Mega conVNVenção com Guru, no Rio de 1 a 3 de maio

 

A Sylvia e o Mario aproveitaram a promoção da Gol e virão ao Rio, de 1o. a 3 de maio, não é bacana demais ?

Asa-delta-tour !!!!

CORRAM ! ConVnVenção OFICIAL da boia  ! no Rio de Janeiro  de 01 a 03 de maio!!  palavras da Sylvia.

Rio de Janeiro a seus pés 😆

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Passadinha no Kurt 😉

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e  no Garcia.

Festão nos 3 dias !!!

E você já marcou sua passagem ? 

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Bora pra Itacaré com a CarlaZ

Bom, quando a Majô me perguntou se eu queria escrever sobre Itacaré fiquei pensando pensando…e então lembrei que o grande lance da nossa “seita “ é sim essa troca de informações, então nada mais justo do que levar vocês para Itacaré também!!!
 
Viagem sempre começa com aquele planejamento lugar-dinheiro-tempo, queria viajar no Carnaval por ter tempo e queria gastar minhas milhas, economizando dinheiro, só faltava o lugar. Primeiro pensei em ir para Los Roques afinal a propaganda no VnV é grande, mas fiz uma confusão com as datas e não consegui as milhas pra lá, então fui na loja da Varig/Gol no Santos Dumont e perguntei: Tem pra onde? O mocinho respondeu Ilhéus e o destino foi escolhido: Itacaré. E o melhor com vôos diretos Rio-Ilhéus e Ilhéus-Rio.
 
Foi uma ótima escolha, afinal Itacaré é um ótimo destino pra gente de todos os tipos, afinal lá tem o povo surfista, mochileiro, tem os grandes resorts, tem uma night na praia, trilhas, cachoeiras e as praias é claro! Por isso é considerado um dos grandes destinos de ecoturismo do Brasil. Só não tinha Carnaval…mas se eu quisesse Carnaval teria ficado no Rio!!! Mesmo assim ainda deu pra curtir bastante os bloquinhos antes de viajar hehehe
 
Com o destino escolhido o próximo passo foi dar uma olhada no livro  de praias do Riq e na internet e assim começar a estudar Itacaré e escolher pousada, transporte, passeios etc. Já vi que ia gostar…que tinha muita coisa pra fazer…só não esperava tanta! Não consegui fazer nem metade dos passeios, e percebi que precisava de mais tempo por lá.
 
Não queria ficar nos resorts pela distância da cidade (isso é só uma desculpa, não podia ficar pelos preços!!!) e acabei escolhendo uma pousada que amei, a Burundanga. Não achei barata não, mas também era Carnaval. A pousada é uma graça, o quarto era bem bom e o café-da-manhã uma delícia ! Fora que tinha um lanchinho à tarde que eu adorava, bolo (na verdade bolos variados) com café.
 
De Ilhéus a Itacaré é uma estrada de 65km, muito fácil e bem sinalizada. Em frente ao aeroporto tem várias locadoras de carro, mas é melhor já ir com uma reservada. Não lembro o nome da que aluguei, mas também não recomendo. Na dúvida, acabei alugando carro para todos os dias, teria que fazer de qualquer jeito ida e volta do aeroporto e daria mais liberdade. Foi uma boa escolha. Não precisei de passeios para as praias mais distantes e como choveu todos os dias e lá as ruas são de terra, ficou uma lama só! O carro me salvou!
 

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Estrada Itadaré-Ilhéus
 
Já os passeios, vi tudo que podia daqui, só pra conhecer, e chegar na hora e escolher. Como sei que não gosto de grupo, excursão essas coisas, sabia que ia tentar fazer as coisas o mais sozinha possível.
 
Chegou o dia da viagem e se eu falar a burrada que eu fiz com os vôos, o Riq me descredencia do VnV e queima meu pin de boia. O que posso falar é que consegui chegar em Ilhéus, umas 2 horinhas depois do esperado, mas cheguei, ufa! Passei por uma mega festa no aeroporto (é, tem gente que comemora aniversário no aeroporto, vai entender…), peguei o carro e me mandei.
 
A pousada é super bem localizada, podendo ir a pé para o centrinho e para as “praias urbanas”. É na praia da Concha, que a verdade é que não gostei não, pelo menos não no Carnaval, mas que tem no canto esquerdo uma dessas barracas de praia (Maré Alta da Luzitânia) que comi uma moqueca muito boa, e depois fui ver o por-do-sol nas pedras ao lado.
 
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 Praia da Concha

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O que eles chamam de praias urbanas são as praias que podemos ir a pé do centrinho, que são na ordem Resende, Tiririca, Costa e Ribeira. A Ribeira era um inferno de gente, música…passei longe…Já Tiririca adorei! Tem uma barraca de praia bem charmosa mais pra cima e em baixo aluguei barraca, cadeira e relaxei! É a praia dos surfistas. Resende e Costa têm menos estrutura e mesmo no Carnaval não tinha ninguém! Essas praias são uma em seguida da outra, separadas por paredões de pedras e pela quantidade de gente que tinha nas pedras acho que dá pra ir de uma pra outra pelas pedras.
 
 
Chegando na praia da Ribeira, à direita sai uma trilha para a Prainha, que é considerada a praia mais bonita de Itacaré. Está em uma propriedade particular e é cercada de morros cobertos pela mata, com muitos coqueiros chagando até a areia. Pra chegar até lá, todos recomendam contratar um guia pois a trilha tem bifurcações. Fui sem guia, apenas vendo nas bifurcações qual lado estava mais “gasto” e também não é tão difícil assim se perder, afinal, pelo menos no Carnaval, tinham 5 pontos com pessoas vendendo água. Fiquei chocada quando vi na primeira vez barraquinha de água numa trilha! E depois mais 4!!!
 
 
Saí de casa com um dia mais ou menos, mas quando cheguei na praia uma chuva começou a se armar, e eu peguei praia com chuva! Deixei minha mochila e meu tênis em baixo de uma barraca emprestada de alguém e fiquei na chuva, mergulhei na chuva, conheci gente na chuva e esperei ela acabar. O tempo não ficou bom mesmo não, e eu só pensava na trilha/lama da volta…Mas foi tranqüilo voltar, o engraçado era ver o povo descendo pra praia e escorregando na lama….dei graçasadeus por ter ido de tênis!
 
