No domingo, visitando o Museu Marmottan, indo à Pirâmide do Louvre e fechando no Ladurée

Como prometido no último post sobre a viagem à Paris, volto à esta cidade querida em continuação ao primeiro post que foi este, o segundo este, o terceiro este aqui, o quarto aqui e o quinto é este aqui.

Nosso programa no domingo começou com uma visita a um museu pouco conhecido, o Museu Marmottan que tem a maior coleção de obras do Monet, desde que seu filho doou todas as obras do pai ao museu em 1966.

Fomos de metrô, saindo da estação Raspail – no mapa abaixo está pertinho  da Tour de Montparnasse (em laranja) – até Passy  – no mapa abaixo, à esquerda da Torre Eiffel (em laranja) , atravessando o Sena – dá pra ver o itinerário direitinho no mapa do metrô aqui. Em menos de 15 min estávamos em Passy e de lá fomos caminhando até o museu. A estação Muette fica ainda mais perto do museu, e sendo uma cidade civilizada com metrô, de qualquer ponto onde você esteja, é só dar uma olhada no mapa que  chega-se sem dificuldades.

Passamos por esta praça, onde algumas famílias faziam piquenique.

E aí está o museu Marmottan, o ingresso custa 9 euros. Como eu disse acima, é pouco conhecido, por isto compramos os ingressos sem fila e durante a visita em cada sala, não havia mais do que 2 ou 3 pessoas ao mesmo tempo.

É proibido tirar fotos no interior do museu, quando preparava a câmera para fotografar tapeçarias na entrada, a guarda me chamou atenção que não era permitido, ok guardei a câmera.  As fotos que coloquei aqui peguei na internet, mas ficaram pequenas não sei porque😦

Há uma sala redonda magnífica, com telas enooormes só de Nympheas, de babar. Você pode se sentar no banquinho e ficar hooras admirando, sem ninguém perturbando.

Em 1957, o Museu Marmottan recebeu  também a coleção de quadros de Victoire Donop de Monchy, herdada de seu pai o Dr. Georges de Bellio, de origem romena que foi médico de Manet, Monet, Pissaro, Sisley et Renoir e foi dos primeiros apreciadores da pintura impressionista.

Eu amei o museu e voltando a Paris não deixaria de voltar a ele para apreciar um pouqinho mais  aquelas telas magníficas.

Quando saimos à pé, olha quem estava na nossa frente, era ela😉

Bem, a fome bateu e entramos num café de donos japoneses, os jornais só com casinhas, eu achei uma graça.

De novo no metrô, descemos na estação do Louvre e a pirâmide  lotada de gente, em cima

e embaixo que também é bacana, há galerias de arte e lojas legais.

Subindo novamente, beleza !

Jardin des Tulleries.

Arch de Trimphe du Carrosel

Dali, fomos para a Madeleine,  Bia tinha uma encomenda de marron glacés do Ladurée.

Madeleine.

Atravessando a rua, passamos pelo Fauchon, uma loja de especiarias famosa por tudo que você possa imaginar em termos de iguarias.

Não podíamos deixar de dar uma espiada nas vitrines incríveis😉

Olhem o nosso singelo papaya brilhando, que chique.  E o precinho😉

Seguimos para o Ladurée, que para quem não conhece é uma confeitaria pra lá de tradicional.

A Maison Ladurée foi estabelecida em 1862 e é uma das mais tradicionais casas de chás da França. Seus emblemáticos macarons foram criados por Pierre Desfontaines, neto de Louis Ernest Ladurée que, no inicio do século XX teve a idéia – brilhante, diga-se de passagem – de colar dois « biscoitos » com um recheio, cujo nome é ganache. Até hoje é usada a mesma técnica de sua criação. Todos os dias os pâtissiers da Rue Royale dosam com precisão as amêndoas, os ovos, o açúcar e o savoir-faire para fazê-los. Depois de serem cozidos, os macarons descansam por 48 horas antes de serem colocados à venda.

A cada estação novos sabores são criados.

A Ladurée é parada obrigatória para quem vai a Paris, o chá é famoso.

Se você quiser saber como fazer as pirâmides de macarons dê uma espiada neste video.

E dali, voltamos para o hotel, taí a Bia no metrô com a sacolinha da Ladurée e os marron glacés. O caloor e o metrô que não tem ar condicionado.

