Carroussel do Louvre e Mariage Frères

Na busca de free wifi que não encontrei com facilidade,  fui à loja da Apple no Carroussel do Louvre  onde com certeza teria conexão rápida. Aliás, tanto na viagem à Nova York quanto nesta à Paris, me surpreendeu a ausência de free wifi nas ruas e lojas. Acreditava principalmente que em Nova York  fosse banal, mas não é. Enfim, na Apple tinha certeza  que encontraria, e lá fui eu.

O Carroussel do Louvre é um centro comercial  subterrâneo, onde está a Pirâmide Invertida ou La Pyramide Inversée. 

Crédito :Wikipedia

A Pirâmide do Louvre, na verdade, são 4, 1  grande e 3 pequenas (2a. foto), projetada na década de 80 no governo Miterrand, causou muita controvérsia. Mas, no final, a leveza das pirâmides em vidro, contrastando com a imponência clássica da arqutitetura do Palácio do Louvre,  resultou em contraste muito interessante. Há uma entrada para o Museu do Louvre  nas galerias abaixo da Pirâmide, onde a fila costuma sem bem menor.

Ao  sair da Apple, parei em frente à  uma loja da Mariage Frères, onde entrei para almoçar. O ambiente guarda o respeito da tradicional marca de chás, fundada em 1854 pelos irmãos Henri e Edouard Frères. São cerca de 600  blends diferentes, cada nicho desta estante da foto, tem uma latinha, e há um só funcionário que manipula cada uma com conhecimento absoluto do que faz.

O garçon ao se aproximar de sua mesa, logo lhe apresentará o menu e perguntará qual chá deseja, e a escolha é difícil. Enquanto você decide,  as latinhas pretas são abertas para preparar as infusões e inundam o ambiente com os  perfumes mais sutis que exalam e tocam nossos sentidos. Fiz minha escolha, o Noel e pedi uma salada com alcachofra, foie gras, vagem, camarões e salmon. Neste ambiente simples, mas de hábitos requintados, todos conversam baixinho, enquanto degustam seu chá.

 

Este bule de porcelana guarda a temperatura do chá por até 1 hora

Salada mais que perfeita.

Para sobremesa pedi crême brûlèe Splendeur du Tibet que é  aromatizado com Chá Marco Polo.

Nos corredores da galeria onde há lojas excelentes, a decoração de Natal com candelabros caindo do teto. Lindos !

Seguindo para o corredor da estação  do Metrô, há estas esculturas lindíssimas nas paredes. Um luxo !

A Malu deixou um comentário lembrando pontos importantes sobre o Carroussel do Louvre, aqui está:

maluparis Says:
January 15, 2012 at 9:53 pm 

Majozinha, por experiência própria, vale também registrar que as lojas, restaurantes e lanchonetes do Carroussel do Louvre ficam abertas até mais tarde, 22hs, e é um lugar ótimo para jantar sozinha, utilizar banheiros, se proteger do frio e/ou chuva e pegar o metro linha 1 que tem uma estação nesse espaço.

Aí está o mapinha com a localização do Carroussel do Louvre.

As lojas Mariage Frères:

Marais – 30 rue du Bourg-Tibourg, Paris 4e                        Restaurant – 12:00 à 15:00    Salon de Thé → de  15:00 à 19:00
Tél. : +33(0)1 42 72 28 11

Rive Gauche – 13 rue des Grands-Augustins, Paris 6e –   Restaurant – 12:00 à 15:00    Salon de Thé – de 15:00 à 19:00 Tél. : +33(0)1 40 51 82

Etoile – 260 Faubourg Saint-Honoré, Paris 8e                           Restaurant – 12:00 à 15:00         Salon de Thé – de 15:00 à 19:00
Tél. : +33(0)1 46 22 18 54

Madeleine – 17, Place de la Madeleine, Paris 8e                     Salon de Thé –  de 10h30 à 19:00
Tél. : +33(0)1 42 68 18 54

Louvre – Carrousel du Louvre – Place de la Pyramide inversée – 99, rue de Rivoli, Paris 1er                                                         Salon de Thé :  de 10h30 à 19h
Tél. : +33(0)1 40 20 18 54

Um pouco da história Mariage Frères aqui.

A  série de posts desta viagem:

Marais chez moi

Poîlane, tradição perpetuada na família

Caminhando e me emocionando

Carroussel do Louvre e Mariage Frères

Jacques Génin, impecável

Caminhando e me emocionando

Caminhar pelas ruas de Paris é  considerado o melhor programa, diria uma unanimidade.

Desço do Metrô 2 estações antes, e mesmo com  muito frio vou caminhando para me deslumbrar com os monumentos.

E aí divido com vocês algumas fotos,  que tal identificarem 😉

 

 Flores lindas sempre !!

Desejo a todos os frequentadores do blog, aos amigos de longe e de perto, aos que comentam e aos silenciosos,  um FELIZ 2012 !!!!!!

Acabo de receber relatório de 2011 do WordPress com estatísticas de 2011  que compartilho com vocês.  Obrigada mais uma vez !!!

WordPress.com presents

Filigrana   2011   in blogging:

Happy New Year from WordPress.com!

Crunchy numbers

The Louvre Museum has 8.5 million visitors per year. This blog was viewed about 97,000 times in 2011. If it were an exhibit at the Louvre Museum, it would take about 4 days for that many people to see it.