Só não posso deixar de falar uma coisa…o tempo durante a viagem não estava 100%. Foram dois dias de sol sim, mas também dois dias de tempo mais ou menos e chuva. Pelo menos não deixei de fazer nenhum programa e sempre que saí do hotel o tempo estava bom e assim não atrapalhava a programação. O pior é que meu grande dia de sol foi o dia do rafting…que nem precisava…mas até parece que não me acostumei…aonde eu vou chove! É sempre assim…
 
As outras praias, que são mais afastadas do centrinho só da pra chegar de carro, ou com passeio das operadoras da região. Foi fácil descobrir onde eram as praias pela quantidade de carros estacionados na entrada das trilhas das praias, mas para ajudar dei uma pesquisadinha e a informação que consegui é quilômetro 12 da BA-001.
Para chegar é preciso fazer uma trilha bem tranqüila de uns 20-30 minutos, pela mata. É praia de surfistas, mas tem um riozinho no fundo também. Passei um delicioso final de tarde lá.
 
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 Trilha para Havaizinho
 
No início da trilha da Engenhoca, a direita tem mais um trilhazinha pra praia do Havaizinho, que eu adorei!!! É pequena, cheia de coqueiros e cercada de pedras. Quando cheguei lá não tinha quase ninguém (acho que 2 familias) a água não estava brava (aquele estilo Geribá…com aquelas ondinhas o tempo todo), não tinha chovido e eu aproveitei muito. Fora que lá tinha uma tapioca deliciosa e eu tomei um daqueles cocos que a Lena já falou por aqui. Também fiquei surpresa quando vi, e o mocinho que vendia me contou que eles cortavam a casca do coco pra diminuir o peso, afinal eles tem que pegar trilha todos os dias carregados. Boa. Achei o máximo. E ele também falou que dava pra chegar até Itacarezinho (outra praia) de trilha, então bora!

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   Havaizinho

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 Trilha pra Itacarezinho
 
No caminho para Itacarezinho tem a praia de Camboinha e depois Itacarezinho. As trilhas são bem fáceis, marcadinhas, mas se chover (meu caso) fica bem escorregadia. Estava de chinelo e agora, daqui pra frente, trilha só de tênis! Não entendi porque se chama Itacarezinho, é enorme! Lá tem uma estruturazinha de barracas de praia também. E chegando a praia, pelo alto percebi 2 coisas: estava bem cheia e ia chover! Olhei toda aquela faixa de areia e pensei logo em andar tudo aquilo e fui, depois descobri: 3,5km! E ainda tive que voltar, alias não só essa praia como a trilha toda e depois da chuva. Ótimo. O engraçado é que eu não peguei chuva, na verdade um pouquiinho de nada, como estava andando atravessei a chuva e continuei andando, e na volta a chuva já tinha passado. Para quem vai de carro é a 15km de Itacaré.

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 Itacarezinho

A praia que deixei pra próxima, afinal tenho que ter motivo pra voltar, é Jeribucaçu. O acesso é no quilometro 8 da BA-001. Também é point de surfistas e dizem que a trilha pra lá é bem legal, na verdade tem mais de uma trilha sendo que uma delas é pela mata e passa pela cachoeira da Usina, que tem uma piscina natural. Uma menina que conheci lá falou que se sentiu em um programa de aventuras.
 
Em falar em cachoeiras…tem também a Tijuípe,que tem uma piscina natural. É em uma propriedade particular e se paga pra entrar, trilha leve até a cachoeira e tem um restaurante. Também se chega lá de carro, 15 km de Itacaré.
 
O outro passeio que nunca tinha feito era o rafting. Andando pelo centrinho de Itacaré percebi que tinha uma operadora, a Planeta Rafting, que domina, todas as agências vendiam o rafting deles, então não tive muita escolha. O passeio incluía o transporte até Taboquinhas, cidade de onde é feito o rafting. Falaram que só se chegava lá de 4×4 e que não conseguiria fechar na hora o passeio. Besteira, dá pra ir com qualquer carro e lá a oferta de operadoras é maior, poderia ter feito com outra sem ser a Planeta Rafting.
Eu adorei! Fiquei com medo o tempo todo mas acabei gostando, mesmo tensa. Ainda bem que eu não cai, meu bote não virou ou então ficaria em pânico. O grupo de meu bote era ótimo, ainda bem, eles até me mandaram as fotos, que não comprei…E Nordeste é muito bom mesmo, até a água do rio é quente!

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Rafting no rio das Contas
 
O problema foi que eles marcaram pra muita gente e saímos em 8 botes, ou seja, sempre tínhamos que esperar todos, porque só tinha 1 fotógrafo ! E nós descíamos o rio e ele ia pela mata! No final ainda tinha uma tirolesa (que também teve problema por ter muita gente, mas a gente pula essa parte e pensa…é Carnaval).
 

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Olha como  estava cheio!
 
O centrinho era aquele clássico de cidadezinha de praia, uma rua com restaurantes, bares, lojinhas, pousadas, artesanato, agências de turismo, eu sempre chamo de rua das pedras, em qualquer lugar, mas lá é a Pituba. Todos os dias a noite ia lá dar uma voltinha e bater ponto no Caixa 2, um bar com música ao vivo que por acaso cai no primeiro dia e acabei indo todos os dias!
                                                                                          
O outro point diário era a tapiocaria da Isa (em frente ao Espaço Brasil, numa entradinha de estacionamento). Vou confessar uma das minhas maluquices: tenho uma regrinha de só comer tapioca no nordeste, pra não perder a graça, então como todos os dias quando estou no nordeste.
 
Os outros restaurantes que fui pelo centrinho foram a pizzaria Boca do Forno (que é super recomendada),  O Restaurante  (sim é esse o nome e almocei todos os dias lá) e Mistura Fina (que demorou horrores, mas a comida era ótima).
 
Achei a comida barata de um modo geral, não baraaaata, mas preço bom. Os pratos são muito bem servidos e da pra dividir mole por dois e bobeando ate por 3.
 
Como já disse antes, fui já pensando em voltar, isso que é viagem boa.
 
Valeu Majô!!!

Riq, de volta à casinha

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Nada mais importante nesta  semana,  quiçá no mês  ou no ano,  do que essa  novidade logo no início da semana !!!

Nosso comandante, Riq,  está de volta à casinha, onde sempre fomos muito felizes 😆  😆  😆

Não é preciso desejar porque já é consagrada,  mas lá vai a redundância  Sucesso !! Sucesso !! Sucesso !!

