3o e 4o dia em Paris, Arco do Triunfo e Madeleine

Arco do Triunfo

No 3o. dia em Paris, visitamos mais um ícone da cidade, o Arco do Triunfo  contruido para celebrar a vitória do exército francês na batalha de Austerlitz, sobre a Rússia e Áustria. Napoleão prometeu aos soldados franceses:  « Vous ne rentrerez dans vos foyers que sous des arcs de Triomphe » . A pedra fundamental do Arc de Triomphe  foi lançada por Napoleão em 1806, mas a obra do monumento só foi concluída em 1836, 15 anos depois da morte de Napoleão.

O Arco do Triunfo é parte da história da França,  um dos monumentos históricos mais bonitos, mais  importantes e mais visitados do mundo. Está  no coração de Paris, na praça  Étoile,  de onde saem 12 avenidas. Mapa abaixo para melhor visualização.

No detalhe, esculturas da esquerda e direita

Le Départ de 1792 (La Marseillaise), François Rude

Le Triomphe de 1810, Jean-Pierre Cortot

A excursão

Estávamos na avenida Champs-Élysées que tem lojas chiquérrimas, mas tem também H&M que estava em liqui com vestidos gracinhas a 10€, uma festa para Marina 😉

Dali, entramos na loja da Nespresso que recomendo para um café e biscoitinhos, e comprinhas de cápsulas, a metade do preço daqui. A loja é grande e linda !

Do Champs Élysées voltamos para o Marais, passamos em casa e dali fomos jantar no Les Philosophes. Post sobre ele aqui.

clique em cima da foto para aumentar

Marais

Marais

Rue du Trésor

Les Philosophes

Rue du Trésor

Confit de canard – 21 euros

Tarte tatin, especialidade da casa – 7 euros

No 4o. dia, fomos para Madeleine , na praça da Concordia.

Madeleine

Perto está a Pinacoteca de Paris, onde visitamos uma belíssima exposição de quadros de Modigliani e Utrillo, dica do webvizinho Renato que estava em Paris. Ingresso 10 euros, meia entrada 8 euros (estudantes pagam).  Havia pouca gente e pudemos com calma admirar os quadros. Uma cena me tocou:  5 criancinhas de uns 3  anos, com a professora, sentadinhos no chão em frente a um quadro de Modigliani, prestando atenção às explicações dela , baixinho, sem se distrair. Isto é cultura na veia 😉

Saindo da exposição, fomos à Gare du Nord de metrô, buscar os bilhetes Thalys para viagem no sábado à Bruxelas e Brugges,  que tinha comprado pela internet, pois é preciso trocar o comprovante impresso pelos bilhetes, no guichê Thalys. Foi rapidinho.

Dali, passamos no Monoprix para comprar massa para um fettuccine e gruyère ralado, que foi preparado chez Majô 😉

 

Chique não ?

 

Pinacothèque  de Paris
8, rue Vignon
75008 Paris

Metrô – Madeleine

Ônibus – Arrêt Madeleine-vignon bus 24 bus 42

Les Philosophes – Rue Vieille du Temple, 30 – Marais

tel: (33) (01) 42 72 47 47

Aberto todos os dias de 9:00 a 01:15

Metrô: St. Paul ou Hotel de Ville

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2o. dia: caminhando pelo Sena, indo de encontro ao maior ícone de Paris 

Londres, um dia em bate-volta

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2o. dia: caminhando pelo Sena, indo de encontro ao maior ícone de Paris

No 2o. dia,  depois de tomar o café da manhã, baguette quentinha da Boulangerie do Paul com  manteiga da melhor qualidade,  e aproveitando que São Pedro não deixou chover, saimos para realizar o sonho da Marina,  ir  à Torre Eiffel, sem dúvida um ícone em Paris para todas as idades. Começamos a caminhar, admirando as pontes do Sena, os monumentos de encher os olhos, como La Conciergerie, os barcos navegando no rio, paisagens como se estivéssemos dentro de um quadro.

La Conciergerie

Pont Neuf

Rio Sena

E, claro pausa para fotos …

.. e mais fotos

Olha “ela” lá longe !

…. e mais fotos

Pont de l’Archevêché

Rive Gauche

Institut de France

E nós caminhando… entramos  na Rue du Bac,  passamos no Monoprix para comprar água e seguimos  em frente pela looonga  Rue de Grenelle.