 

A série de posts desta viagem:

Marais chez moi

Poîlane, tradição perpetuada na família

Caminhando e me emocionando

Carroussel do Louvre e Mariage Frères

Jacques Génin, impecável

 

Poîlane, tradição perpetuada na família

Antes de mais nada, agradeço ao Conexão Paris, blog  in-dis-pen-sável para quem vai a Paris, da querida Maria Lina. Suas dicas e de seus “pitaqueiros” são preciosas !

A Poîlane,  uma das melhores e mais antigas boulangeries de Paris, abriu este ano, uma padaria/restaurante no Marais, onde você pode  tomar café da manhã, almoçar ou jantar. Meu primeiro almoço foi lá, onde me deliciei com suas tartines.

Pedi a Tartine au jambon cru  com saladinha e molho divino, acompanhadas de taça de vinho muuuito bom.

E, sobremesa Paris Brest, djilicia 😉 Para quem não sabe, esta sobremesa é um clássico, criada em 1891. A massa é de éclair e o recheio é um creme de amêndoas levíssimo. Sobre a corrida Paris-Brest-Paris, você pode ler aqui. O doce tem o formato do pneu de bicicleta 😉

Café para arrematar com colher biscoito delicioso.

A cuisine de bar, onde 2 mocinhas preparam rapidamente, na nossa frente,  as tartines, e o serviço das mesas é feito só por estes 2 garçons que correm o tempo todo.

Reparem como os preços são bons, apesar da Poîlane ser uma referência em Paris. Uma tartine com salada por 13 euros.

 Na saída claro,  compra-se croissants e pain au chocolat para levar para casa.

Cheguei um pouco depois de meio-dia e encontrei lugar sem problemas, mas perto de 13:00 enche. Almoço servido até 15:00h.

Eu ia a Poîlane a pé do apê subindo a Rue Turenne, como veem no mapa.

Voltei mais uma vez, na 6a. feira. Sentei em frente ao balcão de onde tirei as fotos da montagem das tartines que estão acima.

Pedi tartines de foie gras com figo, uma combinação magnífica. A saladinha com molho “secreto”. Explico: perguntei ao garçon se vendiam o molho, ele sorriu e disse que não, a receita é secreta 😉 O molho é simplesmente diviiino !

                     

A sobremesa foi em outro lugar que contarei em outro post.

Um pouco da história da Poîlane:

A Poîlane usa um método antigo de fazer pães. Criada em Paris em 1932 por Pierre Poilâne para fazer pães de qualidade com um método que aplica fermentação natural, farinhas moídas em pedra mó e fornos a lenha. Em 1970 seu filho Lionel deu continuidade aos negócios com a mesma e tradicional linha de pensamento de seu pai. Ele treinava seus padeiros para terem uma visão muito mais prática do que meramente técnica dos fatores envolvidos nas fornadas de um bom pão. Os fornos não têm termômetros e a acuidade táctil e visual são as diretrizes que guiam os padeiros para reconhecer  o tempo certo de retirar os pães do forno.

Lionel faleceu no ano 2002, num acidente de helicóptero que matou também sua mulher,  mas a terceira geração deu continuidade à padaria pelas mãos de  sua filha Apollonia que segue os mandamentos do pai.

Hoje os pães Poilâne saem de 24 fornos numa grande padaria, que são  idênticos aos da padaria de Paris, distribuidos pelo mundo inteiro. A única concessão feita por Lionel à modernidade, em nome da necessidade de grandes fornadas pela intensa procura, foi a introdução de misturadeiras de massa potentes e grandes o suficiente para misturar quilos de massa.

Os pães Poilâne típicos saem com 2 kg e são elaborados com 30% de uma variedade ancestral de trigo, rústico com uma casca mais resistente que protege os nutrientes e tem mais vitaminas e proteínas que o trigo comum. Esta variedade se denomina Triticum aestivum.var.spelta sendo menos doce  do que o trigo comum. É um grão ancestral tendo sido cultivado no Irã, 5000 a 6000 anos antes de Cristo.
Lionel seguia um princípio e não admitia que fosse diferente. Cada um de seus padeiros eram responsáveis pelos pães que produziam, desde o início ao final do processo, sem etapas ou linhas de produção descontinuadas.
Eram então treinados a apurar todas as qualidades que os bons pães devem ter. As massas são colocadas em cestos ( banettons ) para descansar, e então vão ao forno de lenha pré-aquecido e vaporizado com tinas de água e toalhas úmidas.
Marais  –  38 , rue Debelleyme ,  Paris 3ème    tel +33 (0) 1 44 61 83 39
Horaires  d’ouverture : Du mardi au dimanche de 7h15 à 20h15 –  terça a domingo de 7:15h às 20:15h
Saint-Germain-des-Prés – 8,  rue du Cherche-Midi, Paris 6ème    Tel: +33 (0) 1 45 48 42 59   
Horaires d’ouverture : Du lundi au samedi de 7h15 à 20h15  – de segunda a sábado de 7:15h às 20:15h
A série de posts desta viagem:

Marais, chez moi

Sim, estou aqui, a duas quadras  da Place des Vosges, bela, belíssima !

Pela 1a vez troquei St Germain pelo Marais, o bairro cool,  muitos e ótimos  bistrôs, lojas de excelentes  estilistas   e  inúmeras galerias de arte.

Pardon, mas vou sair e mais tarde conto mais. Bisous

Aproveitei uma promoção da Luftansa que começou a voar do Rio para Europa, com passagens mais baratas que Rio-Nordeste, e vim matar as saudades desta cidade pela qual tenho paixão.

Depois de deixar mala no apê,  fui a pé até a  espetacular Place des Vosges, a mais antiiga de Paris, de onde sai uma ruazinha, a Rue Béarn, onde há um bistrô, o Le Petit Marché.