Pow ,  champagne gente  :mrgreen:

Bora , uêeeeeeeba !!!!!

http://viajenaviagem.com

Mini convenção VNV no Garcia

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Coluna social: Ângela Bruno, CarlaZ, Cristina, blogueira e o Arthur.

A conVnVenção  no Garcia, no domingo passado foi mini, mas pelas carinhas ( foto de celular pelo nosso amigo garçon – a bateria da câmera acabou hmpf  )  dá pra ver o bom astral 😉 que rolou.

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 Coluna social: Ângela Bruno, CarlaZ,  Cristina e a blogueira. 

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 Foto mega muderna

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Cristina com a placa em prata com seu nome gravado em hieróglifos egípcios, chiquérrrima.  Deixou todo mundo com água na boca contando sobre sua viagem ao Egito  e o mega apartamento onde se hospedou 😉

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 O hamburguer do Arthur já pela metade.

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 O capuccino da Cristina com o financier.

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A caipirinha de lima da pérsia do Arthur.

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Canapés variados.

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 O sanduiche de brie da Ângela Bruno. Segue para California, mês que vem.

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A Isabella.

As fotos aí de cima foram com celular, com resolução fraquiiinha, mas fica o registro 😉

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E olhem o que ganhei do Arthur e da Cristina, um kit mau olhado. :mrgreen:  Do Arthur o olho  místico da Turquia e de Cristina, um escaravelho direto do Egito que não saem mais da bolsa. Mais sobre escaravelho, aqui.

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Da Ângela Bruno, essa linda écharpe.

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Da  CarlaZ, esse moleskine muito chique 😉

Obrigada tiurma VNV, adorei nosso encontro e os gifts carinhosos 😆  😆

Quem não foi, perdeu  :mrgreen:

Do(s) Don’t(s) em Buenos Aires

 

A  Sylvia e o Mario acabaram de voltar da 2a cidade que elegeram para morar, Buenos Aires ! E  aí estão as dicas da Sylvia :

“”- O quÊÊÊ ??? Buenos Aires de novo ?””   ( com aquela cara de pena e decepção pela mesmice )
Foi o que ouvi de um amigo na semana passada .
 
Pois é isso !   Fomos a BsAs  para uma comemoração , e acabamos nos perdendo e ficando uma semanita .
Completamos um ciclo de 44 dias portenõs nos últimos 24 meses e fomos outorgados com o diploma de absoluta falta de originalidade na escolha  de destinos !
Mâââss .. aprendemos algumas “cositas” , que vamos listar como:  coisas para NÃO fazer e  coisas para FAZER  na Capital Federal .
 
** O que NÃO FAZER **
 
1-    Sair para jantar sem telefonar para o restaurante . Muitos fecharam, outros não abrem durante a semana, quase todos em Palermo não abrem na segunda-feira.
 
2-  Trocar dinheiro em qualquer lugar, sem pesquisar as cotações. Semana passada podíamos comprar  um peso por um real  ou um peso por sessenta e cinco centavos de real .
 
3-   Comprar chip para telefone celular em quiosques que costumam cobrar um ágio bem  salgado .
 
4-  Sair de restaurante à noite e procurar táxi na rua .
 
5-   Usar as principais avenidas nos horários de movimento ( principalmente das 16h às 18,30 h) . Andar 15 quadras a pé leva a metade do tempo do que de táxi !
 
6-   Qualquer produto derivado de vegetais e animais tem a entrada proibida no Brasil e na Argentina. Sabe aquele vidro de doce de leite que a gente compra  em Ezeiza ? Pois é, se houver vistoria na alfândega, será confiscado .

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7-  Voltar aos lugares-de-sempre, por achar que nada deve ter mudado no último ano .
 
8-  Deixar de experimentar algo novo só pq não tinha nenhuma recomendação .
 
** O que FAZER **
 
1-Antes de sair para jantar verifique em   www.guiaoleo.com.ar/  os  números de telefone atualizados dos estabelecimentos e faça uma reserva .
Numa segunda feira ligamos para 5 restaurantes e todos estavam fechados, sendo que um encerrou as atividades ( Roof ) .
 

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2- Para câmbio, olhe em   www.dolarhoy.com/    e se estiver na rua  pergunte aos porteiros dos edifícios aonde tem o melhor câmbio da redondeza .     
 
3- Para comprar chip de telefone celular vá a uma loja de operadora, com documento e cartão de entrada no país .
Algumas operadoras não vendem chip para extrangeiros. Compramos os nossos numa loja da Claro da Santa Fé e pagamos 10 pesos pelo chip e os cartões são vendidos com valores de 10/15/20 e 30  pesos .
 
4- Ao pagar a conta , peça para chamarem um táxi . Se o programa for dar uma caminhada após o jantar, pare num restaurante  qualquer e solicite um táxi para retornar para casa.
 
5- Os congestionamentos em BsAs estão infernais ! Evite táxi nos horarios de saída das escolas e escritórios. Caminhe ou use o subte. Mas lembre que o subte tb anda lotadéssimo, muitas vezes esperamos três trens para embarcar.
 
6-Os melhores dias para chegar e sair da cidade são sábado e domingo. Um casal pode conseguir ótimas tarifas de  transfer aeroporto-cidada, pegando um táxi que está descarregando passageiros ( 75 pesos contra 98 pesos nos quiosques do aeroporto ) .
Se o transfer cidade-aeroporto for no sábado ou no domingo – dias de pouco movimento –  é possível um casal  ir a Ezeiza por 65 pesos , num táxi com ar condicionado e com o taxímetro ligado . O senhor Alfredo ( nosso motorista preferido , que tem um Kangoo, nos pediu 100 pesos pelo mesmo trajeto ) e o senhor Armando cobrou 65 pesos ( celular 15-55269752)
 
7-Vá ao Museu de Belas Artes www.mnba.org.ar/ o acervo é surpreendente !
 
8- No meses de fev/mar  e ago/set a cidade fica tomada por uma cadeia internacional de lojas com o nome Sale !  Aproveite se quiser , pois a inflação por lá alcança os 40% fácil fácil . Os menus executivos – menus do dia – estão hoje  em torno de 30 pesos. (há um ano atrás eram 17/18 pesos )  , mas não notei diferença nas corridas de táxi, que dificilmente ultrapassam os 15 pesos , com a vantagem de não ter bandeira dobrada à noite .
 
