Em Santa com Nilo e Gilda

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Olhem quem esteve no Rio ! Depois de um telefonema do Nilo ontem, passamos um sábado matando saudades.  Estavam saindo para almoçar em Santa, no Aprazível, levados pela Clarissa, hóspede do Toque. Tomamos um banho rápidíssimo e em 10 min zarpamos para encontrar em Santa Teresa os muito queridos Nilo e Gilda da Pousada do Toque. Vieram a trabalho e voltavam ontem à noitinha, mas não podíamos deixar de passar essa oportunidade de estar com eles por uma tarde. Gilda queria conhecer um pouco de Santa Teresa e a Clarissa sugeriu o Aprazível, e para lá fomos nós. Alguns telefonemas no meio do caminho, e já em Santa, Gilda ligou avisando  que iriam para o Pimenta, onde estava a Ana, irmã da Clarissa. É um pequeno restaurante de comida alemã  na Almirante Alexandrino, o Nilo  se aboletou por lá e nem seguimos para o Aprazível.  Fomos recebidas pelo Nilo, no meio da rua com abraços muuuuito apertados, não nos víamos desde maio do ano passado quando estiveram aqui no Rio, saudaaades. Mais abraços apertados com Gilda, fomos apresentadas à Clarissa e Ana que já estava de saída. Nilo abriu os trabalhos com chop estalando de gelado, e lá fomos tomando pé das novidades da Pousada do Toque.

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A doce Gilda já com mil idéias para a decoração do reveillon no Toque. Ela esbanja bom gosto e criatividade usando materiais simples que ficam com efeitos liiindos. Todas as vêzes que estivemos lá ainda pegamos parte da decoração nos jardins que aparecem nas fotos dos posts que fiz sobre a Pousada, aqui a estadia em 2004, aqui em 2005, aqui em 2006 e aqui em 2007.

Nos contou que fez compras para o Sushi Toque, bem eu diria que a Pousada do Toque está se tornando um verdadeiro polo gastronômico. Falaram também sobre o trabalho social amplo que estão fazendo com os moradores do povoado.

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O Nilo pediu uma feijoada de feijão branco com linguiça alemã, kassler – adooro – com batatas coradas e 2 porções de croquetes, como do Alemão e da Pavelka, crocantes por fora e no meio a carne derrete, djilicia. Bem, tava tudo tãaao gostoso que não deu tempo para fotos dos pratos, fico devendo :mrgreen:

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Do Pimenta fomos a pé até o Parque das Ruinas, ali perto. A vista de lá é lindíssima, mas Pedrão não colaborou com o sol.

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Amigos mesmo debaixo de chuva 😉

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Parque das Ruinas é o que restou do Palacete Murtinho Nobre, onde morou Laurinda Santos Lobo.

 Santa Teresa está passando por um processo de revitalização dos casarios que se transformam em pousadas, restaurantes charmosos ou ateliês. Enquanto procurávamos a rua Aprazível, passamos pela pousada bacanérrima recém-inaugurada  Santa Teresa. Quase entrei para visitar, mas seguimos em frente em direção ao Pimenta.

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Dali resolvemos seguir para um café num lugar bacana que vocês terão  que adivinhar 😉  As fotos dão pistas.

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Painel de Burle Marx.

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Onde estivemos ? A Isabel acertou de primeira !  Estivemos no Instituto Moreira Salles , antiga residência do Walter Moreira Salles, pai do Waltinho e João, cineastas. Depois de sua morte, a família transformou a casa em Centro Cultural que tem um vasto acervo  de fotografias, salas de exposição e cinema. A casa em si é belíssima, reparem o piso. 2 cafés simpáticos, um em área externa como vêm na foto junto à mata. 

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O tim tim da Sylvia e Mario em Punta…

A Sylvia e o Mario, muito chiques, estiveram em Punta esses dias para comemorar mais um niver de casamento, e aí está o relatório da Sylvia fresquíssimo:

” Estacionamos a caranga na Remanso já ao entardecer.
A  Remanso é a nova Gorlero, a Quinta avenida de Punta Del Este.
Foi tão fácil e simples de chegar e estacionar no coração de Punta, que cheguei a pensar que estava na cidade errada.
Na bolsa, um Guia  Destemperados e um pequeno mapa da Península que pegamos no Chui algumas horas antes.
 
