As ruinas de Tulum

As ruinas de Tulum merecem um post específico devido à sua importância, é o 3o sítio arqeológico mais visitado depois de Chichén Itzá e Teotihuacan.

Chega-se de van ou carro por estrada excelente. O ingresso custa 51 pesos ou 5 olares por pessoa, não aceitam cartão de crédito, e recebe-se uma pulseirinha, como em Chichén Itzá.

Há um trenzinho que nos  leva até a entrada do sitio arqueologico. Mas, dá pra ir a pé.

Enquanto se espera….

O passarinho clicado pela Bia, é o colibri do México, canta que é uma beleza.

não dá pra esquecer que estamos no Merrrrico 😉

 

Na entrada

O mapa do sítio e nossa localização.

Caminha-se muito, é recomendável o uso de tênis ou calçado confortável,  ah  e chapéu ou boné, pois o sol é inclemente.

Passa-se por aqui,

para sairmos aqui.

 Tulum certamente tinha uma função estratégica para os maias. 

O que diz a placa: “Esta é uma das cidades portuárias que contam com um sistema de controle  e defesa composto por muralha e torres de vigia, assim como estratégicos acessos por mar e terra.

Seus antigos habitantes a construiram sobre a elevação mais alta da região com uma planificação e traçado surpreendentes. Os edifícios mais importantes estão completamente delimitados por uma muralha, e a eles só se tinha acesso por quatro estreitos acessos em terra e um pelo mar, la caleta.

Do mesmo modo, uma muralha de dimensões menores, delimita e restringe o acesso ao espaço central, local onde se realizavam os rituais de magia e religiosos. ”

 

E a vista é deslumbrante.

Aí um iguana de olho em todo mundo que passava 😉

Pintura de murais. A principal função da pintura de mural era adornar os edifícios com temas rituais, do cotidiano e representações do entorno natural.

Era costume pintar as fachadas  com cores vivas  relacionadas aos pontos cardiais e às deusas relacionadas a eles.

Templo das pinturas.

Das ruinas seguimos para a praia de Tulum que está neste post aqui.

Caminhar em Tulum faz bem à alma

Desde que vi o post do Riq sobre Tulum, as imagens não me sairam da cabeça, achei que era o  “bicho”.   Queria pisar nessa areia branquinha e ver com meus olhos este mar de azul divino.

A Adriane, o Renato e o Henrique diziam, vá a Tulum ! Imagine se eu sairia daqui sem ir à Tulum 😉

Agora escolha uma foto para definir como sua,  difícil né ? Eu não fotoshopiei nenhuma, estão ao natural.

Caminhei pela beira do mar e a praia era cada vez mais deserta.

Já pensaram no visu daquele mirante ?

Tudo muito rústico.

O mar do azul ao verde, água absolutamente translúcida.

Voltando….

Tudo que é bom dura pouco. Pedrão deixou chegar ao paraiso, mas mandou chuva em seguida 😉

O início do passeio foi ao sítio arqueológico de Tulum que deve ser feito conjugando com praia.