9- Ótimas novidades em Palermo  que não existiam há 9 meses atrás ( mesmo que só para olhar )
 
CAMPER calçados
http://news.camper.com/camper-shoes/stores/first-store-of-camper-in-argentina/
 
KIEHL’S
www.highbeam.com/doc/1G1-175524348.html
 
A maravilhosa e imperdivel AYRES, na El Salvador com Malabia
http://www.ayres.com.ar/ , sem nenhuma dúvida, uma atração arquitetonica !
 
MINGA restaurante e café, do mesmo dono do Dominga. Adoramos a localização, o astral e a comida !
Pra lembrar tb que não fecha nunca e que as massas são ótimas .
http://www.mingaparrilla.com.ar/
 
 
Não tenha dúvida !! Buenos Aires continua linda … e o Social Paraíso ..hmmmmm… como sempre es-pe-ta-cu-lar !!!
http://destemperados.blogspot.com/2007/09/social-paraso-un-clssico-palermeo.html
 
Ops , quase ia me esquecendo … quem quiser aproveitar para inovar sem medo , ao lado do Social Paraíso tem um salão fantástico, com equipe de primeiríssima . Marque uma hora e corte o cabelo . Acredite, eles são ótimos !!
Cortei o cabelo com um portenho conhecido por  “lo loco”  e  a-d-o-r-e-i !!!

Férias em Jeri com a Lena

Da série Viagens de Sonhos do Condomínio, aqui vai outra. Se você tinha  dúvidas  onde passar as próximas férias,  quando terminar de  ler esse post da Lena suas dúvidas terão terminado. Fiquei absolutamente deslumbrada com as fotos,  cada uma mais linda que a outra!!  Mergulhei legal em Jeri enquanto lia o relato delicioso da Lena com suas fotos espetaculares.

” Há alguns anos recebi um daqueles e-mails com 10 dicas para ser feliz ou qualquer coisa parecida. Gravei apenas duas delas. Uma era “ligue para sua mãe todos os dias” e a outra, “visite pelo menos um lugar novo por ano”.

Bem, fiz o que pude com relação à primeira e incorporei a segunda ao meu plano de vida. Na listinha de ano novo, onde colocamos as metas do ano, sempre incluo pelo menos um lugar novo que gostaria de conhecer. À medida que o final do ano se aproxima e eu ainda não tenha conseguido riscar o “compromisso/meta” da listinha, vou ficando aflita!

Pois estava mais ou menos aflita em Novembro. Havia colocado Jericoacoara na minha listinha do ano. Primeiro porque Jeri está em todas as listas dos mais mais do Brasil. Segundo porque havia ficado uma brecha na minha viagem para os Lençóis Maranhenses. Fui de São Luis a Teresina, passando por Barreirinhas, Caburé, Rio Novo, Parnaíba e Sete Cidades. As pessoas que me acompanhavam seguiram para Jeri, em plena semana de lua cheia, tempo seco, pós temporada de chuvas e eu tive que voltar para trabalhar. Foi duro… Ficou uma ferida aberta, entende?

Assim, em maio do ano passado, quando venciam algumas milhas Smiles, emiti logo uma passagem para Fortaleza, para o mega feriadão de novembro. Mas novembro chegou e eu cancelei a viagem. Como assim?? 2008 já estava terminando e eu não havia cumprido minha meta favorita de ano novo?

Até aquele momento, meus planos para o Reveillon eram outros. Na impossibilidade de realizá-los, uma amiga, a Soraya, me ligou praticamente me intimando: “Vamos fazer alguma coisa no Reveillon!”. E eu emendei: “Só se for Jeri. Já tenho passagem emitida.”

Chamei outra amiga, a Paula e, assim, uma semana antes do Natal, conseguimos marcar três bilhetes Smiles ida-e-volta para Fortaleza nos mesmos vôos!! Nem acreditamos!

De posse do livro “100 Praias que Valem a Viagem” do Riq, mais o material dos blogs (todas as encarnações) e de toda a tripulação, comecei a enviar e-mails para as pousadas. Foram quase vinte e-mails enviados. Em apenas quatro pousadas havia apartamento disponível para o Reveillon: Vila Rica, Jeri Village, Blue Jeri e Calanda.

Escolhemos a Calanda, porque já havia sido recomendada pelo Riq no post pra Flávia; porque parecia mais perto da praia e porque tinha o melhor valor. Falei com a Liciana e ela me disse que a pousada havia sido vendida, mas que anteriormente era arrendada por paulistas e que ela já havia enviado vários hóspedes para lá. Ótimo!!

Como nosso vôo de ida “não era assim uma Brastemp”, pois fazia escala no Rio e chegava em Fortaleza às 4 horas da madrugada, resolvemos tratar um transfer com a pousada, para nos buscar no aeroporto logo na chegada. Tudo certo! Claudionor veio nos buscar com sua Hilux recém adquirida. A viagem foi tranqüila. Fizemos apenas uma parada em Itapipoca para tomar um café com pão!
Resumindo a pousada: passamos a primeira noite na Morada do Sol, que é outra pousada, na frente da Calanda, arrendada pelos atuais donos da Calanda. Mudamos para um quarto bem apertado na Calanda, onde passamos três noites, até sermos transferidas para um quarto conjugado bem amplo, onde ficamos as três noites seguintes. A Calanda pertencia a um suíço, conhecido como Urso, muito querido pelos funcionários e que abriu um restaurante perto das lagoas. Primeiro a pousada foi arrendada pelos paulistas e depois vendida para quatro sócios italianos. Estes sócios acabaram arrendando a Morada do Sol, que também pertence ao Urso. Um dos sócios mora na pousada e os outros na Itália. Eu diria que eles estão mais para moradores/veranistas do que para pousadeiro, entende?

Ficamos felizes com a localização da Calanda. Fica na rua das Dunas; vizinha da duna do Pôr-do-sol; pertinho da praia e longe do buxixo.  O fato é que Jeri “bomba” no Reveillon e nós tivemos sorte em conseguir um quarto há uma semana do Natal. Bem, dito isto, vamos a Jeri, já que definitivamente, a pousada não foi o destino principal da viagem.

Chegamos em Jeri pela manhã e fomos direto para a cama. Não havíamos dormido nada no vôo, nem na Hilux e estávamos mortas. Depois do cochilo, saímos para almoçar e ter um primeiro contato com o lugar.

