Chichén Itzá

O sítio arqueológico de Chichén Itzá era um programa certo, mas sendo uma longa distância, 2 horas e meia para ir e  voltar, de  carro ficaria muito puxado, não recomendo a ninguém.  O Henrique e a Vanessa nos levaram ao italiano com quem fizeram o tour, pela Odyssey que fica pertinho, só andar 2 quadras e já na 5a. Avenida, virar à direita, entre Calles 4 e 2,  onde há vários balcões de operadoras vendendo passeios.  Compramos o passeio para Chichén Itzá , cenote Ik-Kil e Valladolid,  por 40 dolares,  com  van que pega você no hotel, às 7:40h pontualmente. Tivemos só uns  9 colegas.

Só fizemos uma paradinha para esticar as pernas e comprar uma aguinha e seguimos em frente. Chegamos a Chichén, onde o motorista nos deixou com um guia que é fundamental para você entender a história de Chichén e a civilização maia. O ingresso de 12 dolares já estava incluido, recebemos uma pulseirinha e fomos levados para 1 hora e meia de aula e contemplação das ruinas desta civilização que habitou esta região 1500 anos antes de Cristo.

Os toltecas invadiram a Península Yucatam, segundo o guia sem sentimento de disputa, pois conviveram com os maias na mais perfeita harmonia e baseados em seus conhecimentos , ajudaram a construir os templos espalhados por esta região.

O estádio para competição de pelota, o pok ta pok, o precursor do futebol, onde  2 equipes de 7 pessoas competiam liderados por um capitão, usando uma bola de material equivalente à goma de mascar. Usavam a cabeça, ombros e pernas, não podiam tocar a bola com as mãos.

O alvo era o círculo no topo da coluna.

 

Mas, eram bem sanguinários,  o vencedor era decapitado pelo perdedor. Aí estão imagens esculpidas nas pedras que mostram um jogador com uma cabeça na mão.

Este é o cemitério, as cinzas dos cidadãos “escolhidos” e que eram sacrificados eram espalhadas aqui para que o vento levasse as cinzas fertilizando a região.

 

Os maias eram homens de estatura pequena, seus templos eram baixos, serviram de base para os astecas construirem templos maiores sobre eles.

Arqueólogos descobriram recentemente templos maias abaixo do piso, todos  baixinhos, há muitos  ainda abaixo do solo onde pisamos.

Os templos tinham uma acústica excepcional, os sacerdotes falavam ao povo de dentro do túnel no templo e o povo achava que eram deuses falando.

O guia nos fez gravar este video para que escutássemos a acústica produzida com suas palmas.

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