Australia por CarlaZ – parte II

Continuando o relato de sua viagem à Australia., CarlinhaZ  no post anterior escreveu a introdução e detalhes práticos,  e neste suas impressões:

 

Minhas impressões

 

Sydney

Sydney é uma cidade muito legal! E uma cidade que queria ter conhecido no verão. Afinal se tem tanta gente prum lado e pro outro , correndo, surfando, pedalando, imagina no verão! Só peguei frio e vento! E vento é horrível!
Queria muito ter me hospedado na praia, em Mainly ou Bondi, mas ficar no centro, pra andanças foi ótimo!

 Adorei a Opera! É a referência de Sydney e é fotogênica e de frente pra ponte também charmosa. Cheia de barzinhos, restaurantes em volta e cheia de gente! Ok, a maioria devia ser turistas.


Estar lá nos dias de Vivid Sydney quando fazem um show de iluminação foi especial! Lindo lindo lindo. E mais legal que na opera é o show de projeções no prédio da Customs House, sensacional! Até peguei um videozinho no youtube se alguém quiser ver.

A Chinatown de Sydney tbm é passeio bem legal. Uma variedade de restaurantes! E de produtos made in China 😉
Outro lugar turistão mas que me senti a vontade foi na Darling Harbour. Sei lá, gostava de passear ali. E o Aquário de Sydney é imperdível! Com tubarões e até uma espécie de peixe-boi. Adorei a estrela do mar azul, procurei na Barreira de Corais…e nada! E as esculturas de Lego?  Amei!

Do lado tem o Wild Life. Eu não curto muito bicho e não queria ir no zoológico, mas lá é rapidinho e tem canguru, coala e crocodilo.


Passear pelo Jardim Botanico é uma delícia, mas é claro que a grande atração é o tal do morcego. Nossa são enormes, fiquei impressionada!

 

Como aonde tem esporte tentamos ir, em Sydney escolhemos o Rugby. Eu particularmente gostei mais do estranhão futebol australiano que vimos em Melbourne. Mas foi um passeio ótimo já que o estádio de rugby fica no Parque Olímpico de Sydney, usado nas Olimpíadas de 2000. E todos aqueles pensamentos…ai como serão as Olimpíadas no Rio! Teremos um parque legal desses…
Mas o parque é longe! Demoramos uma hora de trem pra chegar mas nem sentimos. E também os pensamentos…como será o transporte até o parque olímpico no Rio? Ai!

 
Tivemos muita sorte com o tempo só céu azul! Dias lindos! Mas na hora que pegamos o ferry pra Mainly, fecha o tempo totalmente! Até desanimamos de fazer o passeio pelas praias. É a única coisa que fico triste de não ter feito em Sydney! Mas alugamos bicicletas e fizemos um passeio legal e uma parte do passeio das praias. Fomos até um mirante onde dizem que seria possível ver baleias, mas infelizmente elas não estavam por lá.

Já no dia que fomos a  Bondi o dia estava lindo o tempo todo e fizemos o passeio completo! Até Coogee. Adorei. Mas se eu tivesse pensado só um pouquinho teria feito Coogee – Bondi, pra aproveitar Bondi. Eu que adoro andar, achei um passeio muito legal, mas é puxado e ventava muito e junto vinha o frio! Adorei as piscinas de água natural! E tinha gente correndo o tempo todo! Como eles conseguem correr nesse frio!

Piscinas de água natural

Roteiro perfeito pra explorar Sydney é o apresentado pela Carol no Travel Forever aqui.

Blue Maountains

Em um dos dias de Sydney encaramos pegar mais frio e chegar nas montanhas. Trem até Katoomba e fomos pras Blue Mountains . É um parque lindo e tão bem estruturado que fiquei impressionada! Trilha feita em passarelas, trem, bondinho, teleférico, dando acesso a todos! Nós, que curtimos mais aventura e acostumados a trilhas mais selvagens ficamos admirados e apesar de achar a trilha molezinha, foi um passeio bem legal.

 

Parte 8 – Great Ocean Road

Great Ocean Road

A Great Ocean Road é uma estrada costeira que pegamos no início, em Geelong, cidade próxima a Melbourne, e fomos até uma cidadezinha chamada Port Campbell. Uma estrada cênica que tem como ponto alto os 12 apóstolos.

Os 12 Apóstolos foram esculpidos ao longo dos anos pela força do mar, que vai batendo nas falésias, formando uma espécie de ponte que desaba, deixando as pontas de fora.

No caminho há vários mirantes, possibilidade enorme de encontrar cangurus e coalas. Alem das cidades do caminho.

A Great Ocean Road foi um bom descanso no meio das férias. Depois de dias andando sem parar em Sydney ficar um dia e meio no carro foi um alívio.

Há vários passeios de um dia ou dois organizados, mas preferimos alugar carros pra ficar mais independente.

Melbourne

Melbourne me surpreendeu desde que comecei a ler sobre a cidade. Não e cidade tão grande quanto Sydney, vida noturna agitada, muita gente na rua, muitos bares, restaurantes, cafés, esculturas pelas ruas e até a parte de praia. Afinal tudo que lia me fazia ter vontade de ir a St. Kilda. E ainda tem a paixão pelo futebol australiano que por mais que eu tivesse lido nao imaginava que era assim!

A cidade é uma graça, super fácil de andar de tram e o ponto inicial sabia que seria a Federation Square. Adorei a Federation Square, que parece que é o lugar por onde todos passam! Com um centro de visitantes enooorme no subsolo e o Australian Museum of Moving Image e até o Yarra River (o rio que corta a cidade) no final! E ainda tinha um jazzinho rolando de um evento da cidade.