Nem todos restaurantes abrem para o almoço. Encontramos o Bistrogonof, cuja dona é de São Paulo e nos explicou todo o cuidado que toma com a água para preparo dos sucos e lavagem das saladas. A comida é bem gostosinha e o preço baratinho.

Depois demos uma descansadinha na piscina da pousada, antes de nos dirigirmos à duna do pôr-do-sol exatamente para ver o pôr-do-sol.

Aí fica bem evidente aquilo que o Riq chama de “se entregar aos elementos da natureza, para curtir Jeri”. Já subi em outras dunas na minha vida, mas não me lembro, em nenhuma outra ocasião, de ter lutado tanto contra meus cabelos, minha canga, minha saída-de-praia, a areia e tudo aquilo que estivesse em minhas mãos. Se você ama muito a sua câmera, melhor não subir a duna com ela.

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foto da Soraya

Nota da blogueira: foto pra Vogue  concordam ?

Aos poucos a duna vai enchendo, o sol se põe bem na sua frente, todos aplaudem e começam a descê-la de formas variadas (rolando, pulando, camboteando, etc.).

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Não se ama Jeri logo de cara. Novamente citando o Riq, “você vai sentir falta do mar e muitas vezes, também da praia”. Jeri não é a perfeitinha, a de beleza óbvia.  Há que se acostumar o olhar. Perceber os ângulos, a luz, a energia. Mas como nas fotos onde se encontra uma imagem escondida depois de um tempo de observação, uma vez encontrada a sua beleza, ela não vai mais sair dali. Vai  surpreendê-la e encantá-la à cada nova olhada.

Aqui cabe citar que foi a primeira vez da Soraya em Jeri também. Mas a terceira da Paula! A Paula esteve pela primeira vez em Jeri em 93, quando não havia luz elétrica (hoje a pousada é wireless free!), o que ocasionava certos tropeços nos porcos quando saía para caminhar à noite!! Desta vez não vi porcos soltos em Jeri; só nos arredores. Mas em compensação, não faltaram cabras, ovelhas, mulas, jegues, cavalos e vacas. A segunda vez foi em 2004. Mas o interessante é que parecia que era a primeira vez que ela estava ali, pois ela também se encantava tanto quanto nós a cada nova imagem. O que confirma o parágrafo acima 😉

À noite fomos jantar no Na Casa Dela. Muito lindinho! Piso de areia, luminárias de crochê, um charme! Comemos uma moqueca deliciosa!

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No dia seguinte tratamos nosso primeiro passeio de bugue com o César, o eletricista. Sim, ele faz bico com o bugue na temporada. Acabamos indo só à tarde, porque o bugue quebrou quando estávamos saindo pela manhã. Estava nublado a maior parte da tarde; péssimo para fotos!! Fomos às lagoas da Jijoca: Azul e do Paraíso (abaixo).

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foto da Soraya

Pelo que entendi, as duas lagoas são uma só, que ficam separadas na seca. O lado que chamam de lagoa do Paraíso estava mais vazio e portanto mais bonito. Apenas três redinhas na água, a jangada e um kitesurfista.

Já do lado da lagoa Azul estava mais cheio. Mesmo assim, tomamos banho nas duas  😆

Na volta, paramos na praia do Preá e almoçamos no Azul Marinho. Peixe grelhado, pirão, legumes. Muito bom!

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O César, nosso bugueiro, além de eletricista, possui uma barraca no Sky à noite, Barraca do Pica-Pau. Sky é o nome de um bar na praia, bastante agitado,com música ao vivo e deliciosas caipirinhas. Ao lado dele, um corredor de barraquinhas de bebidas é montado todas as noites. Fomos até lá conhecer a Menta, esposa do César, que é quem toca esta atividade.

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foto da Soraya

Visitar a Menta na barraca virou nosso programa de fim de noite. Além de provarmos as caipirinhas e caipiroskas de todas as frutas disponíveis (seriguela, cajá, manga, uva, abacaxi, maracujá, kiwi, etc.), a Menta resolveu tratar minha tosse com um remedinho caseiro: Pinga, mel, limão e canela. Minhas amigas ficaram com uma pontinha de inveja  😉

O dia seguinte já era 31 de dezembro, dia do Reveillon e resolvemos pegar leve; nada de passeio de bugue. Fomos até a Pedra Furada caminhando pela praia. Sim, os guias frigo-bar ainda existem na praia da Malhada. Funciona assim: além de acompanhar você pela trilha, mostrar as diversas pedras com formatos diversos, as grutas e as piscinas naturais, ainda carregam uma caixa de isopor, cheia de garrafinhas d´água, latinhas de refrigerantes e cocos para matar a sua sede durante o caminho. Se você tomar alguma coisa do “frigo-bar”, eles não cobram nada pelo passeio. Mas se você não estiver com sede, o acompanhamento do guia custa 5 reais.

Nós resolvemos poupar o nosso guia. Pegamos as garrafinhas d’água, guardamos nas bolsas e falamos para ele deixar o isopor com um amigo. Assim ele ficou mais leve para nos ajudar nas pedras J. (só não vale fazer como certos turistas que dispensam o serviço, para economizar e depois seguem o guia que leva outro grupo! Coisa feia 👿 .

E, levinho assim, pôde perceber o rastro  de um siri que estava enterrado na areia, embaixo de uma pedra. No meio da caminhada abaixou e começou a cavar; saiu de lá com o bichinho na mão para nos mostrar. Claro que ficamos impressionadas com a habilidade dele, né?!

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E olha só como eles carregam os cocos dentro do isopor!

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foto da Soraya

Além de mais leve, cabem muito mais cocos 😆

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foto da Soraya

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Voltamos para a Vila atravessando o Serrote (morro), para ter esta vista :

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E fomos direto para a tia Angelita, porque eu estava seca por uma tapioca  😉   Como este seria nosso almoço, comemos duas tapiocas cada uma (uma doce e uma salgada; djilícia!), mas o lugar estava exalando um maravilhoso perfume de torta de banana. Eu adoro tudo que é de banana, então provamos esta delícia também! Voltamos à Tia Angelita outras vezes para comer as tapiocas, a torta e as cocadas.
Já tínhamos acertado nossa ceia de Reveillon, que seria no Mosquito Blue. Havia duas opções de menu. Uma com carne e outra com peixe. Escolhemos a de peixe, que incluía uma entrada à base de camarão, uma lasagna de lagosta e uma sobremesa.
A ceia aconteceu no bar da praia, ou seja, na areia. As mesas e cadeiras de madeira escura estavam arrumadas com velinhas e havia uma banda. Apesar de ter passado vários Réveillons na praia, não me lembro de ter ceiado na praia nenhuma vez. Adorei ficar com meus pés enfiados na areia, olhando o mar, a duna do Pôr-do-Sol lotada como um formigueiro, cheia de luzinhas e mais todo aquele movimento na praia.