Pedi a formule do dia, parmentier canard, acompanhado de saladinha de folhas novinhas  e molho levissimo e saborosissimo, e de taça de vinho superbe.

Sobremesa,  maçãs com chocolate amargo, nham.

Ambiente charmoso e aconchegante, em noite fria. Atendimento atencioso e simpático.

Encontrar a Rue Béarn bem discreta que tem um charme especial, e sentar neste bistrô charmoso, ganha-se a noite ! Não consegui colocar as fotos porque o cabo da câmera  não veio, mas podem aguardar 😉                        Voilà, aí estão as fotos 🙂

Como estive  numa 2a. feira, à noite, estava calmo como podem ver. Mas, no sábado estava lotado, portanto, é preciso fazer reserva para garantir. Frequentadores: franceses, não percebi turistas, descontando euzinha.

 

Le Petit Marché – 9 Rue Béarn, 75003 –  tel: +33 1 43 14 98 53

A série de posts desta viagem:

Marais chez moi

Poîlane, tradição perpetuada na família

Caminhando e me emocionando

Carroussel do Louvre e Mariage Frères

Jacques Génin, impecável

BUE2012 você vai ?

Já começam as articulações para o próximo encontro da Bóia. Tivemos o VnVRio2010, VnVNY2011 e agora  teremos VnVBUE2012. Vibanas (copyright )  que não passam sem uma escapada para  Bzaires, ou iniciantes, bora pra BUE2012  de 28/4  a 01/5/2012 😆

Passear por estas ruas é uma delícia 😉

Sylvia Says:
September 21, 2011 at 2:04 pm

Ao combinarmos este encontro pelo twitter , acertamos que do dia 28/4 a 01/5 teremos programas em BUE, a serem definidos: almoços, jantares , alguns eventos e  caminhadas diurnas.

Marcaremos horários e pontos de encontro , seguindo o programa com os que comparecerem ( os que se atrasarem podem telefonar para um dos celulares locais que vamos divulgar, para saberem em que local nos encontramos)

É muito provável que vibanas não participem de atividades turisticas , mas teremos bóias-especialistas para sugerir e orientar.
( bóia-cultural ; bóia-gastronomica; bóia-transporte; bóia-hospedagem; bóia-compras; etc)
* lembrando que as bóias-especialistas estarão sendo extremamente gentis em compartilhar seus conhecimentos e que não são guias particulares e nem responsáveis por erros ou acertos :D

A maioria dos melhores lugares para refeições são pequenos e não aceitam reservas para grupos.Então reuniremos 4 ou 6 pessoas e faremos varias reservas( para fazer uma reserva é preciso ter um numero de telefone).

Não haverá pré-pagamento de refeições, cada um será responsável pelo seu consumo e o fará diretamente no caixa
( eliminado assim o stress inevitável do fechamento das contas).

Alguns dias poderemos ter mais de uma atividade programada para o mesmo horário, dependendo dos interesses dos grupos.

Minha sugestão é que todos leiam os posts sb BUE no viajenaviagem.com , que façam suas reservas aéreas e de hospedagem com antecedencia , que verifiquem a necessidade de um seguro saúde e que cada casal tenha ao menos um telefone celular com chip local para que possamos nos localizar.

Umas com tanto, outras com nada

” Introdução:
Semanas atrás, numa tweeting conversation entre a Cláudia (link abaixo), Natalie (link abaixo), Carina (link abaixo), Patricia (link abaixo), Carmem (link abaixo) e  Marcie (link abaixo), surgiu a ideia de listar os lugares que cada uma considerava “viu-tá-visto”. Aí a conversa evoluiu e dedidiram fazer também uma segunda lista – com cidades ou países para onde voltariam sempre. Como a idéia parecia boa, uma comentou aqui, outra comentou ali… no fim,  a notícia se espalhou e conquistou dezenas de adeptos. Diante disso, decidiu-se fazer uma blogagem coletiva. “

 
Pois bem, gosto tanto das viagens que faço, que o maior problema é que sempre quero voltar, voltar e voltar. Para quem acompanha este blog,  sabe que um exemplo é  Buenos Aires,  uma cidade que me encanta cada vez mais, tendo voltado várias vezes.  Arquitetura européia, bairros elegantes ou descolados, hospedagem em hotéis muito bons ou aluguel de apartamentos,  restaurantes bons em qualquer nível da gastronomia, e o  melhor de tudo, câmbio excelente para nós nos últimos anos, gasta-se a metade do que gastaríamos em viagem pelo Brasil.

Mas,  a cidade número 1, hors concours para mim, é Paris.  Inesgotável ! Sou apaixonada pela cidade, seja pela cultura que exala, por sua história, a culinária de primeiríssima, seus prédios históricos onde esbarramos enquanto caminhamos, aliás caminhar  é o melhor programa. As praças, os jardins, as igrejas seculares, museus, tudo é belíssimo.  Então, vamos caminhar pela cidade um pouquinho  entrando pelo Jardim de Luxemburgo.