Em dias de jogos de Futebol Australiano no Melbourne Cricket Ground uma multidão passa pela praça e se direciona para o estádio. Fiquei impressionada, nos dois dias de jogo que eu estava lá, da quantidade de gente. Já tinha lido que era um esporte bem popular, com regras confusas e sempre assistíamos nos bares, mas é diferente quando presencia um monte de gente indo pro estádio, com família, grupo de amigos, de amigas, até grupo de senhoras (!) e cada um torcendo pra um time e andando junto! O jogo que assisti estava lotado, as torcidas sentam misturadas mesmo e torcem só no Óooo e aplaudindo. Uma elegância.

St. Kilda é a praia de Melbourne, com gente andando na orla, domingo rola um feirinha, as ruas cheias de bares, restaurantes e cafés, parece mesmo que se está fora de Melbourne. No dia que fui estava com muita névoa. Muita mesmo! Se eu não soubesse que ali era praia não acreditaria. Paramos então num desses bares/cafés/restaurantes sei lá, mas nada da nevoa ir embora. Andamos até o Albert Park, que é o lugar da Formula 1 da Austrália e passeamos um pouco pelo enorme parque.

Live Aboard

Desde que vi as passagens pra Austrália a única coisa que tinha certeza era que queria mergulhar na Barreira de Corais. Uma amiga tinha feito esse liveaboard, voltou só com elogios. Pronto! Vou fazer tudo igual!

Foi sem dúvida o ponto alto da viagem! Amei!

O barco que ficamos era o Ocean Quest que é todo adaptado pra mergulho e tem capacidade pra 48 passageiros. com refeitório, uma área comum seca com bar e uns sofazões e do lado de fora um deck de mergulho e outros 2 com cadeirinha e espreguiçadeiras e só.

Foram 3 dias que a rotina era mergulhar, comer e pegar sol. Dava pra fazer ate 5 mergulhos por dia, inclusive um noturno.

O barco fica perto dos recifes e só navega pouquinho, pra mudar de point de mergulho e todo dia chega outro barco que leva e busca passageiros. Os dois primeiros mergulhos são feitos nesse outro barco, que faz passeios de um dia pra barreira de corais.

A noite com mergulho noturno com tubarões foi algo inesquecível! Do barco já dava pra ver tubarões e eu que sou a mais medrosa do mundo estava super animada! Super curiosa pra mergulhar com eles! Adorei! (Confesso que fiquei com medo de pisar na hora que pulei do barco, será que pisaria, mesmo…)

Foram dias incríveis!

 Cairns & Port Douglas

A nossa última parada foiem Cairns. E chegamos lá sem plano nenhum!

Ficamos apenas um final de tarde e noite e como só li comentários negativos, me surpreendi. O passeio na orla foi delícia e com direito a por do sol e para jantar muitas opções. Só as lojas que estavam fechadas.

No dia seguinte partimos para Port Douglas onde finalmente fomos à praia.

Port Douglas já é menor, tem um centrinho tipo Búzios com restaurantes, bares, cafés e lojinhas mas uma praia só, a Four Mile Beach.

O point da praia é o local que fica o salva-vidas e é possível alugar barracas e espreguiçadeiras. As praias têm placas aterrorizadoras de crocodilo, água-viva, etc. Da até medo de entrar.

O jeito que eles curtem praia não é tão diferente do nosso não, só as crianças que usam roupas com protetor solar ao invés de biquínis e não tem barraca de praia e nem ambulante.

Tinha muita gente correndo na praia, me arrependi de não levar meus tênis.

A noite não estava animada, não sei se era por ser baixa temporada. Lojinhas fechadas, restaurantes vazios. Só os pubs e bares de hotel cheios.

Pegando o carro fomos mais para o norte para Cape Tribulation, indicação de uma das meninas do mergulho. Lá é o lugar vendido como onde a floresta encontra a praia.

Pra chegar na praia passamos por uma trilha que diziam ter 3 crocodilos morando lá. Pânico!

A praia me lembrou um pouco a do Toque. Na maré baixa seca seca seca com os corais lá no fundo fazendo piscinas. Coqueiros e matas do outro lado.

Percebi uma coisa muito curiosa nessa parte do entorno de Cairns, como o apelo para Rainforest é maior que para a  Barreira de Corais, praias etc.

Ainda passamos em Palm Cove, uma das praias no caminho.  Almoçamos um camarão muito bom. Pena não saber o nome do lugar.

 

Obrigada Carlinha, a-m-e-i as fotos e os posts  que são  um verdadeiro manual de viagem à Austrália 😉   Valeu !!

Advertisements

Australia por CarlaZ

Baía em Sydney

Mais uma contribuição ao Condomínio Filigrana, da querida CarlaZ  que acabou de chegar de uma linda viagem à Australia com Leo,  e nos conta tim tim por tim tim como tirar o melhor desta viagem.  Com a palavra a  CarlinhaZ:

A viagem começou pelo twitter, aparecendo uma promoção da Qantas e a pilha da Pri (Inquietos), que não canso de chamar de “a culpada”. E pilha com direito a agente de viagem cotando,e já sabem passagens compradas!

Para entender mais da Austrália fiz muitas pesquisas no Mikix, no Drieverywhere, no Travel Forever e em alguns outros blogs que descobri pelo caminho, quase todos de moradores (como o blog da Marina Fanti). Também foi feito um post-enquete no Viaje na Viagem que consegui pegar várias dicas legais.