Passamos pelo belíssimo Hotel des Invalides.

Hotel des Invalides

Hotel des Invalides

Vista aérea do Hotel des Invalides – foto Wikipedia

Caminhamos mais um pouco, e voilà, estávamos de frente para a Torre Eiffel ! Os olhos da Marina brilhavam de contentamento 😆 😆


Para este programa,  só precisamos de sapatos confortáveis e disposição para caminhar, e é  free. Programa testado e aprovado para adolescentes.

Seria  possível também chegar à Torre Eiffel, pelo ôninus linha 69 que tem ponto final no Champs de Mars, onde está a Torre Eiffel.

Aliás, como transporte em Paris, os ônibus são uma ótima opção para conhecer a cidade com  motoristas super civilizados. O preço do bilhete é o mesmo do metrô, 1,70 € . Comprando carnê de 10 bilhetes, paga-se 12,50 €.

Depois de muuitas fotos, e atendendo à fome que já chegava, seguimos para Rue Saint-Dominique que tem uma série de bons restaurantes.

Muitos  tinham fila na porta, como o Café Constant e o Les Cocottes do chef Christian Constant. Olhamos preços e menus e optamos pelo Les Cocottes  que já não tinha fila, o balcão estava cheio, mas ainda restavam alguns lugares em mesa lateral, na entrada. O atendimento é muito simpático. Os pratos são servidos em panelinhas de ferro Staub, as cocottes,  ou em potinhos de vidro.

Pedro e eu pedimos cocottes volaille (17 € ) e Marina, omelette de fromage e jambon (10 €).

Cocotte volaille

As cocottes são fundas, portanto as porções não são pequenas como parecem. O frango estava tenro e saboroso, os temperos na medida, comi até o finalzinho. O vinho rosé que acompanhou estava perfeito.

Na hora da sobremesa, houve dificuldade para escolher, muitas gostosuras. Pedi a La fabuleuse tarte au chocolat de Christian Constant (10 € ), fabulosa mesmo ! , Marina foi de mousse au chocolat( 7 € e Pedro flan au oeuf (7 €).

La fabuleuse tarte au chocolat de Christian Constant

Mousse au chocolat

Flan au oeuf

O melhor horário para o Les Cocottes  é 19:00h, vai ter  uma filinha, mas dá para conseguir lugar. Depois, a fila e a espera serão maiores.

Voltamos de ônibus, pela linha 69.

Les Cocottes – 135 rue St. Dominique, 75007 –  Não aceita reservas

Estação de metrô mais próxima: Ecole Militaire

BUS : 69/ 42/ 92/ 80

Map

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Playa del Carmen, viagem boa que cabe no bolso.

 

Playa del Carmen  é um destino charmoso  que cabe no bolso, simples assim.  A cidade tem praias bonitas com  aquele mar azul caribenho danado de lindo, e mil passeios nos arredores, de ruinas maias, como Chichén-Itzá  aqui, Tulum  aqui  e  Coba,  a dezenas de cenotes, como Ik-Kil aqui, praias lindas, como Tulum aqui, e Akumal aqui, e parques temáticos, como X-Caret, Xel-Há, Puerto Aventura e outros.

A idéia era que a viagem fosse slow travel, curtindo Playa del Carmen sem pressa e com alguns bate-voltas que foram Chichén-Itzá com o cenote Ik-Kil e  Valladolid, Tulum e Akumal.  Cheguei a fazer reserva de hotel em Tulum, o Latino onde passaríamos a noite,  amanhecendo naquela praia linda, mas ao comentar com o Andrea, dono do hotel em que nos hospedávamos, ele disse ter se hospedado lá recentemente e fez um review  ruimzinho que  acreditava fosse devido à troca de proprietário. Com esta má referência escrevi  para o hotel cancelando a reserva, e  como Tulum é muito pertinho de Playa, virou um 2o. bate-volta.

Não incluí parques por preferir a natureza pura sem interferência do homem, mas são muito bem estruturados, o Henrique que esteve com a Vanessa em dois deles,  Xel-Há e X-Caret comentou conosco ter gostado mais de Xel-Há do que X-Caret. Curtiram muito Puerto Aventura, onde nadaram com golfinhos.

