Paraty é sempre divina

Este post já deveria ter sido escrito há alguns meses. A saudade de Paraty bateu e para cumprir uma promessa familiar,  não foi nenhum sacrifício voltar à esta cidade que considero uma jóia, não me canso de voltar à ela.  Nossa chegada coincidiu com a festa do Divino e a  cidade toda enfeitada, mas  São Pedro resolveu mandar um pouco de água pra lavar bem a cidade 😉 Bem, claro que chuva atrapalha um pouco, mas não impede de curtir aqueles casarões lindos e cafés charmosos. 

Crédito Philipp  Kholer

Crédito: Websurf                            Quando a maré sobe e invade algumas ruas.

A festa do Divino é uma tradição na cidade desde o século XVIII quando é celebrado o Divino Estpírito Santo,  cujo símbolo é a pomba. Fazem a festa religiosa e a profana. Os moradores capricham na decoração, assim como em Corpus Christi.

Me encanta como a cidade está preservada,  é um prazer admirar aqueles casarões tão bem conservados e a não degradação da cidade, apesar de intenso fluxo turístico, brazucas e estrangeiros.

 

 

Na chegada, fomos indicados pelo John, dono da Pousada,  a ir a um restaurante que foi uma ótima dica, o Café do Canal, no Caburê. Eles têm pratos do dia de muito boa qualidade e bons preços.

 

E lá vai a galera ao  Café do Canal.

  

Caburê é um bairro que está cheio de pousadas bacanas e fica pertinho do Centro Histórico.

O Café Pingado é charmoso e ótimo para a parada do expresso. Tem biscoitos caseiros deliciosos, como o de limão e  sanduiches com pão integral feito por eles, djilicia.

 

Está  sempre cheio. Talvez já tenha se mudado para uma loja maior de esquina, ali perto.

Crédito:  Joannis Mihail Mouda

 

Crédito:  Joannis Mihail Mouda

 

Pra mim a ida a Paraty só vale se tiver o passeio às ilhas que lava a alma. No sábado, o sol saiu glorioso e fomos rumo às ilhas.

 

 

Mergulhar naquele mar é uma dádiva, saio nova.

A volta à Paraty pelo mar, no fim do dia é dos cenários mais bonitos e fotogênicos que conheço.

 

Crédito: Divo Nvozel

Paraty sem dúvida é dos programas mais bacanas entre Rio e São Paulo. Há inúmeras pousadas para todos os bolsos e uma grande vantagem que é,  livrar-se do carro, pois caminhar pelo Centro Histórico, não só admirando os casarões centenários, como entrando pelas galerias de arte e livrarias é o melhor programa. Os estrangeiros adoram !

Café Pingado – Rua Doutor Samuel Costa 208, Centro Histórico de Paraty  (24) 3371 8333

Café do Canal – Av. Octavio Gama, 709 (esq. da Ponte Nova) – Caborê – tel: (24) 3371 1940

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Paraty, amo !!

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A volta  à Paraty em 2006 depois de muitos anos,  foi uma grata surpresa, pois eu  que já era apaixonada pela cidade e  seus casarios encontrei  ela  um brinco, super bem cuidada, limpa com casas todas pintadas  destacando suas características históricas. 

Antes de mais nada, a viagem do Rio até Paraty  pela Rio-Santos é de matar de tão bonita, apesar da estrada muito mal conservada, como a maioria das estradas brasileiras, como nunca se viu antes neste país.

Foi  um fim de semana em  abril  com dias lindos,  voltando no feriado de Corpus Christi quando o calçamento de pedras da cidade  fica coberto  por tapetes feitos no maior capricho pelos moradores.

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Andar pela cidade exige aquelas sandálias tipo Bierkenstock. Comprei uma dessas lá mesmo,  depois de ter torcido o pé algumas vêzes. Elas podem não ser bonitas, mas são as que dão um pouco mais de conforto para andar naquelas pedras  e ajudam a você a não torcer o pé. Aliás, a Patsy comenta sobre isto no blog dela.

Portanto, mulheres, esqueçam saltos e plataformas 😉

 A  melhor descoberta neste ano foi o passeio de saveiro pelas ilhas da baia de Paraty. Eles param em geral em 4 ilhas dando tempo para mergulhar, sem medo de ser feliz. O passeio é lindo o tempo  todo, com ilhas em geral cobertas por vegetação tropical, algumas com praias e com aquela água transparente como vocês vêm nas fotos.

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Para pular na água em mar aberto pode-se usar os macarrões para não afundar e para quem não quiser pular na água, há barcos menores que chegam até as praias.

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Djilícia mergulhar neste mar.

O passeio dura a tarde toda, os saveiros saem do cais em torno de 11:00h. Pode-se  almoçar no barco, onde é preparado um peixe fresco com saladinha,  leve e  bem gostoso. A volta à Paraty ao entardecer é de encher a alma de endorfina de tão bonita e tirar fotos sem parar, como a que abre o post.

Já anoitecendo veio a procissão que tornou o cenário mágico e emocionante, fazendo com que todos ao final seguissem atrás.

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Paraty à noite, iluminada, além de linda, borbulha de crianças, jovens e adultos, todo mundo circula por aquelas ruelas.

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Os restaurantes colocam mesinhas do lado de fora como os bistrôs europeus, ao mesmo tempo que senhoras preparam bolos artezanais e colocam na mesa junto à porta de casa para vender, como está na 2a foto, uma gracinha.

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O teatro de fantoches encanta as crianças e adultos.

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A Pousada do Corsário que  fica fora do Centro histórico, em era pré-Riquiana 😉 mas fica a uns 5 min a pé do Centro Histórico, onde passa-se o dia inteiro.  Hotel só para dormir. Aliás, fiquei impressionada com a quantidade de pousadas para todos os gostos e bolsos.

Restaurantes também há para todos os bolsos e gostos, mas para mim o destaque foi o Refúgio perto do cais. Divino.

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 Este gato  liiindo estava numa loja de sabonetes artezanais, por sinal os melhores que já usei, e de cerâmicas do artista que ele próprio  atendia em  sua  loja. Voltei no Carnaval de 2006, procurando estes sabonetes, mas não achei mais a loja, sniff

Um passeio que me decepcionou foi Trindade que era linda, mas está cheia daqueles guarda-sois de plástico vermelhos horrorosos.  Uma pena a breguice.

Enfim, saí de Paraty com gosto de quero mais.       

Pousada do Corsario:   Rua João do Prado, 26 – Bairro da Chácara – tel: 24 3371 1866

A CostaVerde Transportes tem ônibus que saem da Rodoviária Novo Rio para Paraty.  http://www.costaverdetransportes.com.br