Saimos sem planos definidos, com endereço de quatro hotéis, mas sem nenhuma reserva.
Para quem está acostumado a planejar sempre, e com antecedência, esta viagem quebrou um paradigma.
Claro que isso só foi possivel por ser baixa estação ( mas os locais dizem que é média – para justificar um pequeno aumento das tarifas ).
Acertamos em cheio em ficar na Peninsula no final de semana, e aproveitar uma pequena agitação turística, restaurantes movimentados ( mas não cheios ), cafés e lojas simpáticas abertos até tarde, o entra e sai de barcos e lanchas no porto, e a supreendente sensação de segurança absoluta que a gente só vê em poucos lugares.
 
Depois de um dia inteiro de viagem, mesmo numa estrada quase completamente vazia e em excelentes condições, a gente sempre fica um pouco grogue – jetlegado – e vê as coisas de um ângulo distorcido. Abrir a porta do carro e dar direto num lojão Fendi, chegar na calçada do hotel e ver um logotipo com cores horríveis, abrir a porta de vidro e dar de cara com um monte de sofás cor de creme (breeeega) perguntar se existem acomodações disponíveis e receber um lindo sorriso afirmativo, encontrar um corredor totalmente coberto de madeira e um apartamento em excelentes condições – tamanho, mobiliario, equipamentos – mas com um cheiro insuportável de spray, e imediatamente ter a certeza de que todas as amplas janelas abrem por completo, que a cortina blackout não tem emendas nem frestas e que o ar condicionado funciona perfeitamente, só faz com que a gente tenha certeza absoluta de que chegou no destino.
Sempre tenho esta consciência da ambigüidade de sentimentos ao aportar, e normalmente vou embora com o desejo de ficar mais.
 
O Free Shop do Chui é sempre uma decepção, pela bagunça e pela montanha de coisas inúteis, mas pricinpalmente pela perda de tempo que significa entrar em meia dúzia de muquifos e sair sem nada. Talvez, para quem queira comprar bebidas … mas qualquer um que passe em qualquer free shop de aeroporto, nunca vai desejar ir ao Chui .
 
Fizemos um reconhecimento rápido do entorno – Remanso e Gorlero – e fomos a pé até o porto para jantar no Lo de Tere .

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Já passava das 10 da noite e a maioria das mesas era de gaúchos. Pensei que poderiamos estar em Garopaba, mas a comida, e o atendimento atencioso e simpático nos deram a certeza de estar em Punta, mas tb poderia ser uma praia qualquer na costa da França.
Comensais felizes, cheirando discretamente à colonia, todos deliciosamente vestidos como se tivessem acabado de tomar banho nos seus iates  – branco/azulclaro/azulmarinho/listados/tênis/docksider/sapatilhas de tecido/bermudas/polos/camisas de algodão e logicamente, blusas de malha de tricot nos ombros (indispensáveis todos os dias e em todas as horas para enfrentar os tufões de vento gelado que começam e terminam sem aviso). Ricos e famosos com não ricos e não famosos em absoluta igualdade aparente, e todos turistas.
Não tem como saber  se tem um milionário excêntrico do teu lado, e se a perua- barbie ( raríssimas), é de verdade, ou se está representando um papel.
 
Punta não tem frescura, não tem ostentação, é um pedacinho da Europa – cada um na sua -mas onde o turista recebe muita simpatia e atenção.
( tá, vou concordar : os precinhos são tb um pouco europeus, e os horários são espanhóis : café depois das dez, almoço depois das três e jantar depois das dez)
A gente sabia que tinha que acordar tarde, e sair do hotel antes das dez só se for para fazer exercício. Como ler livro no jardim ou na praia, caminhar na beira do mar e molhar a ponta dos pés na água gelada a gente faz em casa, riscamos essas atividades da agenda.
 
Do Chui a Punta – via Rocha – (uma reta sem fim ) a gente pode escolher várias saídas da estrada principal. Optamos por chegar pela Barra, e confirmamos a nossa suspeita : tudo fechado, com exceção de um ou outro café furreco. Durante o trajeto já decidimos que não valeria a pena perder tempo com José Inácio e adjacências , pois seriam praias fantasma.
Sem nenhum mapa decente, seguimos as indicações das placas verdes e em poucos minutos a  Brava, a Mansa e Peninsula já eram nossas.
 