Playa é uma cidade plana e segura.  Vimos bebês, crianças, adolescentes, casais jovens,  muitas pessoas com necessidades especiais circulando de forma independente, mulheres sozinhas, homens sozinhos,  enfim tem atrativos que agradam  à uma vasta gama de viajantes.

 Carrinhos de bebê.

A moça que vem no carrinho elétrico adaptado, não tinha pernas e um dos braços, somente o tronco e um braço com o qual movimentava o carrinho, feliz da vida  passeando com amigos, lição de vida.

Nosso point preferido, o Mosquito Beach.

No México, nosso Real está valorizado,  6 para 1,  ou 7  para 1, quando convertido de pesos para dolar e depois para real no cartão de crédito. Com isso  a alimentação está muito barata, quer um exemplo ? Um prato em bom restaurante sai por 17 reais.

Um detalhe: pãezinhos e pastinhas na mesa como tira gosto não são cobrados como serviço, é isso aí,  em nenhum restaurante, boa idéia a ser copiada por aqui 😉

A cidade tem planta simples com ruas numeradas e fácil de se localizar,  não tem engarrafamentos, no stress,  anda-se toda ela a pé pra cima e pra baixo. Aliás, os mexicanos não têm pressa.

Fora isso tudo,  encontra-se delícias  como sorvetes italianos ou Häagen Dazs  que podem ser saboreados em poltronas confortáveis na calçada  pro bate-papo. Reparem a tranquilidade com que as pessoas conversam sem nenhuma interferência 😎

Não há calçadão na praia, os hotéis se debruçam sobre a areia, e todas as perpendiculares à 5a. avenida dão literalmente na areia.

O melhor programa, a praia,  é franqueada a todos, e andando 1 ou 2 quarteirões chega-se à ela.

Em janeiro e fevereiro, Europa, Canadá e América do Norte estão em pleno inverno, no Caribe também é inverno, massss  com temperaturas durante o dia em torno de 30 graus e à noite  21 graus, pra mim o ideal. Aproveita-se a praia ou passeios durante o dia e à noite é fresquinho, dorme-se sem ar condicionado. Diga-se de passagem, americanos e Canadenses baixaram em massa na última semana de janeiro.

Hotel à venda, quem se habilita ?

As pessoas vestem-se com absoluta informalidade de manhã à noite, short e bermuda para homens e o mesmo vale para mulheres, no máximo  um vestidinho leve ou calça de algodão fininho. Sandálias havaianas, chapéus e bonés. Levei uma calça jeans que ficou na mala, não precisava ter ido.

A rodoviária é dentro da cidade, por 8 pesos é possível fazer o translado do aeroporto Internacional de Tucumán, em Cancún à Playa del Carmen, ou vice-versa,  em ônibus da ADO. E como as ruas são planas com excelente calçamento, vê-se pessoas arrastando malas da rodoviária ao hotel,  por quarteirões. Mas,  se você quer conforto total, o taxi do aeroporto de Cancún até Playa,  uns 40 min, fica em torno de 450 pesos, ou 75 reais. Mesmo preço que paguei do Galeão para casa. Importante acertar preço da corrida antes de entrar no taxi.

Há  hotéis para todos os bolsos, de 60 dolares na baixa a 300 dolares, no post anterior  falo sobre isto.

 Em fevereiro, as tarifas diminuem drasticamente, o Mosquito Blue, a partir de 1o. de fevereiro baixou  as diárias em 50% . O duplo standard passou para 119 dolares, com café. Olhe ele aí embaixo, chique né ?

Os taxis não têm taxímetro, mas as corridas têm preços equivalentes, ou até mais baratos que Rio e SP.

Muita cerâmica bonita pintada à mão em cores vibrantes como esses pratos, mas inviáveis para trazer.

Isto é Merrrrico.

Dinheiro:  despesas de taxi são pagas em pesos,  idem água mineral na mercearia e uma ou outra loja,  ingressos para visitas de ruinas e para isto saquei direto da minha conta corrente  no Brasil com cartão de débito que tem rede maestro.  Dolar é aceito em qualquer lugar. Restaurantes e lojas  aceitam cartões de crédito.

Hospedagem: a diária no hotel Barrio Latino ficou por 68 dolares, uns R$127,00. Não acredito que conseguisse pousada no Brasil em praia bacana com este valor.