Pelo que percebi a maioria do conteúdo em português na internet sobre a Austrália é de dicas de estudar ou morar lá, turismo é bem pouco.

Sites em português que usei bastante: www.portaloceania.com e http://www.australia.com/pt-br/

Dos guias que comprei o que mais gostei foi o Fodors.

 O visto

O visto é uma parte bem chatinha da viagem. E bom que seja planejado com antecedência para não ter problemas. No site da embaixada tem um formulário e uma lista de documentos necessários. Lembrar de autenticar todos os documentos.

 Fiz tudo para tirar sem auxílio de despachante, mas na ultima hora fiquei insegura, principalmente se chegaria até a embaixada, e através de amigos entrei em contato com a agência de amigo deles que checou minha documentação e enviou para a Embaixada.

O visto da Austrália não é colado no passaporte, recebemos por e-mail, está num sistema e é conferido pela empresa aérea.

 

A viagem

Quando digo a viagem digo realmente o vôo.  Afinal dois vôos de 15 horas fazem parte dos relatos de viagem!

O vôo foi feito com a Qantas e não tenho nenhuma reclamação! Como não opera no Brasil o vôo foi feito por Buenos Aires e o trecho Rio-Buenos Aires de Gol. Depois desse vôo eu posso dizer que sou muito tolerante com vôos longos e com horas de viagem, foram 15 horas acordada na ida e na volta! A minha estratégia é dormir na hora de dormir pra não deixar o horário todo trocado.

 Na ida não tive nenhum problema de Jet-leg. Na volta sofri um pouquinho mas afinal foram 30 horas acordada, e depois fiquei uma semana acordando bem cedo.

A Qantas foi ótima. Comida comível, vinho, cerveja tudo. Depois ainda passam com sorvete, lanchinhos (mais de um) com biscoitos, barra de cereal, alfajor, chocolate quente, etc Entretenimento de bordo com filmes recentes, series, documentários, jogos e ainda levei meu netbook com as séries que acompanho.

 Na ida ainda teve o entretenimento alem da janela, a nuvem do vulcão, as placas de gelo antártico e aquele por do sol ou nascer do sol, sei lá, interminável, afinal só teve dia, nada de noite! 22 horas de dia claro.

Já a volta não teve tanta graça, só queria chegar logo em casa!

 As malas foram direto pro destino, não precisei pegar em Buenos Aires. Tinha ficado muito na dúvida se esse esquema funcionaria, e deu certo.

 

 O roteiro

Fazer um roteiro é realmente difícil em qualquer viagem, mas essa que compra a ida e volta numa promoção sem saber o meio ainda mais! E num país que nunca pensou em conhecer! E gigante como é a Austrália!

Enfim alguns lugares que fui conhecendo e gostando durante os “estudos” como Uluru e Whitsundays ficaram de fora do roteiro, que ficou assim:

 6 dias em Sydney (um dia em Blue Mountains indo de trem)

4 dias em Melbourne (Great Ocean Road de carro durou 1 dia e 1 manhã)

Melbourne

5 dias em Cairns (3 dias de liveaboard e 2 pelas praias do Norte de Cairns, com baseem Port Douglas)

 

Detalhes Práticos

Passagens internas

Sydney-Melbourne e Melbourne-Cairns pela Tiger Airways (companhia lowcost que no momento está com alguns probleminhas na Austrália) É lowcost e esperava um nível Ryanair. Paguei pra despachar mala, consegui reservar assentos sem pagar no check-in do aeroporto e os vôos saíram na hora. Não  tenho nada a reclamar, deu tudo certo. E agora que cheguei e vejo que 10 dias depois a companhia parou de voar só penso: Ufa!  O hub deles é em Melbourne num terminal totalmente improvisado. Um galpão que a esteira fica num lugar sem paredes, só grade, um frio! A poltrona do avião praticamente não reclina e comida é paga. No galpão tem uma lanchonete e uma banca de jornal e só.

 

Cairns

Cairns-Sydney pela Qantas

Vôo ótimo! O início do vôo lindíssimo com vista da Grande Barreira de Corais. Teve jantar. E foi uma das únicas vezes posso dizer que realmente gostei da comida. Entretenimento de bordo excelente com quase tudo do vôo internacional. As poltronas eram ainda mais confortáveis que do vôo internacional. 

 Aluguel de carro

Em Melbourne para fazer a Great Ocean Road alugamos no próprio aeroporto, pesquisando os preços lá mesmo, resolvemos pela Budget.

 

Em Cairns na A1, que foi a única que deixou alugar na cidade e devolver no aeroporto. O mais incrível não devolvemos a ninguém apenas deixamos no estacionamento do aeroporto. E o medo de dar errado!

 

Great Ocean Road

Ah e ainda teve a experiência de dirigir ao contrário! Não fui eu, afinal nem sei dirigir, mas mesmo assim sempre errava a porta pra entrar.

Passeio praias

 Nas duas agências pediram a carteira de motorista internacional. Para quem vai pra Austrália recomendo fazer.

 Hotéis

Tentei economizar o máximo em hotéis e hospedar em algum lugar de fácil acesso aos aeroportos. Média da viagem de US$100 por noite. Pra isso tive que pesquisar bastante. Os hotéis foram bem fraquinhos, mas vou passar aqui do mesmo jeito.

 SydneyTravelodge Sydney reservado pelo hoteis.com com preço muito bom.