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A queima de fogos é um espetáculo à parte. A meia-noite, os primeiros fogos foram queimados à beira-mar, bem à frente do hotel. Dependendo do tipo que era lançado, havia um clarão no céu, que iluminava a duna e víamos a multidão festejando, não só as luzinhas, como quando estava escuro.
Depois fomos para a praia, para a difícil tarefa de pular as ondas na maré seca. Caminhamos lá para o fundo, pulamos as “ondinhas” e viramos de frente para a praia. Aí começou outra onda de fogos. Desta vez, atrás do hotel, em algum lugar da Vila. Que lindo!! Na verdade foi uma sequência. Primeiro bem à nossa frente, depois mais para a direita, perto da duna, depois para a esquerda, perto do Club Ventos. E nós ali, dentro d’água, longe da praia, assistindo àquele espetáculo, como se estivéssemos em um barco.
Olha, já passei o Reveillon em Copacabana e achei lindo, lindo. Mas este foi diferente. O visual é muito diferente de qualquer outra queima de fogos de réveillon que eu já tenha assistido. A paisagem parecia de uma daquelas praias distantes, no Pacífico ou no Índico que morro de vontade de conhecer.
Infelizmente, nenhuma de nós levou uma boa câmera, capaz de fotografar à noite, mas aqui vai uma fotinho que mostra as luzinhas na duna do Pôr-do-sol ao fundo
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foto da Soraya
No dia seguinte, relax. Nada de passeio de bugue. Fomos pegar praia no Club Ventos, que é uma base para o pessoal do Wind e Kite Surf. Funciona como guarderia dos equipamentos para aqueles que carregam o seu próprio, aluguel de equipamentos, cursos, beach lounge e restaurante. Um paraíso! Adoramos o lugar.
Além das opções à La carte, há um Buffet “por kilo”, que é dos melhores que já vi. A estação de saladas fica coberta por uma estufa que abre ao toque de um botão, evitando assim, o pouso de insetos indesejáveis. Os sucos e caipirinhas também são ótimos e o garçom que nos atendeu, uma graça!!
Em alguns dias da semana rola um happy hour com música. Deve ser ótimo, pois olha só o pôr-do-sol!

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Jantamos no Carcará, que é o restaurante de frutos do mar e comida típica mais recomendado de Jeri. O dono, paulista, vive há muitos anos na cidade. Como nosso bugueiro César, já nos havia apresentado a ele, veio falar conosco e nos levou para conhecer a cozinha. Recomendadíssimo!  😆

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foto da Soraya
O dia seguinte fomos a Tatajuba, para mais um passeio de lagoa. No caso, a lagoa da Torta é famosa pelos restaurantes que possuem um cardápio ao vivo.
O caminho até lá é muito bonito. Passamos por Mangue Seco, cruzamos um braço de mar de balsa

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e paramos no vilarejo de Tatajuba, que ficava em outro lugar, mas foi soterrado pelas dunas móveis há mais de 20 anos. Os moradores reconstruíram suas casa na Nova Tatajuba. Paramos para ouvir esta e outras histórias da boca de Dona Estér.

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Depois subimos a duna do Funil, de onde se tem um visual maravilhoso!

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(aqui embaixo, fica a área de uma lagoa, que em janeiro estava seca)
Chegando à lagoa, os bugueiros nos levam direto para a parte onde estão os restaurantes, que ficam à beira da lagoa, com mesas, cadeiras e redes dentro dela. O Riq já havia alertado que era meio farofada, mas não imaginava que fosse taaanto! Meus olhinhos já então acostumados com uma beleza meio agreste, de repente se viram deitados em uma espreguiçadeira, com um 4X4 estacionado logo atrás, vááárias mesinhas e cadeirinhas de plástico logo à frente, com seus guarda-sóis, redes esticadas logo à frente destes e um porco preto logo à direita entrando n’água!!
O garçom veio com o cardápio ao vivo (um tabuleiro cheio de frutos do mar e peixes). Escolhemos alguma coisa, porque não sabíamos exatamente o que cada uma de nós estava pensando… Depois de comermos, olhamos bem uma para outra, ainda não havíamos sacado a câmera para uma foto, e falamos: “vamos embora?”. Decisão unânime, subimos no bugue a caminho do nosso próximo destino, que seria a visita aos cavalos-marinhos.
No caminho, quando passamos por uma praia linda de morrer, totalmente vazia, pedimos para ele parar. Ficamos um tempão usufruindo daquela água transparente, meio morna, com uma leve correnteza.

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No livro do Riq, “100 Praias que Valem a Viagem”, ele escreveu: “….Na praia, só você….Você sabe que, se quiser ver gente, é só ir até lá (a lagoa). Mas quem disse que você quer? Está tão bom assim.” Pois é. Estava mesmo  😆
Depois de refeitas, continuamos no bugue até Mangue Seco, onde um braço de mar que adentra o rio Guriú, forma uma área de mangue que é berçário de cavalos-marinhos. Eu nunca tinha visto. Sei que em Porto de Galinhas também existe uma área assim, mas nunca estive lá.
Adorei! Vimos bichinhos de várias cores (amarelo, roxo, preto, etc.).

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Bem, de volta para Jeri, paramos novamente antes da chegada à Vila para mais um banho de mar e contemplação deste visual:

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Finalmente, no sábado, fizemos um passeio que havíamos solicitado ao César. Uma praia ou lagoa deserta, sem muvuca. Ele nos levou para praia de Barrinhas, com uma parada na Lagoa da Pinguela.

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Sem palavras. Na Lagoa, não havia ninguém. A água transparente e morninha e a praia de areia branquinha. Paraíso!