 

Lindos jardins e as cadeiras verdes para sentarmos e admirarmos tudo à nossa volta 

 

  

Depois de atravessarmos o Jardim de Luxemburgo, passamos pelo bairro de St. Sulpice

Uma paradinha para encher a garrafinha  nestas lindas biquinhas

 Caminhando mais um pouco chegamos ao Museu D’Orsay, meu museu preferidoem Paris  para uma visita

Saindo e caminhando pelas margens do Sena e suas pontes

 A praia dos parisienses 🙂

  

Chegando para Missa na Notre Dame

Onde está o marco zero de Paris

Chegando à belíssima Place des Vosges, no Marais

O passeio por Paris continuará, aguardem um pouco, não  😉

Eu retornaria também a Saint Malo, ao Mont St. Michel, Bruges, Amsterdam, Munique e todas as cidades da Bavária, Salzburg, Florença pra mim um museu a céu aberto da Itália, Siena, San GimignanoVeneza, Londres, Luzerne na Suiça,

e também à Taormina, na Sicília, puro charme, ai se pudesse pegava um avião e ia pra lá agora 😉

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Com vistas de tirar o fôlego e  tesouros históricos, como o Teatro Grego

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Erice

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Segesta

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Siracusa

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 No ano passado, no início do ano a viagem foi à Playa del Carmen, cidade de praia charmosa no México. Um destino com câmbio super favorável para nós brasileiros, contando com praias e sítios arqueológicos muito bem preservados e relativamente próximos à Playa, como Chichén Itzà e Tulum, assim como os interessantes cenotes.

Chichén Itzá

 

 Akumal

Tulum

 

 

 

links dos blogs participantes:
 
  

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Australia por CarlaZ – parte II

Continuando o relato de sua viagem à Australia., CarlinhaZ  no post anterior escreveu a introdução e detalhes práticos,  e neste suas impressões:

 

Minhas impressões

 

Sydney

Sydney é uma cidade muito legal! E uma cidade que queria ter conhecido no verão. Afinal se tem tanta gente prum lado e pro outro , correndo, surfando, pedalando, imagina no verão! Só peguei frio e vento! E vento é horrível!
Queria muito ter me hospedado na praia, em Mainly ou Bondi, mas ficar no centro, pra andanças foi ótimo!

 Adorei a Opera! É a referência de Sydney e é fotogênica e de frente pra ponte também charmosa. Cheia de barzinhos, restaurantes em volta e cheia de gente! Ok, a maioria devia ser turistas.


Estar lá nos dias de Vivid Sydney quando fazem um show de iluminação foi especial! Lindo lindo lindo. E mais legal que na opera é o show de projeções no prédio da Customs House, sensacional! Até peguei um videozinho no youtube se alguém quiser ver.

A Chinatown de Sydney tbm é passeio bem legal. Uma variedade de restaurantes! E de produtos made in China 😉
Outro lugar turistão mas que me senti a vontade foi na Darling Harbour. Sei lá, gostava de passear ali. E o Aquário de Sydney é imperdível! Com tubarões e até uma espécie de peixe-boi. Adorei a estrela do mar azul, procurei na Barreira de Corais…e nada! E as esculturas de Lego?  Amei!

Do lado tem o Wild Life. Eu não curto muito bicho e não queria ir no zoológico, mas lá é rapidinho e tem canguru, coala e crocodilo.


Passear pelo Jardim Botanico é uma delícia, mas é claro que a grande atração é o tal do morcego. Nossa são enormes, fiquei impressionada!

 

Como aonde tem esporte tentamos ir, em Sydney escolhemos o Rugby. Eu particularmente gostei mais do estranhão futebol australiano que vimos em Melbourne. Mas foi um passeio ótimo já que o estádio de rugby fica no Parque Olímpico de Sydney, usado nas Olimpíadas de 2000. E todos aqueles pensamentos…ai como serão as Olimpíadas no Rio! Teremos um parque legal desses…
Mas o parque é longe! Demoramos uma hora de trem pra chegar mas nem sentimos. E também os pensamentos…como será o transporte até o parque olímpico no Rio? Ai!

 
Tivemos muita sorte com o tempo só céu azul! Dias lindos! Mas na hora que pegamos o ferry pra Mainly, fecha o tempo totalmente! Até desanimamos de fazer o passeio pelas praias. É a única coisa que fico triste de não ter feito em Sydney! Mas alugamos bicicletas e fizemos um passeio legal e uma parte do passeio das praias. Fomos até um mirante onde dizem que seria possível ver baleias, mas infelizmente elas não estavam por lá.

Já no dia que fomos a  Bondi o dia estava lindo o tempo todo e fizemos o passeio completo! Até Coogee. Adorei. Mas se eu tivesse pensado só um pouquinho teria feito Coogee – Bondi, pra aproveitar Bondi. Eu que adoro andar, achei um passeio muito legal, mas é puxado e ventava muito e junto vinha o frio! Adorei as piscinas de água natural! E tinha gente correndo o tempo todo! Como eles conseguem correr nesse frio!

Piscinas de água natural

Roteiro perfeito pra explorar Sydney é o apresentado pela Carol no Travel Forever aqui.

Blue Maountains

Em um dos dias de Sydney encaramos pegar mais frio e chegar nas montanhas. Trem até Katoomba e fomos pras Blue Mountains . É um parque lindo e tão bem estruturado que fiquei impressionada! Trilha feita em passarelas, trem, bondinho, teleférico, dando acesso a todos! Nós, que curtimos mais aventura e acostumados a trilhas mais selvagens ficamos admirados e apesar de achar a trilha molezinha, foi um passeio bem legal.

 

Parte 8 – Great Ocean Road

Great Ocean Road

A Great Ocean Road é uma estrada costeira que pegamos no início, em Geelong, cidade próxima a Melbourne, e fomos até uma cidadezinha chamada Port Campbell. Uma estrada cênica que tem como ponto alto os 12 apóstolos.