Hotel padrão simples, sem café da manhã, mas com microondas e geladeirinha vazia no quarto (não usei). Não espere nada dos atendentes e nem conte com eles.  Muito fácil para ir e voltar do aeroporto usando o Airport Link até estação Museum, no Hyde Park. Perto de muitas atrações no centro, com rápida caminhada chega a qualquer lugar. E fácil usar transporte público, os ônibus passam bem perto logo atrás do hotel. Muitos lugares ao redor pra tomar café da manhã.

 Melbournenão recomendo. All Seasons na King Street

Reservado no site da Accor. Fácil acesso ao aeroporto pelo Skybus já que é a pé da estação. Mas a área estava bem deserta afinal é no centro e passei sábado, domingo e feriado. Tudo fechado. Mas andando já é fácil chegar na “muvuca”. O outro problema era uma nightzinha do lado do hotel. Com música alta, bêbados na rua etc. Café da manhã básico, mas meio confuso. E o quarto é o mais simples da minha vida, não tem mais aonde economizar!

 CairnsAll Seasons Cairns

É outro padrão comparado com Melbourne. O hotel é mais charmoso, atendentes mais educados, café da manhã num salão super arrumadinho, quarto bem melhor, bom mesmo. A pé da Promenade. E do lado das lojas de aluguel de carro, nosso foco. Ficamos apenas uma noite. Não foi reservado. Na hora conseguimos e com um bom preço.

 Port DouglasOaks Lagoons

É um pouco longe do centrinho e do point da praia, só dá pra chegar de carro, mas também tem entrada pra praia no final da rua. Estávamos de carro então não foi problema. Foi o hotel mais confortável que ficamos. Resolvemos na hora, não foi reservado. Peguei o celular e achei uma promoção de última hora no www.wotif.com. Não tem café da manha, nem restaurante. Mas tem uma Deli bem charmosa perto, mas careira.

 

Liveaboard

OceanQuest 3 dias 2 noites, reservado direto pelo contato no site da Deep Sea Divers Den

Aprovadissimo! Quarto pequeno,  mas aconchegante  com cama de casal, banheiro e um sofazinho.  Comida ótima!  Staff maravilhoso, simpático, educado, atencioso e mergulhos incríveis! Nota 1000! Ponto alto da viagem.

 Transfer

Sydney e Melbourne relatei acima e Cairns  foi um shuttle no aeroporto.

Em Sydney pagamos AU$15 por pessoa, e pelo que pesquisei o taxi seria o mesmo preço, mas foi tranqüilo ir de metrô já que não estávamos tão pesado (14kg cada) e namorado subia as escadas com as duas malas 😉

Já em Melbourne que o aeroporto é bem longe o taxi sairia mais caro e o ônibus foi AU$16

Passes

Enquanto estava pesquisando não encontrei um passe que valeria a pena, mas lá em Sydney vi que tem uns passes novos e o mymulti semanal poderia ser uma boa escolha. Válido para ônibus, ferrys, metro, só tem que ficar atento a zona que engloba. É caro e não consegui entender se AirLink (do aeroporto) entra ou não. Para pesquisar rotas e horários de ônibus usei o site www.131500.com.au. Pra quem vai, vale a pena pesquisar melhor.

Melbourne tive sorte que no dia que resolvi comprar algum passe, pois ia precisar de transporte para sair do centro, era domingo e no domingo o passe diário é mais barato,o Sunday Saver que com AU$3,20 podia usar a vontade ônibus e trams. E é muito fácil o deslocamento por tram.

 

Melbourne

Em Melbourne tem dois tipos de city tour de graça, o de tram, City Circle, que apenas da uma volta no centro. E o Melbourne Free Tourist Shuttle, de ônibus que é um hop on hop off.

 Telefone (ou melhor internet)

Em viagens usamos muito nossos iPhones para baixar mapas, guias, recuperar informações, procurar informações, tudo! Fizemos um plano ainda no aeroporto, o  SIM Card foi de graça e a Vodafone tem alguns planos de acesso à  internet. Valeu muito a pena!

 Clima

Estava bem frio em Sydney e Melbourneem junho. Entre 7°C  e 14°C  era o normal.  Em Sydney venta muito então a sensação térmica é de mais frio. Imagino que no verão essas cidades fiquem bem diferentes.  Em Cairns e nas praias o tempo estava bem melhor.  Mas não era quente, era ótimo. A noite esfriava,  impossível sair sem casaquinho.  No primeiro dia ventou muito então era frio e até chato ficar do lado de fora,  depois melhorou.

$ de viagem

A Austrália me pareceu muito cara de primeira. As primeiras impressões lendo guias e tal

As passagens internas não são baratinhas como na Europa, mas tem as low costs australianas, Virgin, Jetstar e Tiger Airways.  Paguei mais barato que pra qualquer vôo equivalente no Brasil. Gastei AU$380 por pessoa para as 3 passagens.

 De uma forma geral tudo que tenha entrada é caro, passeios, atrações…

 Hotéis tem de todos os preços. Achei os albergues, quarto duplo, caros, mesmo preço de hotel e com muito menos conforto. Pesquisando se consegue preços bons e promoções.

 Apenas Melbourne foi mais caro. Não encontrava nada, mas não sei se o fato de ser final de semana + feriado influenciou. Mais afastado do centro era mais barato.

 Já os hotéis de praia estavam com preços melhores (em cima da hora consegui por volta de $100), mas imagino que em alta temporada subam os preços.

