturas para apreciá-lhas melhor. Não é um museu grande, mas pode-se levar várias horas prazeirosas  admirando Renoir, Monet, Manet, Van Gogh, as bailarinas de Degas, Cézanne,  Sisley, e outros pintores impressionistas para os quais rendo modesta homenagem deixando mais abaixo fotos de algumas obras que consegui fotografar.

A decisão de instalar o museu na estação foi tomada em 1977 e em 1986 foi inaugurado  pelo presidente François Mitterrand. Trata-se portanto de um museu novo, mas é o 3o mais visitado depois do Louvre e Versailles.  Se você quiser ler um pouco mais sobre a história do Museu d’Orsay clique  aqui ou aqui. No acervo estão: pinturas, esculturas, incluindo obras de Rodin, fotografias , artes gráficas , móveis. O acervo de impressionistas que estava no Museu Jeu de Pommes foi transferido para o Museu d’Orsay.

O relógio antigo da estação continua lá.

Há uma legião enorme de fãs e admiradores do Museu d’Orsay, e eu sou uma delas. 😉

As digitais hoje em dia têm modo para fotos em museus, por isto lá vão algumas dos quadros impressionistas ao  vivo e a cores para matar a saudade de quem já conhece, e aguçar a vontade de quem ainda não conhece. Lá,  esqueço da vida  e me emociono cada vez que estou tête a tête com essas telas.

Le bal du Moulin de la Galette, uma das obras primas de  Renoir. “Dá vontade de entrar nesta tela ” é uma definição perfeita.

Outra tela de Renoir, La Balançoire ou The Swing

Nynphéas Bleus de  Claude Monet

Claude Monet

Danse a la Ville, 1883 – Pierre-Auguste Renoir – comentário sobre a obra, aqui(fr) ou aqui

La Méridienne ou La Siesta, 1889-1990 – Vincent Van Gogh – comentários sobre a tela aqui (à esquerda há possibilidades de trocar o idioma)

Dr. Paul Gachet, 1890 – Vincent Van Gogh

La table de cuisinePaul Cézanne

L’Age murCamille Claudel – 1902

Napoléon s’éveillant à l’immortalitéFrançois Rude – 1845

La Mère et fille mourante – Rodin – 1908

Esta escultura foi finalmente identificada graças à persistência  do nosso webvizinho Renato que escreveu para o Museu D’Orsay e para o Museo Soumaya na cidade do México. O Museu D’ Orsay finalmente respondeu ao seu e-mail ” Il s’agit d’une sculpture d’Auguste RODIN qui représente Mrs Merrill et sa fille, aussi appelée Mère et fille mourante. La petite fille était déjà
morte, en effet, lorsque Mrs Merrill a commandé le groupe à Rodin pour le placer sur la tombe de l’enfant. Elle date de 1910 et appartient au musée Rodin à Paris. C’est  un bronze qui a finalement été placé sur la tombe
. ”

Héraclès archer ou Hercles killing the birds of lake Stymphalis Emile Antoine Bourchelle

A Porta do Inferno de Auguste Rodin

Penteadeira linda.

Louvre visto do Museu d’ Orsay.

Vista de Paris da varanda do Museu. No alto vêem a Sacre-Coeur.

Esculturas, do lado de fora do museu.

Sempre saimos do Orsay mais ricos do que quando entramos.

Horário de funcionamento:  9:30 às 18:00h diariamente. 5a feira de 9:30 até 21:45h. Fecha às 2as feiras.

Ingresso: 8 euros. Visitantes com idade de 18 a 30 anos: 5,50 euros.

O Museu fica na margem esquerda do Sena. O mapa da localização está aqui.

A serie de posts da viagem de 12 dias a Paris que incluiu a ida a Diest:

13 dias flanando em Paris com uma chegadinha a Diest

2a. feira indo ao Marais e a Place des Vosges

Conhecendo Annick Goutal, agradecendo a N.S. da Medalha Milagrosa e dando uma passadinha na Grande Epicerie de Paris

Revisitando o Museu d’Orsay

Recebendo Renata

Indo a Diest em missao de familia

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Conhecendo Annick Goutal, agradecendo à N.S. da Medalha Milagrosa e dando uma passadinha na Grande Épicerie de Paris.

3a feira de manhã fomos à praça St. Sulpice, caminhando e admirando as vitrines francesas que primam pelo bom gosto.

Tirei fotos de algumas que achei delicadas e femininas.

E, tinha também este gato exibido fazendo graça.