Um hostel super bem localizado.

Se você quiser um hotel bacaninha, o Hotel El Punto, na 5a. avenida.

Outra opção na 5a. avenida, o hotel Lunata.

Os bacanérrimos  Mosquito Blue  na 5a. avenida

E o Mosquito Beach que dá na areia.

Restaurantes testados e aprovados: o preferido foi o restaurante do Mosquito Beach que se debruça sobre a praia. Você almoça na sombra na beirinha da areia, admirando aquele mar lindo. O restaurante é aberto a não hóspedes. Servem massas, peixes, carnes.

 

Comemos bem também no Restaurante Da Bruno, um ravioli com camarões de massa levíssima. 5a. Avenida esq. 12. Há restaurantes de especialidades diversas, como parrilla, pizzarias, como o Las Mañanitas, até Mac Donald’s.

O aeroporto internacional mais próximo a Playa del Carmen é o de Cancún que fica  a uns 40 min de carro de PDC.

Há 3 possibilidades de chegar-se  à Cancun:  pelo México,  por Miami ou pelo Panamá que foi a nossa opção, voando pela Copa. A duração do vôo do Rio para o Panamá é de 7 horas, e do Panamá à Cancún, 2 horas e meia.

É necessário visto para entrada no México.

A série de posts que foram blogados ao vivo:

De pernas para o ar em Playa

Na 5a. Avenida

A La Playa

Chichén Itzá

Cenote Ik-Kil e Valladolid

Caminhar em Tulum faz bem à alma

Akumal

As ruinas de Tulum

E o hotel ?

Ciao Sicilia

Na véspera do nosso último dia na Sicilia, saimos caminhando pela Via Enrico Albanese,  do nosso querido hotel Ucciardhome.

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Passamos por uma pequena oficina na mesma rua e fomos cumprimentados pelo dono, Buon giorno. Tem coisa melhor no fim de viagem do que ser cumprimentada  de forma familiar e expontânea por um local ? Buon giorno respondemos.  Em frente à oficina, parei para tirar foto deste mini caminhão gracinha, diga-se de passagem bastante utilizado nas ruas da Sicilia,  principalmente para transporte de frutas.

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Não sei se vocês gostam, mas eu a-d-o-r-o uma  papelaria, canetas e borrachas diferentes,  lapiseiras, pastas e cadernos de capa dura, e os moleskines. A Serena tinha nos indicado a Cartoleria Amoroso, na Via Libertà, 15.  Chegamos lá, na parte de baixo da papelaria, canetas esferográficas diferentes, marcadores de texto, grampeador, cola líquida transparente que cola sem  melar o papel, borrachas, papéis de diversas gramaturas, furador, pastas com divisórias plásticas ótimas , cadernos de capa dura bonitos e alguns moleskines

 

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Os moleskines são cadernos de anotações, muito usados por escritores e pintores como Van Gogh, Picasso, Hemingway. São em geral em capa dura, em papel de muito boa qualidade e com elástico. Podem ter várias utilizações  como diário de viagem, agenda, desenhos, etc.

e um guia da Sicilia para meus vizinhos Cristina e Renato.  Pronto,  saí com uma sacolona. Quando subi para ver  moleskines diferentes , entrei na loja e vocês não têm idéia da variedade  de canetas lindas. De  8 euros a mais de 1000 euros. Agendas 2008 com aquele couro lindo, pastas para laptop com design diferente, passei hooras namorando tudo, saí com outra sacola feliz da vida.

 Otinha deixado um comentário no blog na véspera:

  Says:
August 9, 2007 at 12:54 am   

Maiiiis, Majô, maaaaais, muiiiiito, maiiiiiis! Majô, tome um sorvete de Fràgola (morango) pra mim, tá? Mas quando você for pedir, veja se não dê um fora como eu dei, em Veneza, que pedi um sorvete de “Frangolino”. Mmmmmmm, tastes like Chicken!

Claro que fui atender ao pedido do Zé com o maior prazer, taí a prova documental.

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Bia tomou de nocciola e baccio (chocolate com pedaços), maravilhosos.  Tomei cada colher de sorvete fazendo um replay mental da viagem e tive a sensação de que havia sido uma experiência fantástica, surpreendendo para melhor à todas as descrições da Lea. Taormina, ah Taormina

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se pudéssemos, voltaríamos para lá  naquele momento e ficando por mais umas duas semanas. Eu considero um pecado, alguém passar por Taormina sem ficar pelo menos uns 3 dias, 4 tá bom e 5 melhor ainda.