 Por incrível que pareça não achei o liveaboard que fiz caro. Na verdade é um excelente custo beneficio, afinal mergulhar, ainda mais alugando tudo é caro. E ainda tinha hospedagem, comida…

 Carro, achei os mesmos preços de aluguel de Europa-Estados Unidos.

 Comida não achei cara. Ok, não sou exigente, então não sei se sou bom parâmetro. E tem muito japonês, chinês baratinho.

 Comida de viagem

 A Austrália tem todos os tipos de comida!  Sério!  Acho que como é país de imigrantes cada um foi chegando lá e abrindo seu restaurante.

Antes de ir li sobre comida típica ser fish and chips, mas nem achei esse o forte. Os restaurantes que mais encontrei mesmo foram chineses e japoneses.

No dia que me lembrei de experimentar carne de canguru, que eles comem, não achei então não comi.

Outra coisa que reparei e que tem uma cultura do “take away”. Comprar pra levar pra casa. Acho que lá o povo tem preguiça de cozinhar.

Os mercados são ótimos lugares para passear e comer. Em Sydney fomos no Fish Market e almoçamos por lá e em Melbourne no Victoria Market. Esse sim vende de tudo!

 Não fui com indicações de restaurantes e nem era o propósito dessa viagem então não tenho dicas. De um modo geral mesmo arriscando achei bom e consegui comer barato.

Lá tem uma cultura forte de cafés e lojas de doce. Acabei indo no café da Lindt, da Guylian e no Max Brenner (que já estava com vontade desde NY!)

Para dicas de restaurantes em Sydney entre aqui e em Melbourne aqui

Direto de Istambul por CarlaZ

A CarlaZ que esteve estes dias dando um rolê em Roma, acaba de nos dar notícias fresquinhas de Istambul :

CIMG1051

” ola!!!
nao tenho fotos de tıradentes hehehe mas tenho de ıstambul!!!
saıu nos jornaıs que aquı teve uma mega chuva nao seı quantos mortos e tal mas podem fıcar calmos que nada aconteceu nem comıgo e nem com essa parte da cıdade que a gente frequenta…na verdae nao conseguı muıtas notıcıas nao (afınal o jornal e em turco ne)
To amando!!! Fuı em todas as prıncıpaıs atracoes em um dıa! Da tranquılo! E agora estou maıs relax!
Vır no Ramadan tambem e otımo! Alıas deve ser ate melhor.
Vou saır agora!
Beıjos

Fotoblog baiano

A Sylvia e o Mario continuam em viagem pelo leste brasileiro. Já estiveram em Vitória, Belo Horizonte e agora recém-chegados de Salvador, onde fizeram um roteiro por praias e pousadas de fazer inveja a qualquer ser estressado . Mais do que trips, são  verdadeiros embaixadores VNV.

Itacimirim-1

Itacimirim. Água de coco na sombra do coqueiro e mar morno, tem melhor ?

Pousada da Espera-1

Pousada da Espera .  E esse café da manhã pé na areia ?

PJambo visu do apê-1

Pousada do Jambo – vista do apê.

P1050354-1

Manguezal com Dri e Caetano.

BA Set 09176

Mar Aberto em Arembepe com Eunice.

P1050357-1

Encontro dos trips na praia do forte.

DSC06810_1-1

CarlaZ em Tiradentes

Ontem,  tive um  papo delicioso na hora do almoço  com a CarlaZ que está sempre por aqui,  e a Flavia Penido que aterrissou direto no Talho Capixaba, um pouco antes da Carla embarcar pra Europa.

E do avião ela twitou :

failwhale

Depois de um delicioso almoço com @ladyrasta e @Majozinha quase nao chego no aeroporto! Mas ja tono  aviao. Ufa!

Mas, antes de sair de casa,  a CarlaZ  tirou da gaveta  esse texto da viagem à Tiradentes no feriado de Corpus Christi e me enviou.  Na correria ela não anexou as fotos, mas decidi subir o post mesmo assim e a foto peguei no Panoramio 😉

” Majôzinha, já tinha começado a fazer esse post de Tiradentes e não sei porque não mandei, afinal, foi uma viagem tãaao boa! Mas agora que estou indo para novas viagens e não sei a freqüência que estarei por aqui…você pode ir matando as saudades hehehe

Tiradentes é assim…tudo especial!

Mig13

foto Panoramio

Se me perguntarem o que tem pra fazer lá…realmente não sei…mas tem alguma coisa que deixa a cidade tudo de bom e foi sem dúvida a viagem mais legal dos últimos tempos (e se mais uma vez perguntarem o porque…eu não sei!)

E o povo de lá? Nossa nunca conheci tanta gente e bati tanto papo em viagem…acho que por isso passou tão rápido…

Uma viagem sempre começa pela escolha do destino…e desde que comecei a freqüentar essa vida bloguística VnV, só piorou, afinal tantos lugares tenho ficado com vontade de ir…mas o blog do Arnaldo é o campeão de me deixar morrendo de vontade de viajar e foi assim num domingo qualquer que olhando o blog do Arnaldo decidi: próximo destino Tiradentes.

Mandei umas perguntinhas via twitter e lá no VnV e o Riq fez um post, que aliás ficou muito bom, muitos trips participaram reunindo dicas ótimas, de hospedagem, de restaurantes, de passeios, muito bom mesmo!