E estes móveis bacanérrimos

Estávamos ali por conta de uma encomenda da  Cláudia, amiga e vizinha desde Leblon e Ipanema,  uma água de colônia da Annick Goutal . Eu não sei se vocês conhecem a Annick Goutal, eu não conhecia. É uma perfumista artesanal da melhor qualidade e uma das lojas dela  é na Praça Saint Sulpice.  Quando entramos,  olfato aguçado já fomos conquistadas pelo aroma do ambiente, suave e delicioso. A vendedora foi nos apresentando às diversas colonias e perfumes todos com muita personalidade, era difícil dizer qual o melhor, e olha que na terra dos perfumes é difícil ter um diferencial 😉 Vocês sabem como é entrar em lojas de perfumes, ficamos absolutamente inebriadas, e a área lógica do cérebro fica completamente anestesiada.  Depois,  ainda fomos apresentadas aos cremes.  O L’eau d’Hadrian era a encomenda da Cláudia, mas acabamos levando umzinho também.  A composição  de frutas cítricas, ylang ylang, baunilha deixa um aroma suave. Djilicia 😉 E também um creme de tratamento para pele que ficou maravilhosa,  e  como a vendedora tinha dito durou mesmo 1 ano, com uso diário. De vez em quando temos que investir em nózinhas né ?  O endereço da loja é Place Saint-Sulpice, 12.

Paramos para comer 2 quiches e depois fomos andando até o Le Petit Zinc para arrematar com expresso e crème brûlée. 24 euros.

O principal programa do dia era a visita à Igreja de N.S. da Medalha Milagrosa, na rue du Bac.

Igreja de N.S. da Medalha Milagrosa, na rue du Bac, 140 é quase imperceptível para quem passa, pois só se vê um portão. Entrando há um corredor com uma loja de medalhinhas e no fundo a Igreja. Ao entrar pela 1a vez em 2000, fiquei absolutamente encantada com aquela jóia e para completar havia freiras rezando  o terço em francês, aquilo me tocou de tal maneira que me senti abençoada em poder estar ali exatamente onde Nossa Senhora fez aparições. A história é a seguinte: nesta igreja, N.Senhora fez 3 aparições à Catherine  de Labouré em 1830, quando pediu que fossem cunhadas medalhas e quem as usasse com fé receberia graças.  Catherine Labouré fazia parte de uma ordem chamada Filhas da Caridade, Filles de la Charité que existe até hoje. Em 1832, quando houve uma epidemia de cólera em Paris, as freiras da ordem Filles de la  Charité distribuiram as 1as.  2.000 medalhas, tendo havido inúmeras curas.  Em Paris começaram a chamar a medalha de Miraculleuse. Em 1835 foram distribuidas mais de 1 milhão no mundo inteiro. Em 1839 mais de 10 milhões. Quando Catarina de Labouré morreu em 1876 já haviam sido distribuidas mais de 1 bilhão de medalhas. Hoje em dia, há milhares de pessoas devotas à N.S. da Medalha Milagrosa.

Eu uso sempre.

Na 3a feira fomos à Igreja de N.S. da Medalha Milagrosa para agradecer estarmos em solo francês mais uma vez. Impressionante o recolhimento de todos e o silêncio e o respeito dos que entram. Fiquei um tempo ali agradecendo as graças que recebemos todos os dias e nem nos damos conta com o corre corre diário.

Horários:

Todos os dias das 7:45 às 13h e das 14:30 às 19h
Terça-Feira das 7:45 às 19h sem interrupção.
Domingo das 7:20 às 13h e das 14:30 às 19h.
Nos feriados das 8:15 às 12:30 e das 14:30 às 19h.

Na saída, compramos medalhinhas e terços para distribuição à família e amigos. Folhetos explicativos também, inclusive em português de Prrtugal.

Dali, viramos na rue de Sèvres e entramos na La Grande Épicerie de Paris que é um mercado enorme com produtos de excelente qualidade do mundo inteiro, queijos, especiarias, vinhos, patés, caviar, frutas lindas e imeeensas, peixes, pães maravilhosos, e tudo o que você imagine, tem. É impossível não sair de lá com uma sacola com croissants, paté, chocolates, vinhos, pêssegos imensos, ameixas etc. O picnic à noite estava garantido 😉

Pulei uma parte. Quando íamos para a rue du Bac, pegamos o ônibus errado que entrou pelo Louvre. Descemos na rue de Rivoli, e já que estávamos por ali, aproveitei para ir à uma loja de perfumes Eden, indicada pela Cláudia, para tentar comprar um perfume que minha sobrinha Marcela tinha encomendado, o Nina, da Nina Ricci que eu não tinha encontrado no Free Shop. A dona da loja fala português perfeitamente, acho que morou no Brasil e fez um desconto muito bom, ah e tinha o Nina. Fica na Rue de Rivoli, 212.

Annick Goutal – Place Saint Sulpice, 12.

Igreja de N.S. da Medalha Milagrosa,  rue du Bac, 140

La Grande Epicerie de Paris – 24,  Rue de Sèvres

Le Petit Zinc –  11 Rue Saint-Benoît – tel: 01 42 86 61 00

Eden – Rue de Rivoli, 212