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Depois na praia de Barrinhas, apareceram uns três ou quatro pescadores que pegaram seus barquinhos que estavam ancorados ali. Fora isso, só nós. A beira d’água, se acumulam algas, mas passando essa parte, o mar fica limpinho, calmo e morninho. Uma piscina! O César disse que nós passamos uma hora e meia dentro d’água. Será? Nem percebemos  😆
Deixamos o último dia para mais um relax no Club Ventos. A propósito: posso estar enganada, pois ainda não cheguei nem perto de ter coberto todo o nosso litoral, mas não conheço nenhum lugar como o Club Ventos em outro destino de praia. O lugar é tudo de bom!!

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No quesito baladas, fomos ao Sky, ao For All e ao Mama África, que estava bem vazio, mas o lugar é bem bacana.
Infelizmente no dia seguinte tivemos que pegar o transfer para Fortaleza. Marcamos às 14 horas com o Claudionor. Aproveitamos a manhã para uma caminhada na praia, um passeio nas lojinhas e o almoço no Sabor da Terra, que havia sido recomendado pelo César, mas estava fechado nos outros dias em que tentamos ir.  Moquecas, siris, lagostas; tudo uma delícia!
Assim, deixamos Jeri um pouco contrariadas. Mas para compensar, como era 2ª feira, chegamos à Fortaleza e fomos ao Bar do Pirata!! Ê férias gostosas! Mal posso esperar pelas próximas! “

Com a família Luz à Ilha de Páscoa

Iorana                                                                                               11/02/09

Cara síndica Majô.

Nós, condôminos da família Luz, pedimos mui respeitosamente que publique o nosso post sobre a viagem ao Chile com passagem por Santiago ( 3 noites, 1 na  ida e 2 na volta) e Ilha de Páscoa ( 5 noites).
A participação dos condôminos será da seguinte maneira : Débora, a esposa fará um fotolog ao final do relato; Renata,a filha participará com todas as fotos panorâmicas e devidamente identificadas e legendadas e eu, Eduardo, relatarei toda a expedição.
Esperamos que este pedido seja deferido !

Grato. Dé, Re e Edu.

               Só não vimos coelhinhos na Ilha de Páscoa

Iorana !
Muita gente nos perguntou por que escolhemos a Ilha de Páscoa? Ou melhor, onde ficava ? Ou ainda, o que fazer lá ?

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Bem, leia este post que estas questões serão devidamente esclarecidas.

Como uma pista pra entender o porque, está Santiago.  Cidade a 45 min da Cordilheira dos Andes e a 90 min do mar, onde a visita a Viña del Mar e Valparaíso é obrigatória, é a capital de um país em que ao sul temos o verde úmido da Patagônia e dos lagos, ao norte, o sol desértico do Atacama e como bonus, é rodeada de vinhedos de boa qualidade !

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Passear por Santiago ( ainda que seja por uma noite na ida e duas na volta) já vale à pena. Fomos ao Museu da Moda ( uma dica do Riq) que é interessantíssimo e está com uma exposição maravilhosa que mostra o paralelo entre a Guerra e Sedução ! Pena que não se pode tirar fotos, a não ser da placa !

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Ainda fomos na Cebicheria La Mar, aproveitando pra conhecer um restaurante que deve abrir brevemente uma filial aqui em SP. 

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Já no outro dia, embarcamos pra Ilha de Páscoa que é (guardadas as devidas proporções) uma Fernando de Noronha do Chile, só que com uma pequena (grande) diferença. Ela fica a 3900 km da costa chilena, em pleno Oceano Pacífico e é considerada o território mais distante de qualquer outro lugar habitado no planeta. Inclusive, é chamada de ” o umbigo do mundo” !

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 Mais conhecida como Rapa Nui ( alguém se lembra do filme com o Keanu Reeves ?) , a ilha  é triangular, tem 160 km2 com a maior dimensão de 22 km e  lá existem mistérios até hoje não totalmente decifrados.

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Por que ir pra lá ? A teoria da família Luz ( nós mesmos) é a seguinte : se gostamos de um aeroporto em qualquer conexão, a cidade já é candidata a uma próxima viagem. E foi o que aconteceu quando fomos à Polinésia e fizemos uma breve parada por lá !

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O que faltava ? Uma hospedagem de primeira. Quando descobri que a rede chilena de hoteis explora tinha inaugurado um lá no começo de 2008, o projeto da viagem se viabilizou.

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Enfim, chegamos a Rapa Nui que pra quem não sabe, significa “grande pedra”! Como todos os passeios estavam incluídos, a única grande questão seria escolher o que fazer !

FOTO da Re : panorâmica da ” fábrica dos moais” 

   
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Inicialmente, optamos por conhecer a “oficina” dos moais, o monte Rano Raraku. Eles eram esculpidos lá ( mediam de 6 a 12 m de altura) e transportados por kms até os ahus, as plataformas que se localizavam normalmente perto do oceano e este transporte se realizava através de pedras redondas ( com eles em pé!), de troncos de madeira e segundo alguns, usando legumes tais como batata pra diminuir o atrito . Fico imaginando a reclamação quando a esposa fazia purê pro almoço !!   

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Existiram 3 tipos distintos de moais que foram feitos em épocas diferentes, todas com menos de 1000 anos de idade .

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Almoçamos ( e não tinha purê !) na praia ou melhor, num “cenário” montado pelo explora com direito à piscina natural e  tudo o mais.

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Ainda demos um pouco de sorte e à tarde fomos a única cidade da ilha, Hanga Roa, onde os 4000 habitantes comemoravam o seu carnaval, uma das atividades do Tapati, a grande festa anual dos Rapa Nui que dura duas semanas com as mais variadas competições ( dança, natação, pesca) e é inter-familiar.

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Todo mundo peladão (qualquer semelhança com o nosso carnaval é mera coincidência!), com o corpo enlameado e pintado. É quase uma disputa entre o Caprichoso/Garantido onde a finalidade é eleger uma Rainha !

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No 2º dia, fomos caminhar ( uns 10 km) pela costa. Começamos pelo Ahu Tongariki, a plataforma mais famosa da ilha como os seus 15 moais ( estes foram reposicionados pelo governo japonês). Frize-se que os moais representavam  os chefes das tribos e é claro que a disputa para ter o maior era intensa ! Os chapéus são chamados de “pukao” e não tem uma explicação definida a não ser a possibilidade do moal ficar maior ainda !!  