A pousada escolhida Villa Allegra, não posso negar, foi pelo preço (pacote de 3 noites R$700,00) e também por dicas “on-line” e “off-line” e não me arrependo. Não era assim no meião, usávamos carro sempre, mas sempre tinha vaga (e olha que era feriado e cidade estava lotada!), mas era bem localizada sim. Os quartos eram bem bons (um pouco barulhentos) e o atendimento ótimo. Todos eram super solícitos, educados, simpáticos… O café-da-manhã era quase bom…sabe aquele café que no primeiro dia você acha ótimo, mas nos outros não acha nada demais…era assim! Mas tinha grande variedade de coisas.

O mimo diferente (pelo menos pra mim) da pousada foi que lavaram o nosso carro. Eu adorei! Foi aquela cena…de passarmos direto pelo carro sem reconhecer de tão limpo…e aí voltar pra ver a placa!

Fui visitar uma pousada de uma trip que deixou comment no VnV, mas ela não estava lá L, mas adorei a pousada (Pousada do Ó). Super super bem localizada, na descida da Igreja da Matriz, num casarão daqueles de lá, e do lado do meu pointzinho, o Empório do Ó. Na próxima vez vou testar.

Cheguei lá doente, com medo de estragar a viagem…e pra variar levei chuva (o guia que fizemos a trilha falou que foi a primeira vez que choveu em Corpus Christi nos 7 anos que trabalha lá, é que ele não conhece a minha fama!), mas mesmo assim deu pra curtir…Andamos por aquelas ruazinhas, igrejas, lojas, ateliês, casinhas o dia todo…uma delícia. A cidade estava enfeitada com aqueles tapetes de Corpus Christi (eu nunca tinha visto!).

Quando caiu uma super chuva fui me abrigar na Casa Padre Toledo, que hoje é um museu, mas dizem que era o lugar que os inconfidentes se reuniam. Estava bem em frente na hora da chuva e entramos para esperar…achei bem legal e foi ótimo que tinha um guia com um grupo lá que não parava de falar e aproveitei pra saber umas fofocas dos inconfidentes!

Aliás o que é a Igreja Matriz de Santo Antônio. Amei! Mas eles podiam cuidar do seu exterior né? Tinha tanto lixo e guimba de cigarro no pátio em frente! Fiquei chocada! Lá também aproveitei muito os guias dos outros hehehe

Na praça paramos para tomar um chopp local no final do dia. Depois ainda passei numa cachaçaria (em frente a pousada Villa Real) para umas 2 doses de cachaças da região…tinham tantas para experimentar…e com direito a muito papo com a dona e o filho.

Recebi uma infinidade de dicas de restaurante, mas e pra conseguir lugar? Era feriado e com direito a dia dos namorados, a cidade estava cheia e quase todo mundo reservava lugar nos restaurantes. Como assim? Ahhh esse é um hábito que não tenho…aqui no Rio não é assim! Mas não me estressei não (aliás não me estressei com nada…foi a viagem mais relax da vida!!!)

No primeiro dia fui no Atrás da Matriz, que como o nome diz é atrás da Igreja da Matriz, foi ótimo, o atendimento uma confusão só (já falei que não me estressava lá?)! Acho que nunca tinham recebido tanta gente! O garçom errou 3 vezes nosso prato e mais o de todas as mesas em volta. Coitado ficou com taanta vergonha! Mas gostei sim.

No dia dos namorados era impossível qualquer lugar…conheci gente que comeu sanduíche na praça! Eu acabei caindo numa dica da Carla, um restaurante de massas que observei nas outras mesas que a porção pra dois não dava, já que todos pediam mais! Então pedi logo 2 pratos!!!

No último dia consegui reservar o restaurante mais recomendações recebi, o Tragaluz (com um esqueminha, mas consegui) e amei! Super recomendo.

Pra almoço comi naquele bando de “mineiros” que tinham pelas ruas, teve um, Sabor de Minas, que meu prato deu 9 reais! E o atendimento foi tão bom! Ainda ganhei café e doce de leite (amo!) no fim.

O que não consegui comer lá foi um pão de queijo gostoso. #decepção

Ah, também tem o Empório do Ó, que é tipo uma delicatessen, vende vinhos, cervejas importadas, queijos importados, e os donos são uns amores!

Fui no trem pra comprar passagem pro dia seguinte…mas lembrei de uma dica da Carla2 (que eu super respeito) na hora e desisti. Eu achei aquele esquema de city tour em São João tão estranho que achei melhor não ir. Fiquei lá na estação, entrei no trem, tirei fotos, conversei com o maquinista e pronto matei vontade de trem!

Fui a São João de carro mesmo e lá passeei pelas ruazinhas a pé. Foi ótima essa decisão, que nesse dia aproveitamos para ir nas cidadezinha em volta, passamos por tantas lojas de móveis, tantas namoradeiras lindas, fomos a Bichinho (que pra quem não vai comprar mesmo é dispensável) e numa fazenda de cana com cachaçaria em Coronel Xavier Chaves. O passeio durou o dia todo…uma delícia!

O outro passeio que eu queria fazer e estava na dúvida entre ir com grupo ou não era a trilha da Serra São José. Fechei com a Uai Trip e não me arrependo, acho que não seguiria aquela trilha sozinha não. É que não é em toda sua extensão marcadinha e logo no início eu ia errar, com certeza!

Eu tenho pânico de grupo, e era um grupo grande (já falei que não me estressei nessa viagem?) mas logo foram formados os grupinhos dos mais fortes (o meu J), dos médios e dos fracos. O meu era ótimo e nos demos muito bem. Bem legal ver a cidade lá de cima, e entender bem depois de um dia lá…afinal a cidade é tão pequenininha…

Foi um ótimo dia, depois ainda fomos tomar umas cervejas diferentes no Empório do Ó com um dos casais e a noite um vinho com outro casal da trilha.