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Visu do terraço do Villa Carlotta

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O Villa Carlotta foi 10 em tudo, charme, detalhes da decoração, atendimento hiper profissional, infra, café da manhã, localização, tudo perfeito.

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O Gutkowski, em Siracusa numa localização excelente, em frente ao mar, café da manhã  farto.

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O Ucciardhome fez nossa estadia em Palermo ficar com gosto de quero mais. Se voltasse hoje à Palermo, me hospedaria no Ucciardhome, sem pestanejar. Quarto ótimo, idem banheiro, decoração clean e com bom gosto, café da manhã super farto e atendimento da equipe nota 1000.

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A Itália é toda linda, mas a Sicilia me fascinou  pelo conjunto da obra. Cidades medievais com visus espetaculares, o interior rico em história, fora charme e stress zero. Não há a menor preocupação com atentados, como na Europa, nem tampouco com segurança. 

Eu já tinha comentado que quando vi as fotos que Lea me enviou fiquei maluquinha com a Sicilia.  Em três meses viajamos com tudo planejado e a  ajuda total de Lea. Ela vibrava a cada instante, como se viajasse  outra vez.  😉   Grazie tanti Lea 😆

Vou deixar aqui o roteiro e  as super dicas da Lea que recebi por e-mail já no Villa Carlotta e  não saiam da minha bolsa    😉 

Oi Majô,

Finalmente consegui parar e pegar os cartões de visita que juntei na viagem pra te escrever esse e-mail… Aí vão as dicas por cidade. Acho que vou aproveitar este guiazionho para atualizar meu blog…  Aproveite MUITO!   😉

GERAISComo vc está indo no alto verão, recomendo reservar SEMPRE os restaurantes que tiver planos de ir. A gente foi em maio e pegou vários lotados. Leve sempre dicas de outros lugares caso sua 1a tentativa esteja lotada.Vale a pena explorar sempre que possível o artesanato e a comida local. Vc tem que comer PELO MENOS UMA VEZ:Arancini: uma espécie de bolinho de arroz recheado. Tem al burro, que é só o arroz, e al ragu (meu preferido), com recheio de carne.

Pasta a la Norma: massa (penne em geral) com molho de tomates frescos, berinjela e queijo ralado (pecorino ou parmesão). AMOOOOO!

Pasta a la Trapanese: essa é pra vc comer em Erice. Tem vários ingredientes, lembra um pesto com alho e queijo.

Cannoli: procure nas ruas de Taormina os canolis recheados na hora, bem fresquinhos. Muito bom!

Outro doce gostoso é à base de massa folhada, a sfogliatella napoletana.

Granitas: ótimas no calor, são tipo um frozen de sorvete e gelo, vários sabores.

Frutas a la martorana: são as frutas de marzipã, mais folclóricas que gostosas.

Vinhos da Sicília: os com a uva Nero d’Avola e das marcas Colomba Platino e Corvo di Salaparuta.

TAORMINA– Imperdível o passeio pelo Giardino Pubblico, ao sul do centrinho. Tem uma super vista do mar e do Etna.– Outro passeio imperdível é o Teatro Greco, que tem a vista do Etna de um lado e do mar do outro.– 

A rua que tem as lojas e os restaurantes é a Corso Umberto I. É uma delícia passear por ela de dia e de noite.

De dia, tente almoçar em algum restaurante que tenha vista. A gente gostou do GRANDUCA e do restaurante TAORMINA. As lojas de cerâmica e artesanato também valem uma visita. À noite, procure os mais charmosos, como o AL DUOMO o VICCOLO STRETTO.

– Passeios de carro: De um lado tem CASTELMOLA, que é perto (uns 3 km pra cima da montanha) e tem uma super vista. Pra ver uma cidade da Idade Média bem tipica e pouco turística, vá para SÁVOCA. Foi lá que foi filmado o Primeiro Chefão, o BAR VITELLI continua funcionando na pracinha central.