Os 12 Apóstolos foram esculpidos ao longo dos anos pela força do mar, que vai batendo nas falésias, formando uma espécie de ponte que desaba, deixando as pontas de fora.

No caminho há vários mirantes, possibilidade enorme de encontrar cangurus e coalas. Alem das cidades do caminho.

A Great Ocean Road foi um bom descanso no meio das férias. Depois de dias andando sem parar em Sydney ficar um dia e meio no carro foi um alívio.

Há vários passeios de um dia ou dois organizados, mas preferimos alugar carros pra ficar mais independente.

Melbourne

Melbourne me surpreendeu desde que comecei a ler sobre a cidade. Não e cidade tão grande quanto Sydney, vida noturna agitada, muita gente na rua, muitos bares, restaurantes, cafés, esculturas pelas ruas e até a parte de praia. Afinal tudo que lia me fazia ter vontade de ir a St. Kilda. E ainda tem a paixão pelo futebol australiano que por mais que eu tivesse lido nao imaginava que era assim!

A cidade é uma graça, super fácil de andar de tram e o ponto inicial sabia que seria a Federation Square. Adorei a Federation Square, que parece que é o lugar por onde todos passam! Com um centro de visitantes enooorme no subsolo e o Australian Museum of Moving Image e até o Yarra River (o rio que corta a cidade) no final! E ainda tinha um jazzinho rolando de um evento da cidade.

Em dias de jogos de Futebol Australiano no Melbourne Cricket Ground uma multidão passa pela praça e se direciona para o estádio. Fiquei impressionada, nos dois dias de jogo que eu estava lá, da quantidade de gente. Já tinha lido que era um esporte bem popular, com regras confusas e sempre assistíamos nos bares, mas é diferente quando presencia um monte de gente indo pro estádio, com família, grupo de amigos, de amigas, até grupo de senhoras (!) e cada um torcendo pra um time e andando junto! O jogo que assisti estava lotado, as torcidas sentam misturadas mesmo e torcem só no Óooo e aplaudindo. Uma elegância.

St. Kilda é a praia de Melbourne, com gente andando na orla, domingo rola um feirinha, as ruas cheias de bares, restaurantes e cafés, parece mesmo que se está fora de Melbourne. No dia que fui estava com muita névoa. Muita mesmo! Se eu não soubesse que ali era praia não acreditaria. Paramos então num desses bares/cafés/restaurantes sei lá, mas nada da nevoa ir embora. Andamos até o Albert Park, que é o lugar da Formula 1 da Austrália e passeamos um pouco pelo enorme parque.

Live Aboard

Desde que vi as passagens pra Austrália a única coisa que tinha certeza era que queria mergulhar na Barreira de Corais. Uma amiga tinha feito esse liveaboard, voltou só com elogios. Pronto! Vou fazer tudo igual!

Foi sem dúvida o ponto alto da viagem! Amei!

O barco que ficamos era o Ocean Quest que é todo adaptado pra mergulho e tem capacidade pra 48 passageiros. com refeitório, uma área comum seca com bar e uns sofazões e do lado de fora um deck de mergulho e outros 2 com cadeirinha e espreguiçadeiras e só.

Foram 3 dias que a rotina era mergulhar, comer e pegar sol. Dava pra fazer ate 5 mergulhos por dia, inclusive um noturno.

O barco fica perto dos recifes e só navega pouquinho, pra mudar de point de mergulho e todo dia chega outro barco que leva e busca passageiros. Os dois primeiros mergulhos são feitos nesse outro barco, que faz passeios de um dia pra barreira de corais.

A noite com mergulho noturno com tubarões foi algo inesquecível! Do barco já dava pra ver tubarões e eu que sou a mais medrosa do mundo estava super animada! Super curiosa pra mergulhar com eles! Adorei! (Confesso que fiquei com medo de pisar na hora que pulei do barco, será que pisaria, mesmo…)

Foram dias incríveis!

 Cairns & Port Douglas

A nossa última parada foiem Cairns. E chegamos lá sem plano nenhum!

Ficamos apenas um final de tarde e noite e como só li comentários negativos, me surpreendi. O passeio na orla foi delícia e com direito a por do sol e para jantar muitas opções. Só as lojas que estavam fechadas.

No dia seguinte partimos para Port Douglas onde finalmente fomos à praia.

Port Douglas já é menor, tem um centrinho tipo Búzios com restaurantes, bares, cafés e lojinhas mas uma praia só, a Four Mile Beach.

O point da praia é o local que fica o salva-vidas e é possível alugar barracas e espreguiçadeiras. As praias têm placas aterrorizadoras de crocodilo, água-viva, etc. Da até medo de entrar.

O jeito que eles curtem praia não é tão diferente do nosso não, só as crianças que usam roupas com protetor solar ao invés de biquínis e não tem barraca de praia e nem ambulante.

Tinha muita gente correndo na praia, me arrependi de não levar meus tênis.

A noite não estava animada, não sei se era por ser baixa temporada. Lojinhas fechadas, restaurantes vazios. Só os pubs e bares de hotel cheios.

Pegando o carro fomos mais para o norte para Cape Tribulation, indicação de uma das meninas do mergulho. Lá é o lugar vendido como onde a floresta encontra a praia.

Pra chegar na praia passamos por uma trilha que diziam ter 3 crocodilos morando lá. Pânico!

A praia me lembrou um pouco a do Toque. Na maré baixa seca seca seca com os corais lá no fundo fazendo piscinas. Coqueiros e matas do outro lado.