Vocês viram como eu estava simpática? Conheci gente e bati papo em todos os lugares!

E o feriado que fui era realmente uma festa! Além de Corpus Christi, com direito a tapetinho, dia dos namorados com todos os restaurantes lotados, ainda teve procissão de Santo Antônio e festa junina na rua (não era nada demais, só tinha fogueira, algumas comidinhas e crianças dançando quadrilha).

Ai ai…Tiradentes me conquistou…

Cadê o Hugo pra marcar uma conVnVenção lá? “

Beijos Majô! Obrigadinha mais uma vez por estar por aqui.

Malu na praia do Forte e Salvador

A Malu e o maridão estiveram há 2 semanas na Praia do Forte e nos dá todas as dicas:

Primeiro de tudo o Transfer. Por indicação de um amigo liguei de São Paulo para o Jorge, taxista em Salvador. Combinamos de nos pegar no aeroporto e levar para a Praia do Forte. O preço: R$100,00. Estava super preocupada pois tinham pedido R$ 350,00 ida e volta no Tivoli e R$ 309,00 pela TAM Viagens. Ficamos encantados com a educação do Jorge e o contratamos para nos buscar no Tivoli e levar para Salvador. Na volta, ficou R$ 140,00 até o Hotel no Rio Vermelho. Combinamos de nos buscar no Hotel para nos levar no Restaurante Yemanjá (ele ficou esperando e nos levou de volta, só com o preço do taxímetro, sem hora parada). No dia seguinte nos levou no Trapiche Adelaide. Vc liga e ele pega no Hotel a hora que vc quiser. Gente, eu acho essa dica o máximo pois o Jorge é especial e nos livra de um problemão com deslocamentos. O telefone do super Jorge: (71) 9989-9119

 Praia do Forte 1

 1- O Hotel Tivoli Ecoresort Praia do Forte é maravilhoso. Logo na chegada, antes do check in, uma baiana linda entrega uma água de côco e dá as boas vindas.

2- Os quartos à direita de quem chega, são os melhores pois ficam em frente ao gramado, à pista de cooper e depois o mar. Silêncio total. Esses quartos vão do número 100 até 900. O nosso 718 era bem longe da recepção, restaurantes, náutica, kids club etc… que ficam do lado esquerdo. Vc pode chamar o carrinho de golf para ir a qualquer lugar dentro do resort, a qualquer hora do dia ou da noite.

 Praia do Forte 7

 3- Vista da varanda do meu quarto.

 Praia do Forte 2

 4- A cozinha é um capítulo à parte para os amantes da boa mesa. O café da manhã tem mais de 70 itens, com cozinheiros para realizarem todos os seus desejos. No jantar, todos os tipos de peixes e moquecas, mais churrasqueiro, mais o cozinheiro de massas(?), mais as saladas e mais de 30 tipos de sobremesas. Todos os dias, tudo variado, sem repetições. Eu não sou uma gourmet mas meu marido se acabou.

5- Para almoços ou lanches rápidos vc escolhe entre vários bares, restaurantes e “isnáq bárrr”. Divino.

6- Todas as noites tem pocket shows das 21 às 23hs. Tivemos até uma apresentação de um mini Olodum.

 Praia do Forte 3

 7- O gramado, para mim, é o ponto alto de todo o complexo.

 Praia do Forte 4

8- A vila da Praia do Forte está bem arrumadinha, muitos restaurantes e lojas transadas. A limpeza é que deixa a desejar. Não gostaria de ficar numa dessas pousadas pois a rua é muito movimentada, dia e noite. Na praia tem duas pousadas que talvez sejam melhores.

9- O projeto Tamar é muito legal e o pessoal super atencioso.

10- Fizemos um passeio às ruinas do Forte de Garcia D´Avila e é muito triste ver o estado de abandono e a falta de informação.

11- A maior atração de toda a região são as piscinas naturais chamadas de papa gente. Para aproveitar toda a beleza dessa beleza natural é fundamental calçar sapatilhas especiais.

 Praia do Forte 5
Praia do Forte 6

 

12- Salvador: trânsito caótico, praias de águas limpas e areias sujas. Andamos 7km pela orla e visitamos o ótimo Museu Náutico da Bahia, dentro do Farol da Barra. Tem um café excelente com uma vista deslumbrante. Vale o passeio.
13- Jantamos no Yemanjá que, apesar da simplicidade do lugar, tem a melhor moqueca de Salvador. Serviço impecável. No outro dia jantamos no Trapiche Adelaide e foi tudo de bom. No mesmo lugar tem o bar do Trapiche para ir no final da tarde e assistir ao pôr-do-sol mais lindo de Salvador. É o que dizem, não fomos.
Em Salvador, ficamos no Mercure Rio Vermelho por indicação de amigos. Mercure é Mercure e vc sabe o que vai encontrar. A piscina é linda e a vista muito bonita mas, depois de ficar no Tivoli Ecoresort Praia do Forte, nada seria bom. Devia ter seguido o conselho do Riq de sempre deixar para o final o melhor hotel.

Perdidos em Belo Horizonte

A Sylvia e o Mario estiveram há poucas semanas em  Beagá e aqui está o relato que ela nos preparou:

Quando comentei que iríamos alugar um carro em BH,  ouvi:
– É mesmo ? Vcs vão se perder …
 
Passei muitas férias  na minha adolescência  em Belzonte  com alguns  bate-volta  às cidades históricas,  e não tive nenhuma dúvida  em comprar correndo o novo destino da Azul – POA-CNF-POA com uma escala rápida em Campinas .
 