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Todos os moais foram recolocados no seu lugar já que em algum momento, todos eles foram derrubados. Segundo as teorias existentes ou eles foram empurrados ( normalmente pra frente pra que seus olhos não vissem quem fez isso) devido a uma guerra interna e/ou devido a um tsunami que aconteceu há 100 anos.

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Acabamos esse tour na praia mais famosa ( e uma das duas únicas com areia em toda a ilha), a Anakena, onde mais uma vez, o explora montou um de seus almoços e ainda aproveitamos pra tirar uma foto oficial internacional do pin VnV.

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 FOTO  da Re – Vista da praia de Anakena, uma belezura!

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À tarde, fomos caminhar mais um pouco pela costa Noroeste. Vimos como os Rapa Nui viviam e entramos em cavernas ( são muitas, devido a formação vulcânica da ilha) com direito à vista pro mar no meio de penhascos.

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Terminamos o passeio no Ahu Tahai, próximo ao Museu e no lugar onde está o único moal com olhos.

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Estes olhos são falsos pois todos eles foram roubados e os únicos originais se encontram no próprio museu. Diz-se por lá que os olhos são a alma dos moais e por isso, eles só eram colocados neles quando já estavam nas plataformas.

No 3º dia, encaramos a subida até o ponto mais alto da Ilha, o Maunga Terevaka.

FOTOS da Re – Panorâmicas do morro Terevaka, onde  meditar é obrigatório

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Foi cansativo ( mais de 4 hs), mas valeu ! Imagine um lugar onde você tem uma vista de 360º da Ilha com direito a ver como  skyline só o Oceano Pacífico? Lindo e deu pra meditarmos profundamente ( a Dé adorou!)! Oooooommmmmmmmmmm.

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À tarde fomos conhecer o processo e a técnica da construção dos ahus, as plataformas. Inclusive, é expressamente proibido pisar na área destinada a elas já que são consideradas sagradas. Vimos pelo menos 3 tipos distintos, demonstrando que os Rapa Nui detinham conhecimentos de arquitetura, engenharia e astronomia.

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Aproveitamos pra conhecer o Oceano Pacífico na sua plenitude. Ondas enormes …

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 … água azul clarinha …

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  .. formações rochosas …

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 e entendemos o porque da água mole em pedra dura ….

FOTO da Re –  … explicando o tanto bate até que fura.

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No 4 º e último dia, fomos ao Orongo, segundo todos ( e confirmamos), o passeio mais bonito da Ilha de Páscoa.

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Mais uma super-caminhada e na subida!

FOTO da Re –  a cratera num ângulo muito bonito

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3 hs depois encontramos uma cratera com 1,6 km de diâmetro, no fundo do vulcão Rano Kau e onde existe um micro-habitat especial, talvez o único lugar com a vegetação original Rapa Nui !

Um espetáculo completo onde a água ( o lago) do fundo da cratera mais parecia um mapa-mundi vitrificado!

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 FOTO da RE – Super panôramica da cratera do vulcão

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Demos a volta em toda a  borda da cratera e terminamos no Parque Nacional Rapa Nui, o lugar onde acontecia a tal competição dos homens-pássaros, que não era exatamente como no filme já que eles não pulavam dos rochedos ( certamente morreriam!) e sim, desciam, nadavam até a ilhota (da foto abaixo), tinham que achar o ovo de uma fragata e voltavam nadando ao “continente” com ele! O primeiro a chegar era declarado o homem-pássaro e o seu patrocinador, o rei da Ilha por um ano! 

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Como estávamos cansados e o sol estava batendo forte, optamos por ir à tarde ao Ahu Tongariki ( o dos 15 moais ) pra tirar as melhores fotos da viagem pois a iluminação ajudava e muito.

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Aí foi só empacotar tudo e passar mais duas noites em Santiago com direito a um passeio espetacular por La Chascona, a casa do gênio Neruda…

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 … uma ida a casa do excelente chef peruano Gaston Acurio, o Astrid y Gaston

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…. e a nossa aventura terminou.

E terminou com uma certeza : a de que a Ilha de Páscoa vale uma visita,  pois a natureza é belíssima, a cultura Rapa Nui é muito interessante e apesar do mistério todo, você consegue entender bastante sobre o porque dos moais estarem por lá !  Ou o no mínimo, você verá o céu mais lindo e limpo que nós jamais vimos e  um nascer-do-sol como este :

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 Até a próxima ! Maururuu !

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Fotolog da Débora.

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Nada como uma cama confortável e uma sopa revigorante. Se é explora, então …

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A recepção foi amigável !

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Foi incrível descobrir que lá tem mais cavalos do que pessoas.

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Isto é uma plantação de moal ?

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Eu gosto das coisas bem feitas! Eu juro que nós tentamos endireitar este moal.

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Não tem areia nas praias. Mas as piscinas naturais são coloridas e transparentes.

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Eu bem que falei : Olha a onda !!!

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Carnaval na Ilha de Páscoa : GRES Tradição Rapa Nui.

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Como em toda turma, sempre tem alguém  mais estiloso.

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Apesar da quantidade de cavernas, só tive coragem de entrar numa gruta que na verdade era um observatório astronômico.

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Momento esotérico : tocamos no umbigo do mundo, que é uma  pedra arredondada e super-energizada. Estranhamente, as bússolas não conseguem definir o Norte quando estão perto dela! 

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 Esta é a turma do design.

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Só tem uma praia com areia na ilha, a Anakena. E ela é incrível!

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7 moais. A única plataforma que não é próxima ao mar.

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Mais uma das teorias é que os ETs colocaram os moais por lá. Nós vimos um !!

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Andamos, andamos, andamos ….

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E chegamos ao ponto mais alto da Ilha. Impossível não refletir neste momento. Namasté !

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As paisagens são de tirar o fôlego.

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Prepare-se pra jogar fora as suas meias depois de tantas caminhadas.

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Ô carinha mal encarado! E aproveite pra perceber a falta de árvores em toda a Ilha.

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Foto auto-explicativa.

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Sem rádio, sem tv, sem telefone. O único som é o da natureza. E a impressão que tivemos é que todos os dias tiveram exatamente 24 hs muito bem aproveitadas.

Boas viagens !

Nota da blogueira: eu não disse que vinha  post  pedaçudo ?  Palmas para a família Luz !!!!!! 

Não deixem de visitar o blog do Edu Luz, Da Cachaça Pro Vinho pra aguçar as papilas gustativas 😉