Ladurée: 16 rue Royale 75008 Paris
Tel : +33 1 42 60 21 79
Metrô: Concorde ou Madeleine

Museu Marmottan:  2, rue Louis-Boilly – Tél. : 01 44 96 50 33

Ingresso: 9 euros

Métro : Muette (Ligne 9 : Pont de Sèvres – Mairie de Montreuil)

Onibus:
22 Opéra (rue Gluck) – Porte de St-Cloud
32 Gare de l’Est – Port de Passy
52 République – Pont de St-Cloud
63


A serie de posts da viagem de 12 dias a Paris que incluiu a ida a Diest:

13 dias flanando em Paris com uma chegadinha a Diest

2a. feira indo ao Marais e a Place des Vosges

Conhecendo Annick Goutal, agradecendo a N.S. da Medalha Milagrosa e dando uma passadinha na Grande Epicerie de Paris

Revisitando o Museu d’Orsay

Recebendo Renata

Indo a Diest em missao de familia

9 thoughts on “No domingo, visitando o Museu Marmottan, indo à Pirâmide do Louvre e fechando no Ladurée

  1. Meilin says:

    Ôooooo, saudade…usei muito as suas dicas por lá, Majô.

  2. says:

    Bacana o post, Majô!!😀

    Majô, tem alguma coisa interessante debaixo da pirâmide do Louvre (café, lojinha, etc.) e que dê para visitar sem ter que pagar o ingresso para o museu?🙄

    Nunca comi macarons (só macarrão, mesmo😦 ). Deu vontade😛

    Tadinha da Bia; o leque nessas horas deve ajudar bastante, né?

    Beijots:mrgreen:

  3. Majô says:

    Melin, saudaaaaade também enquanto escrevia😉 Usando minhas dicas, magina me sinto mó importante como diz a Mô :mrgreen:

    Zé, sim tem lojinha que vende reproduções das gravuras, agendas, marcadores de livro. Loja da l’Occitane com aqueles sabonetes e colonias maravilhosos, até loja zen com incensos, esteira pra yoga e outras coisinhas naturebas, tinha também. Você gasta dinheiro nas lojas, sacou ?
    Macarrons são biscoitinhos feitos com farinha de amêndoa, parente do suspiro e do casadinho.
    Menino, com aquele calor o aluguel do leque valia uns 100 euros:mrgreen:

  4. Renato Silva says:

    Majô
    Realmente para quem gosta de Monet a visita ao Marmotan é mandatória, assim como uma escapada a casa em que viveu Monet, a uns 40 min de trem de Paris, em Giverny perto de Vernon. Pode-se alugar uma bicicleta na estação de Vernon e ir pedalando (uns 15min).
    Lá é um deslumbre passear pelos jardins, onde se vê a Ponte Japonesa, tantas vezes pintada em várias situações de clima. Há uma época em que o Jardim fica repleto de todos os tipos e cores de Tulipas. Maravilha!!! A visita ao interior da cas lhe revela todo o estilo de vida da época e em particular do Monet. Vivia-se muito melhor apeasr`da tecnologia atual.
    E ainda sobre Monet, se tem uma sala só com as Nympheas no L Orangerie, junto ao Louvre.
    Acho que estou precisando voltar a Paris.
    Abs
    Renato

  5. Emília says:

    Majô, ótima dica, Monet é tudo de bom. Marmottan e Giverny, como citou o Renato, estão na lista para uma próxima vez (tentei da penúltima vez, mas cheguei na cidade exatamente um dia depois do fechamento para inverno…)
    Ontem eu estava conversando com um amigo meu justamente sobre Paris e a gente ia só listando os lugares que queríamos ir em próximas viagens…sobraram tantos lerês (e outros nem tanto)! É impossível ficar entediado😀

  6. Majô says:

    Renato, Giverny é uma lacuna minha😉 Pelas fotos vemos que é o próprio aqueles jardins magníficos são Monet em tela grandiosa. Diversos tons de verde, imagino cheio de tulipas….
    Eu li sobre esta sala no Orangerie com Nympheas.
    Mas, pelo que li a maior quantidade de obras dele está no Marmottan.

    Emilia querida, Paris é inesgotável, quanto mais você lê e anda pela cidade, mais e mais ainda tem para conhecer😉
    Você deve ter muito para nos contar desta última estadia em Paris 🙂

  7. Que saudades de Paris! mas estarei lá em maio de 2009, na viagem à Síria e Jordânia. É claro que usarei suas dicas.

  8. Carmen says:

    Magnífico post do París.
    Adorable a pintura da Monet (os nenúfares?) e a informação do resto dos impresionistas – museu Marmottan- e boas fotos da cidade.

    O top, do top dos viagens é París e você ajuda a esse top!!!
    Um forte abraço

  9. Majô says:

    Carmenzita, como é gostoso escrever sobre essa cidade linda !!
    Sem dúvida, Paris é unanimidade na escolha de destino preferido, acho😉

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