A idéia inicial era zarpar pra Tiradentes, com uma passada por Inhotim .  Mas …. o que aconteceu foi que:

 A bóia impressa  saiu da sala de desembarque em Confins, e encontrou rapidinho a outra bóia, correram pra se abraçar – falando sem parar- deram a volta em toda a Pampulha, e pararam pra almoçar no festejado Xapuri.

xapuri3

Ainda em casa, ficamos super surpresos  com a sugestão – na verdade, uma convocação- do Rodrigo  para nos buscar em Confins no final da manhã de sexta-feira. 

Alguém pode me explicar essa mágica que une os trips que nunca se encontraram pessoalmente …
 
Depois do almoço – linguiça, costelinha, feijão tropeiro  e acompanhamentos, fomos ao aeroporto da Pampulha pegar o carro na locadora, e ir direto  dar uma descansadinha no hotel, no Savassi. Claro que se não fosse o comboio da bóia – Rodrigo – a gente estaria lá até hoje, procurando uma forma de chegar no hotel .
 
Belô  foi programada pra se perder, as quadras não são quadradas, e sem um GPS, é bem difícil  de dirigir .

Combinamos com os trips mineiros  de jantar cedinho no SPECIALI  e quando chegamos , estavam lá o Hugo e a Juliana. Logo atracaram a  Dani S e o Marco, e um pouco mais tarde, a familia Aquela Passagem.

specialit ago 09

Specialita ago09

A fofura do Filipe está ali no fundo no meu colo, na maior tranquilidade!

O papo rolou solto  e os mineiros que até então não se conheciam pessoalmente, descobriram que tinham amigos em comum que haviam estudado na mesma faculdade, enfim : eram todos “primos”

Com as dicas de saída da cidade  do Rodrigo,  fomos sábado de manhã para OURO PRETO ( via Congonhas e Ouro Branco). Me apaixonei pela pousada  e tive que vencer a vontade de ficar “em casa”, pois os lerês não iam esperar a minha preguiça ter fim. Igrejas, lojinhas, restaurantes, casas barrocas lindas, muita gente nas ruas, festas em todos os lugares, era o dia da padroeira da cidade : N.S. do Pilar.

BH Ouro Preto156

 

O domingo amanheceu chuvoso e logo após o café, colocamos a sacola no carro, enviamos e recebemos torpedos dos trips  e seguimos para o trevo de Ouro Preto ( Alfaville –e Fundação Don Cabral ).
No encontro de sexta à  noite, combinamos de almoçar domingo em Inhotim e o Rodrigo comentou que conhecia um “ caminho rural”. Como a Dani e o Marco tb não conheciam o trajeto, o Rodrigo pulou da cama , pegou a estrada  e nos encontramos no trevo . Passei pro carro dele e esperamos o casal de Governador Valadares no “
Topo do Mundona Serra da Moeda.

Seguimos em três carros, pela estrada rural – via Araras – para Brumadinho-Inhotim. Chegamos na hora do almoço e o Rodrigo retornou para  a família em BH.

INHOTIM  é um must ! Jardins impecáveis, edifícios e obras impensáveis, supreendente e muito muito agradável. Com a compania da Dani e do Marco ( que conhecemos em Buenos  no ano passado ) o tempo voou,e acabamos por ver só a metade do parque . Isso já é garantia de que vamos retornar !

TRIPS INHOTIM

             Trips descansando antes de iniciar a visita.

  

inhotimm

Uma parede interativa ( homenagem ao Marco, que adora este bumba )

 

No fim da tarde de domingo, o Rodrigo nos buscou para um “by-day e by- night”: um super- passeio por BH antes do nosso encontro no Tizé, com o Guilherme. ( desculpem, mas conversamos tanto, que esquecemos das fotos )

A ultima cena, do capítulo final da novela das oito em Belo Horizonte foi no domingo, 16 de agosto quando os dois amigos virtuais  descobriram que as avós de ambos, moraram por trinta anos  a seis metros de distância uma da outra.
Agora os emails diários procuram reconstruir os caminhos das famílias dos “primos” Sylvia e Rodrigo .

Hospedagem: em BH – Volpi Residence , no Savassi, na esquina de tudo, ótima localização.
Solicitamos uma tarifa “ Promenade em cartaz ” (fone: 0800-702-3320) que oferece 50% de desconto, nos finais de semana , mediante apresentação de uma entrada em museu, teatro ou cinema
.

 Em Ouro Preto  ficamos na Pousada Minas Gerais, perto de tudo ( abaixo da Igreja de S. Francisco ), mas longe da muvuca .

Transporte:  Encontrei na Avis  uma tarifa mais vantajosa pelo telefone, do que a oferecida pelo Smiles.

Trinta dias antes da viagem, a Azul  iniciou vôos de POA para CNF, com tarifas imbatíveis : 69 reais cada perna : praticamente um brinde …

O diferencial da Azul – em relação à vermelha e à laranja – é que o equipamento é  novo, as poltronas são 2×2, a distancia para pernas é ótima ( 79cm), os bancos são de couro, e ainda é possível por uma pequena taxa, reservar poltronas maiores. ( mas achei barulhenta  demais, a aeronave )
 
Mais uma vez, grazie mile aos queridos trips mineiros pela super programação.