Mas …. ao voltar para o hotel no fim da tarde do segundo dia, entendemos que teríamos problemas à noite.
Um ônibus estacionado quase na frente, e um monte de aborrescentes gauchos falando alto no corredor, com portas dos quartos abertos!!
Como não nascemos ontem, avisamos na portaria ao sair para jantar, que iríamos dormir à noite e que a tolerância seria zero :))
Neste dia almoçamos na Mansa, curtimos um clima-praia – areia-vento-ombrelone e ao voltarmos do jantar  ( Il Barreto ) a zoeira no corredor a uma da manhã era total. Dois telefonemas seguidos para a recepção, e uma ameaça de chamar a policííí-a foram suficientes.
 
A chegada “do grupo de brasileños” nos acordou para agilizar uma pré reserva no L’Auberge .

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Fizemos isso in loco, e ficamos totalmente encantados com a vista do oitavo andar da torre de água , com a gostosura das acomodações, com os jardins, com o silêncio, com a simpatia e educação afetuosa de todos. Nos apaixonamos na hora, e morremos de amor por aquele pequeno esconderijo nos dois dias que lá estivemos. Não é formal, não é careta, é uma d-e-l-i-c-i-a !!

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Sair do centrão e ir para o bairro, é como se a gente estivesse viajando para um outro lugar.

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Casas belissimas, jardins sem fim, ruas de terra, nada de cercas, cachorros, lojinhas, só um e outro morador se exercitando entre um gramado mais lindo do que outro.

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Combinamos de só sair do hotel para jantar – Lo de Charlie-e passamos o dia nos jardins e na piscina.

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Um tê com waffles no fim da tarde,

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uma passada rápida na Barra e o entardecer na casa do Antonio e da Andrea- que nos recebiam como as primeiras visitas, após comprarem um casarão a dois passos do L’Auberge -fizeram do domingo um dia que não terminava nunca.
 
Terça-feira era dia de voltar, e para continuar a aventura, decidimos trocar de estrada e experimentar a rota Trinta e Três- Rio Branco- Jaguarão.
Foi, hãã… diferente :todos os tipos de estrada numa única rota – do excelente até enormes trechos em obras.
Mas no final da história, saimos e chegamos no mesmo horário da vinda.
( ah ! e com mais um free shop no caminho – mais transadinho, mas cheguei e saí sem sacolas )
Descobrimos que é importante sair de manhã de POA, e de voltar de manhã de Punta para não ter o sol de frente atrapalhando a visibilidade.
 
O último dia no L’Auberge foi para acordar tarde, tomar café vagarosamente numa mesa externa ( café simplinho mas delicioso, com todos os pães feitos na hora, mas sem frutas e queijo ), caminhar e dirigir pelas pequenas ruas da Brava, conferir a localização de alguns hotéis, almoçar tarde no Virazón, comer torta no Las Delices, e lembrar como foi bom a gente ter ido no sábado ver o por do sol no Casa Pueblo, já que as nuvens esconderam o sol na segunda-feira.
 

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Quatro noites, três dias e dois hotéis, foram a receita perfeita para o merecido descanso que sempre procuramos fazer antes das festas de fim de ano.
Mas confesso que estamos tentados a repetir tudo de novo quando terminar a temporada, logo depois do carnaval.

Vem com a gente  ? “

O convite da Sylvia é tentador concordam ? Bem, nada como morar do ladinho de Punta, é só atravessar de carro a fronteira e voilà, cidade civilizada -sem grades – com ares europeus, restaurantes de primeiríssima e free shop on the road :mrgreen:
 

A viagem de sonhos do casal Edu Luz

Com muita honra passo a palavra ao Edu Luz que descreve sua viagem de sonhos com a Débora:

25 anos na Itália (Toscana)

Acabamos de chegar da Itália. Fomos passar uns dias na Emilia Romagna, na Toscana e em Milão. E com a volta, continuamos com um sabor realmente marcante. E não é um sabor somente gastronômico !

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É um sabor que faz lembrar toda a cultura, a tradição, a história, a hospitalidade (sim !), a paisagem enfim, tudo o que faz uma viagem ser tão boa que parece que ainda não acabou.

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E esta ficou marcada por comemorar justamente os nossos ( meu e da Débora) 25 anos de casados. Planejei tudo com bastante antecedência (de acordo com o código VNV)e ainda bem, tudo correu mais do que perfeitamente.