Percebi uma coisa muito curiosa nessa parte do entorno de Cairns, como o apelo para Rainforest é maior que para a  Barreira de Corais, praias etc.

Ainda passamos em Palm Cove, uma das praias no caminho.  Almoçamos um camarão muito bom. Pena não saber o nome do lugar.

 

Obrigada Carlinha, a-m-e-i as fotos e os posts  que são  um verdadeiro manual de viagem à Austrália 😉   Valeu !!

Australia por CarlaZ

Baía em Sydney

Mais uma contribuição ao Condomínio Filigrana, da querida CarlaZ  que acabou de chegar de uma linda viagem à Australia com Leo,  e nos conta tim tim por tim tim como tirar o melhor desta viagem.  Com a palavra a  CarlinhaZ:

A viagem começou pelo twitter, aparecendo uma promoção da Qantas e a pilha da Pri (Inquietos), que não canso de chamar de “a culpada”. E pilha com direito a agente de viagem cotando,e já sabem passagens compradas!

Para entender mais da Austrália fiz muitas pesquisas no Mikix, no Drieverywhere, no Travel Forever e em alguns outros blogs que descobri pelo caminho, quase todos de moradores (como o blog da Marina Fanti). Também foi feito um post-enquete no Viaje na Viagem que consegui pegar várias dicas legais.

Pelo que percebi a maioria do conteúdo em português na internet sobre a Austrália é de dicas de estudar ou morar lá, turismo é bem pouco.

Sites em português que usei bastante: www.portaloceania.com e http://www.australia.com/pt-br/

Dos guias que comprei o que mais gostei foi o Fodors.

 O visto

O visto é uma parte bem chatinha da viagem. E bom que seja planejado com antecedência para não ter problemas. No site da embaixada tem um formulário e uma lista de documentos necessários. Lembrar de autenticar todos os documentos.

 Fiz tudo para tirar sem auxílio de despachante, mas na ultima hora fiquei insegura, principalmente se chegaria até a embaixada, e através de amigos entrei em contato com a agência de amigo deles que checou minha documentação e enviou para a Embaixada.

O visto da Austrália não é colado no passaporte, recebemos por e-mail, está num sistema e é conferido pela empresa aérea.

 

A viagem

Quando digo a viagem digo realmente o vôo.  Afinal dois vôos de 15 horas fazem parte dos relatos de viagem!

O vôo foi feito com a Qantas e não tenho nenhuma reclamação! Como não opera no Brasil o vôo foi feito por Buenos Aires e o trecho Rio-Buenos Aires de Gol. Depois desse vôo eu posso dizer que sou muito tolerante com vôos longos e com horas de viagem, foram 15 horas acordada na ida e na volta! A minha estratégia é dormir na hora de dormir pra não deixar o horário todo trocado.

 Na ida não tive nenhum problema de Jet-leg. Na volta sofri um pouquinho mas afinal foram 30 horas acordada, e depois fiquei uma semana acordando bem cedo.

A Qantas foi ótima. Comida comível, vinho, cerveja tudo. Depois ainda passam com sorvete, lanchinhos (mais de um) com biscoitos, barra de cereal, alfajor, chocolate quente, etc Entretenimento de bordo com filmes recentes, series, documentários, jogos e ainda levei meu netbook com as séries que acompanho.

 Na ida ainda teve o entretenimento alem da janela, a nuvem do vulcão, as placas de gelo antártico e aquele por do sol ou nascer do sol, sei lá, interminável, afinal só teve dia, nada de noite! 22 horas de dia claro.

Já a volta não teve tanta graça, só queria chegar logo em casa!

 As malas foram direto pro destino, não precisei pegar em Buenos Aires. Tinha ficado muito na dúvida se esse esquema funcionaria, e deu certo.

 

 O roteiro

Fazer um roteiro é realmente difícil em qualquer viagem, mas essa que compra a ida e volta numa promoção sem saber o meio ainda mais! E num país que nunca pensou em conhecer! E gigante como é a Austrália!

Enfim alguns lugares que fui conhecendo e gostando durante os “estudos” como Uluru e Whitsundays ficaram de fora do roteiro, que ficou assim:

 6 dias em Sydney (um dia em Blue Mountains indo de trem)

4 dias em Melbourne (Great Ocean Road de carro durou 1 dia e 1 manhã)

Melbourne

5 dias em Cairns (3 dias de liveaboard e 2 pelas praias do Norte de Cairns, com baseem Port Douglas)

 

Detalhes Práticos

Passagens internas

Sydney-Melbourne e Melbourne-Cairns pela Tiger Airways (companhia lowcost que no momento está com alguns probleminhas na Austrália) É lowcost e esperava um nível Ryanair. Paguei pra despachar mala, consegui reservar assentos sem pagar no check-in do aeroporto e os vôos saíram na hora. Não  tenho nada a reclamar, deu tudo certo. E agora que cheguei e vejo que 10 dias depois a companhia parou de voar só penso: Ufa!  O hub deles é em Melbourne num terminal totalmente improvisado. Um galpão que a esteira fica num lugar sem paredes, só grade, um frio! A poltrona do avião praticamente não reclina e comida é paga. No galpão tem uma lanchonete e uma banca de jornal e só.

 

Cairns

Cairns-Sydney pela Qantas

Vôo ótimo! O início do vôo lindíssimo com vista da Grande Barreira de Corais. Teve jantar. E foi uma das únicas vezes posso dizer que realmente gostei da comida. Entretenimento de bordo excelente com quase tudo do vôo internacional. As poltronas eram ainda mais confortáveis que do vôo internacional. 

