Cirque du Soleil, eu fui

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Domingo à noite fui assistir ao Cirque du Soleil que apresenta no Rio o espetáculo Allegria. As entradas foram compradas em julho como se fossem os últimos lugares disponíveis em assentos, nem eram tão bem localizados como os do no ano passado para o Saltimbancos,  no centro  de onde se tinha visão perfeita. Para minha surpresa os ingressos continuaram a ser vendidos nos meses seguintes. Bem, com o precinho dos ingressos, parcelei em 10 vêzes !!

Em  criança adorava circos. Devia ter uns 5 ou 6 anos, me lembro perfeitamente que meu pai me levava sempre que montavam um  circo  no Leblon, na altura da Afrânio de Melo Franco. Os palhaços e trapezistas ficaram como gostosas lembranças de infância.

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No ano passado, quando assistimos Saltibancos, saí absolutamente siderada com o espetáculo. Durante um tempo eu não falava sobre outra coisa. Os figurinos e os cenários lindos, os números de trapezistas de tirar o fôlego, os palhaços eram muuito engraçados, além de dinâmico  os artistas interagiam com a platéia quase o tempo todo. Desde o momento que começou até o final,  não consegui despregar o olho do palco com óoos além de embalada pela música contagiante. Sentimo-nos como crianças diante de algo indescritível e belo e somos desafiados a interpretar cenas como se fossem sonhos. Achei Saltimbancos espetacular!!!

A equipe de criação e o Gilles Ste-Croix, o Diretor são excepcionais pela qualidade e beleza dos cenários e figurinos, fora que os artistas têm movimentos perfeitos., percebe-se que cada artista é um talento extraordinário. Cada número é um teste que excede o limite de uma pessoa. As contorcionistas mongolianas parecem não ter ossos, e  têm somente 14 anos ! Os artistas que trabalham com fogo, realmente passam fogo em seus braços e pés  e  os acrobatas  que dão vários saltos mortais em cima da platéia a uma altura absurda, são de tirar o fôlego.

Não sei se vocês assistiram, mas pelo que li o Kà, O e Kooza são igualmente belíssimos.