O roteiro foi o seguinte :

Fomos de TAM pra Milão. Pegamos o carro no aeroporto e seguimos direto pra Bologna onde ficamos 3 noites, no hotel I Portici, super bem localizado.
Uma bela cidade com os seus 40 km de calçadas cobertas ( providenciais nos períodos de chuva).

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Visitamos Parma, onde fizemos um passeio pra descobrir como se fabricam parmegianos reggianos, acetos balsâmicos e presuntos crus. Com as respectivas degustações, é claro !

 

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Também fomos, no outro dia, a Modena na esplendorosa Galeria Ferrari.

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De Bologna seguimos pra Castiglione della Pescaia passando por Lucca (onde acontecia uma bizarra feira de vídeo-game)….

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… e pela übermodel torre de Pisa, o ícone que te paralisa e te obriga a tirar milhões de fotos dela !!

 

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Ficamos duas noites em Castiglione (na costa Oeste) no L’Andana, hotel do Alan Ducasse. Uma maravilha, com direito a up-grade (taí mais uma vantagem de ir fora da alta temporada) pruma suite de parar o comércio.

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 E com um por do sol de inesquecível !!

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Fomos conhecer a praia e algumas pequenas cidades.

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Logo após, 3 noites em Siena dormindo, literalmente, num museu. Explico melhor : O hotel Gran Continental é um palazzo restaurado, se localiza no centro histórico e ficamos num quarto de 10×10×7 (ou seja, 100 m2 com 7 m de pé direito !) com afrescos originais no teto e uma bela vista do Duomo.

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Fomos jantar na Piazza del Campi (onde se realiza o Pálio) e este registro está postado nos Destemperados.

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Passeamos um dia todo  (por sinal, chuvoso) por toda a região de Chianti : Radda, Greve, Castellina, Panzano, Gaiole … todas in Chianti.

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E é claro que visitamos um monte de vinícolas (Volpaia, Castelo Brolio, Badia a Passagnano) com as devidas degustações.

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No outro dia, fomos explorar as cidadezinhas famosas tanto na Toscana quanto na literatura/cinema através da Frances Mayes.
Arezzo é bem grande, mas conferir os afrescos do Piero della Francesca já vale a visita.

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Cortona é tão bonita que dá razão pro “esforço” da Frances em ir morar lá. Ela fica encravada numa colina com uma vista arrebatadora de todo o vale.

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Passamos também por Sansepolcro (bonitíssima) e voltamos correndo pois tínhamos uma aula de culinária toscana em Siena.

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Outro programa imperdível pois além de aprender a fazer a “vera cucina toscana” (papa al pomodoro, raviolis com a nossa própria massa, vitelo grelhado com molho de funghi e cantuccini), você também dá uma bela guaribada no seu italiano.

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De Siena pra Montalcino. 2 noites no Castelo Banfi – Il Borgo. Só pela foto da janela do quarto dá pra imaginar o visual.

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Um castelo antiquíssimo dentro de uma vinícola imensa com restaurante estrelado Michelin e lugares de fazer você se beliscar pra ver se não está sonhando.

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E com um monte de Brunellos ao alcance ! Fomos conhecer Montalcino e a Enoteca Fortezza ! Dizem que é um lugar excelente pra tomar vinhos vendo o por do sol. Quanto ao por do sol, tivemos que adiar mas a parte dos vinhos foi literalmente cumprida.

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No outro dia, fomos passear pela região vinícola mais bonita e interessante que fica entre Pienza e Montepulciano.
E aí aconteceu um fenômeno espetacular. O dia estava ensolarado mas o fog também se manifestou. Como as cidades ficam no alto, era constante vê-las ensolaradas mas o caminho entre elas, completamente cheio de curvas e completamente enevoado.

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Montepulciano é super-bonita.

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Pienza (batizada assim por ser a terra de Pio II) é … bonitinha !!

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E as videiras no outono são  bonitas demais.

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Daí, as duas últimas noites em Milão. Uma puxada de 500 km com direito a duplo arco-iris.

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Ficamos no hotel The Straf, bem ao lado do Duomo e com um design bem moderninho. Até cadeira de massagem tinha no quarto (bem conveniente!).

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City tour feito por uma brasileira, a Maria, conhecida nossa e passamos pelo Duomo, Castelo Sforzzesco, Pinacoteca Brera, quadrilátero da moda,visita ao Cenacolo do Da Vinci ( reservei pela internet graças ao VnV).

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 E a grande descoberta : a La Rinascente, um tremendo sex-shop, era bem na frente do hotel.