 Aluguel de carro

Em Melbourne para fazer a Great Ocean Road alugamos no próprio aeroporto, pesquisando os preços lá mesmo, resolvemos pela Budget.

 

Em Cairns na A1, que foi a única que deixou alugar na cidade e devolver no aeroporto. O mais incrível não devolvemos a ninguém apenas deixamos no estacionamento do aeroporto. E o medo de dar errado!

 

Great Ocean Road

Ah e ainda teve a experiência de dirigir ao contrário! Não fui eu, afinal nem sei dirigir, mas mesmo assim sempre errava a porta pra entrar.

Passeio praias

 Nas duas agências pediram a carteira de motorista internacional. Para quem vai pra Austrália recomendo fazer.

 Hotéis

Tentei economizar o máximo em hotéis e hospedar em algum lugar de fácil acesso aos aeroportos. Média da viagem de US$100 por noite. Pra isso tive que pesquisar bastante. Os hotéis foram bem fraquinhos, mas vou passar aqui do mesmo jeito.

 SydneyTravelodge Sydney reservado pelo hoteis.com com preço muito bom.

Hotel padrão simples, sem café da manhã, mas com microondas e geladeirinha vazia no quarto (não usei). Não espere nada dos atendentes e nem conte com eles.  Muito fácil para ir e voltar do aeroporto usando o Airport Link até estação Museum, no Hyde Park. Perto de muitas atrações no centro, com rápida caminhada chega a qualquer lugar. E fácil usar transporte público, os ônibus passam bem perto logo atrás do hotel. Muitos lugares ao redor pra tomar café da manhã.

 Melbournenão recomendo. All Seasons na King Street

Reservado no site da Accor. Fácil acesso ao aeroporto pelo Skybus já que é a pé da estação. Mas a área estava bem deserta afinal é no centro e passei sábado, domingo e feriado. Tudo fechado. Mas andando já é fácil chegar na “muvuca”. O outro problema era uma nightzinha do lado do hotel. Com música alta, bêbados na rua etc. Café da manhã básico, mas meio confuso. E o quarto é o mais simples da minha vida, não tem mais aonde economizar!

 CairnsAll Seasons Cairns

É outro padrão comparado com Melbourne. O hotel é mais charmoso, atendentes mais educados, café da manhã num salão super arrumadinho, quarto bem melhor, bom mesmo. A pé da Promenade. E do lado das lojas de aluguel de carro, nosso foco. Ficamos apenas uma noite. Não foi reservado. Na hora conseguimos e com um bom preço.

 Port DouglasOaks Lagoons

É um pouco longe do centrinho e do point da praia, só dá pra chegar de carro, mas também tem entrada pra praia no final da rua. Estávamos de carro então não foi problema. Foi o hotel mais confortável que ficamos. Resolvemos na hora, não foi reservado. Peguei o celular e achei uma promoção de última hora no www.wotif.com. Não tem café da manha, nem restaurante. Mas tem uma Deli bem charmosa perto, mas careira.

 

Liveaboard

OceanQuest 3 dias 2 noites, reservado direto pelo contato no site da Deep Sea Divers Den

Aprovadissimo! Quarto pequeno,  mas aconchegante  com cama de casal, banheiro e um sofazinho.  Comida ótima!  Staff maravilhoso, simpático, educado, atencioso e mergulhos incríveis! Nota 1000! Ponto alto da viagem.

 Transfer

Sydney e Melbourne relatei acima e Cairns  foi um shuttle no aeroporto.

Em Sydney pagamos AU$15 por pessoa, e pelo que pesquisei o taxi seria o mesmo preço, mas foi tranqüilo ir de metrô já que não estávamos tão pesado (14kg cada) e namorado subia as escadas com as duas malas 😉

Já em Melbourne que o aeroporto é bem longe o taxi sairia mais caro e o ônibus foi AU$16

Passes

Enquanto estava pesquisando não encontrei um passe que valeria a pena, mas lá em Sydney vi que tem uns passes novos e o mymulti semanal poderia ser uma boa escolha. Válido para ônibus, ferrys, metro, só tem que ficar atento a zona que engloba. É caro e não consegui entender se AirLink (do aeroporto) entra ou não. Para pesquisar rotas e horários de ônibus usei o site www.131500.com.au. Pra quem vai, vale a pena pesquisar melhor.

Melbourne tive sorte que no dia que resolvi comprar algum passe, pois ia precisar de transporte para sair do centro, era domingo e no domingo o passe diário é mais barato,o Sunday Saver que com AU$3,20 podia usar a vontade ônibus e trams. E é muito fácil o deslocamento por tram.

 

Melbourne

Em Melbourne tem dois tipos de city tour de graça, o de tram, City Circle, que apenas da uma volta no centro. E o Melbourne Free Tourist Shuttle, de ônibus que é um hop on hop off.

 Telefone (ou melhor internet)

Em viagens usamos muito nossos iPhones para baixar mapas, guias, recuperar informações, procurar informações, tudo! Fizemos um plano ainda no aeroporto, o  SIM Card foi de graça e a Vodafone tem alguns planos de acesso à  internet. Valeu muito a pena!

 Clima

Estava bem frio em Sydney e Melbourneem junho. Entre 7°C  e 14°C  era o normal.  Em Sydney venta muito então a sensação térmica é de mais frio. Imagino que no verão essas cidades fiquem bem diferentes.  Em Cairns e nas praias o tempo estava bem melhor.  Mas não era quente, era ótimo. A noite esfriava,  impossível sair sem casaquinho.  No primeiro dia ventou muito então era frio e até chato ficar do lado de fora,  depois melhorou.

$ de viagem

A Austrália me pareceu muito cara de primeira. As primeiras impressões lendo guias e tal

As passagens internas não são baratinhas como na Europa, mas tem as low costs australianas, Virgin, Jetstar e Tiger Airways.  Paguei mais barato que pra qualquer vôo equivalente no Brasil. Gastei AU$380 por pessoa para as 3 passagens.

 De uma forma geral tudo que tenha entrada é caro, passeios, atrações…

 Hotéis tem de todos os preços. Achei os albergues, quarto duplo, caros, mesmo preço de hotel e com muito menos conforto. Pesquisando se consegue preços bons e promoções.

 Apenas Melbourne foi mais caro. Não encontrava nada, mas não sei se o fato de ser final de semana + feriado influenciou. Mais afastado do centro era mais barato.

 Já os hotéis de praia estavam com preços melhores (em cima da hora consegui por volta de $100), mas imagino que em alta temporada subam os preços.

 Por incrível que pareça não achei o liveaboard que fiz caro. Na verdade é um excelente custo beneficio, afinal mergulhar, ainda mais alugando tudo é caro. E ainda tinha hospedagem, comida…

 Carro, achei os mesmos preços de aluguel de Europa-Estados Unidos.

 Comida não achei cara. Ok, não sou exigente, então não sei se sou bom parâmetro. E tem muito japonês, chinês baratinho.

 Comida de viagem

 A Austrália tem todos os tipos de comida!  Sério!  Acho que como é país de imigrantes cada um foi chegando lá e abrindo seu restaurante.

Antes de ir li sobre comida típica ser fish and chips, mas nem achei esse o forte. Os restaurantes que mais encontrei mesmo foram chineses e japoneses.

No dia que me lembrei de experimentar carne de canguru, que eles comem, não achei então não comi.

Outra coisa que reparei e que tem uma cultura do “take away”. Comprar pra levar pra casa. Acho que lá o povo tem preguiça de cozinhar.

Os mercados são ótimos lugares para passear e comer. Em Sydney fomos no Fish Market e almoçamos por lá e em Melbourne no Victoria Market. Esse sim vende de tudo!

 Não fui com indicações de restaurantes e nem era o propósito dessa viagem então não tenho dicas. De um modo geral mesmo arriscando achei bom e consegui comer barato.

Lá tem uma cultura forte de cafés e lojas de doce. Acabei indo no café da Lindt, da Guylian e no Max Brenner (que já estava com vontade desde NY!)

Para dicas de restaurantes em Sydney entre aqui e em Melbourne aqui

Voos na madruga

Sempre priorizei voos que não saissem cedíssimo ou chegassem no meio da madrugada. Desta vez, meu voo da Copa saiu do Rio às 12:15h, um horário bom,  chegou no Panamá às 17: 36h, decolou às 20:48h e  chegou em Nova York às 3 da madrugada. 

A parada no Panamá por 2 horas não foi ruim, já que nos tempos atuais, voamos como sardinhas em lata, em aviões que tem espaço cada vez mais reduzido entre as poltronas.  Nesta parada dá para esticar as pernas, caminhar um pouquinho,  tomar um café. Achei que cansa menos.

Agora, as vantagens de chegar no JFK no meio da madruga: a imigração foi rápida, pois só havia os passageiros de nosso voo. Em geral, as filas são enormes e perde-se algumas horas. Os funcionários da imigração estão calmos.

A saida para pegar o taxi foi tranquila, passei  direto pelos zangões, saí do aeroporto, atravessei uma calçada e lá estavam os amarelinhos. Embarquei no taxi com uma motorista que foi a maior simpatia. Percorremos a cidade vazia, sim NY dorme 😉 Antes de entrar no taxi ela disse que o preço da corrida era 25 dolares. Quando chegamos, não exigiu gorjeta, e quando dei ficou radiante.

O voo de volta, saia às 6:00h de NY. Pedi um taxi no Room Mate Grace para 2:15h, trânsito tranquilo. A imigração foi rapidíssima, só tinha uma pessoa na minha frente, mas tive que tirar sapatos  😉 A mocinha que estava  na minha frente foi revistadíssima.

Há um bar self service aberto,  onde tomei café com leite e croissant para forrar o estômago.

Dali, sentei e estiquei as pernas sobre a maleta de bordo e fiquei lendo. O voo saiu no horário certinho, aliás a Copa é pontualíssima.

E aí vem o presente: assistir o sol nascer, o cenário é deslumbrante  !

E. depois deste banquete de luzes, dá pra dormir um pouquinho ….

 … até chegarmos no Panamá outra vez .

 

 Torres altíssimas.

Sim, estamos no Panamá 😉

Por onde caminhei ….

Não imaginei que New York fosse tão agradável para caminhar, adoro ! Pensei  que fosse  me locomover de metrô ou ônibus, mas, tendo tão pouco tempo na cidade,  aproveitei para conhecer o mais que pude da cidade, a pé.  Estes prédios de tijolinhos vermelhos são lindos.

Central Park, belíssimo !

 

 

East Side.

 

St. Patrick.

Rockfeller Center.

 

MOMA

Esquina da 54th com a 1st Av  onde fica o Financier que tinha uma quiche de mushrooms e gruyère com saladinha,  djilicia para almoço.  Algumas vêzes ia lá para café da manhã.

Canteiros repletos de tulipas.

Townhouses, lindas.

E aí está um videozinho que fiz no Top of  the Rocks.