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Divertimento garantido até o final da viagem. Que foi realmente magnífica e inesquecível.

Grato a todos vocês, tripulantes da Bóia, que me ajudaram de alguma maneira.     Viva a Itália !! 

Happy Hour com … ? Elisa

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Ontem encontrei uma querida amiga para um Happy Hour, no Bazzar, onde  nos deliciamos com um mix de tapas.

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Alguém arrisca ?   O Zé pra variar, acertou rapidinho :mrgreen:

Eu não via a Elisa  há muito tempo,  desde sua última visita ao Rio, no ano passado. Marcamos um encontro no fim do dia, no Bazzar, na Barão da Torre, entre Garcia e Aníbal.  Ela chegou dizendo que mais uma vez não resisitiu, sucumbindo às compras.

Conversamos  sobre sua viagem recente à Sicilia, quanto a encantou e superou suas expectativas,  assim como aconteceu comigo. As fotos não revelaram o suficiente a beleza do visu do Mediterrâneo e o charme de cada lugar.  Ah Taormina, quem não se apaixona por ela….  E a mágica Erice…  E o sítio arqueológico de Piazza Armerina… Quantos tesouros escondidos no interior da ilha. Ela disse que voltará à Sicilia para completar o roteiro que não fez. 

Quanto ao cardápio escolhemos um mix de tapas para nós duas que incluia mini cakes de namorado com banana da terra, tartare de salmão e outras delícias. Quanto custou o mix ? 32 reais.

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O ambiente é agradável e o serviço atencioso e discreto, como deve ser.

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Acabei dando o meu pin da bóia  para ela 😉

Chá para duas

Este post deveria ter saido na semana passada, mas como estávamos 24h plugados via Hubble com os  Lemos em Porto Alegre, só gora vai pro ar.

Na 6a feira seguinte à conVNVenção aqui no Rio, combinei com a CarlaZ, a bonitinha da ala teen do VNV para um café, já que tínhamos trocado só uma ou duas palavrinhas na Lagoa, fora que ela não tinha assinado a ata. Marcamos no Aquim, no Leblon, já que nenhuma de nós duas conhecia.

O local é bacana, fica na Ataulfo de Paiva, no Leblon, ao lado do Hotel Ritz.

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Cheguei primeiro que a CarlaZ, e pedi ao garçon o cardárpio para dar uma olhadinha e vi que havia o chá constando de: cesta de pães, manteiga, cream cheese temperado com ervas, geléia, madeleine, financier, bolo, waffles e mini queijo quente, ufa muito farto e sabia  que a qualidade é das melhores. Para quem não sabe, a família Aquim é um dos melhores serviços de buffet do Rio.

Enquanto olhava o ambiente, chegou logo em seguida a CarlaZ, gracinha que perdeu a timidez quando se materializou na mega conVNVenção da Lagoa. Chegou de mansinho e se enturmou rapidinho com as meninas.

Conversamos claro sobre viagens. Ela iria no domingo para a Patagônia, olha que bacana e 1 semana depois rumo à querida Buenos. Ainda está lá, mas deve estar voltando com notícas fresquinhas.

Resolvemos fazer o pedido e comentei sobre o chá, imaginando que ela ia preferir o chocolate, ou outra opção, e qual foi minha surpresa que ela a-d-o-r-a chá, beleza ! Pedimos 1 chá para duas, pois o garçon disse que é hiper farto e a maioria pede para 2 pessoas.

Continuamos nossa prosa sobre Buenos, ela alugou apê na Recoleta. Incrível como o papo fluiu o tempo todo sem que sentíssemos o tempo passar. Um comentário interessante que ela fez,  é raro vermos mulheres puxando malas nas ruas,  o que é muito comum na Europa,  principalmente 6a feira, quando o povo sai do trabalho para o fim de semana   Para contrariar ela, um pouco depois 2 moças entraram e uma delas puxava uma malinha.

Eis que o garçom trouxe o chá e dispôs belíssimo à mesa.

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Bem, os pães são divinos, difícil dizer qual o mais gostoso, completamente diferentes dos que comi até hoje, fabricação deles. Vêm também 10 mini sanduiches de queijo com manteiga de ervas, djilicia.

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E  também um financier enoorme que dividimos ao meio, madeleine, bolo e um crumble de maçã e o waffle, também dividido por 2.

Quanto custou ?  R$32,00. Eles têm uma boutique onde pode-se comprar todas as gostosuras e levar pra casa.

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Anteontem almocei com uma pessoa querida, no restaurante que ela adora aqui no Rio. Quem seria ?

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Alguém arrisca ? Bem, o descobriu que era a , reconhecendo pelo jeito disciplicente de andar com sacolas em shopping, that’s it. A Emília acertou de cara que era o Gula Gula e a Sylvia foi bola dentro no Fashion Mall. A Mô ia passar pelo Rio a trabalho e me chamou pra almoçar no Fashion Mall. Eu respondi a ela ôba vou ao shopping de bacanas 😉  Você pode dar de cara com famosos e globais, como Carolina Ferraz,  Maytê, Claudia Raia, Fátima Bernardes em lojas como Diesel, Armani, Espaço Lundgren, Clube Chocolate, e outras internacionais. Mas, tem também a Rosa Chá,  Folic, Animale, Richard’s, A’Teen e outras classe média.

O shopping é muito gostoso  porque, não só é vazio, como aberto com varandas, não é confinado. Você senta  para tomar um café nas mesas do Gula Gula,  com ombrelones, como vêm na foto, é bem simpático. Pode ser também no Alessandro e Frederico. E tem cinema também.

O que comemos ? A quiche de brie com damasco e salada que nós duas amamos. Foi o que comi com a Liciane e Iara quando estiveram aqui, no Gula Gula de Ipanema. Não resisti ao crème brûlée que estava divino. Foi um almoço corrido, em dia de semana, mas deu pra botar a conversa um pouco em dia e matar as saudades. Bem, como não podia deixar de acontecer falamos muito mal do Zé :mrgreen:  Brincadeirinha, nós duas somos fãs do Zé-Jet 😆    Ah, e o preço do Gula Gula é camarada.

Há muito tempo eu não ia ao Fashion Mall porque o estacionamento era um assalto, mas como agora moderaram, passarei de vez em quando por lá pra tomar um expresso.

Aí fica mais uma opção para as paulistinhas, gauchas, mineiras, capixabas e o Brasil afora.

O sucesso do Riq em POA e a maratona VNV

Como prometido, a Sylvia e o Mario, nossos correspondentes queridos e eficientíssimos em POA clicaram os melhores momentos da Maratona VNV, e aí vai o roteiro completo,  passo a passo.

Domingo:

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No almoço de domingo Nick foi flagrado, já gaucho total, com direito a chimarrão 😉

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Riq, Diogo, SandraM e Jaime, TODOS de olho nestes belos nacos de carne :mrgreen:

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 Diego à esquerda do Riq que era disputado à tapas, quer dizer, as comestíveis hehe

Sylvia: HEHEHE todo mundo ficou um pouquinho ao ladinho do guru.

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E depois, o bonde VNV  no Museu Iberê Camargo.

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crédito: Ângela Bruno

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E ontem o grande dia, era o bate-papo com o Riq no Centro Cultural Santander, e em seguida,  autógrafos.

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Casa cheia na palestra de ontem !! Sucesso total 😆

O Riq começou a palestra dizendo : ….” somos uma seita … e temos uma marca ( mostrou o pin) criada pela Sylvia e produzida pelo Edu Luz … ”

 

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E olha a fila para  autógrafos.

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  Exlcusivo ! Sylvia: depois de 10 anos de espera, meus livros sendo autografados.       

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  Sylvia: Ângela Bruno sendo entrevistada (até acabar a bateria do cineasta hehe).

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Riq com fãs anônimos. Futura geração VNV  :mrgreen:

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Maritza, a leitora silenciosa  que perdeu a timidez 😉 e a Ângela Bruno clicou.

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Outra foto by Ângela do casal gracinha 😉

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Sylvia: Enquando o Riq era entrevistado ( de novo ! ) fomos para o bar do Beto e pedimos uma “entradinha”.

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A ULTIMA PARADA DA MARATONA GASTRONÔMICA DA BÓIA ! 

Sucesso total esta maratona em POA que deveu-se às figuras queridas do Riq e Nick, aos vnvéticos que se deslocaram de seus estados até lá, ao casal incansável Sylvia e Mario que receberam e mimaram todos pra cima e pra baixo, à dupla Diogo e Diego Destemperados e aos gauchos que receberam a todos com essa energia boa  que chega até nós pelas fotos 😉