PIAZZA ARMERINA– É uma villa romana maravilhosa, o chão coberto de mosaicos é superfamoso. Vale muito a pena o audio guide, ele faz vc viajar até a Idade Média.– Na estrada, chegando na cidade, vc pode almoçar (ou jantar) no AL FOGHER. Não é tão barato mas a comida é incrível e o ambiente muito gostoso, nem parece que fica na beira da estrada. Eu comi uma trilha recheada com uma espécia de farofa com passas, uma delícia (o cardápio é difícil de decifrar mas eles são gentis e ajudam com todas as dúvidas). Tem no Frommers. Faça reserva

SIRACUSA– É em Ortygia q vale a pena passear, se perder. Entre as atrações, as praças Michelangelo (acho) e do Duomo, e a fonte Aretusa (a história remonta dessa fonte é ótima, ligada aos mitos gregos). Lá também tem bastente coisa relacionada ao papirus, pois a fonte é o único lugar fora do Nilo onde ela cresce (tem uma fabriquinha de papiro ao lado da fonte). Tem várias sorveterias gostosas em Ortygia, uma das minhas preferidas era a Sole Luna, na Via Amalfitania (perto da fonte).– Fora de Ortygia, tem Neápolis (acho que é esse o nome), um complexo de ruínas gregas. Eu fui somente no teatro grego. Suba até o topo. Mas vá cedo ou no fim da tarde – é muuuito quente lá.– Um restaurante bem tradicional de pescados é o Don Camillo, mas eu não cheguei a ir. Na rua do porto há vários, mas É PRECISO RESERVAR ANTES! Gostamos de dois que visitamos: o Ottocento tem ótimos peixes e pizzas – recomendo! Tente a mesa da sacada. Fica no 2o andar de um predinho que dá para uma praça (acho que á a tal Piazza Michelangelo). O endereço que tenho aqui é Via Roma, 5, tel (0931 483-003). Outro que gostamos fica no meio das ruaiznhas labirínticas de Ortygia, se chama Minosse. Ficou mais ou menos famoso poque foi visitado pelo Papa… o ambiente é mais clássico. Comi uma coisa ótima lá, um involtini de carne recheado de queijo (Via Mirabella, 6, tel 0931-663660).

AGRIGENTO– Não fui. As dicas do Frommer’s devem ser super confiáveis. Tenho o guia de uma amiga que recomenda duas casas, a TRATTORIA DEI TEMPLY e o SPIZZOLIO.SCIACCAEssa mesma amiga recomendou o restaurante HOSTARIA DEL VICOLO

.ERICE– Se perca pelas ruazinhas, mas com o mapa na mão, para não se perder demais!

Mapa de Erice: http://www.jenaweb.de/foto-sicily/map-erice.jpg

Imperdível a doceria de Maria Gramático: seu marzipã é para muitos o melhor do mundo! Receita milenar… Vale também parar para tomar um café na Piazza Umberto 1.– Recomendo muito o restaurante Monte San Giuliano. É uma vera trattoria… comi lá a massa a la trapanese, super típica, com um molho tipo pesto (Se vc gosta de alho… peça!). – Também adoramos almoçar no restaurante da Torre de Pepoli (vá primeiro visitar o Palácio dei Normanni (ou de Afrodite), a Torre de Pepoli fica ao lado). O restaurante no jardim (acho que eles chamam de café, não de restaurante) é aquele da foto que vc tinha gostado… Só tem alguns pratos rápidos, sanduíches e saladas, mas tudo gostoso e com ótima apresentação.

PALERMO– Conheça o Duomo (eu só passei na frente, aí depende de vcs), a Piazza Pretoria (bela fonte) e a Piazza Bellini, onde fica a igreja barroca La Martorana. Aqui, outras atrações: http://www.sicilyland.it/palermo_attrazioni.htm.– Também adorei passear pelo antigo bairro árabe, chamado La Kalsa. Há um ótimo restaurante lá, veja abaixo.A Corso Vittorio Emanuele não tem nada de mais… muitas e muitas lojas, clima de centro de cidade grande.- Já a Via della Libertà e a Ruggero Séttimo (continuação) são super gostosas de passear, tipo uma Champs Elysées siciliana  (restaurantes abaixo).Os restaurante de Palermo vou dividir por “bairros”, para facilitar. São muitos os bons.Via della Libertà:– O restaurante Divincibo foi talvez a melhor surpresa da viagem. É uma casa de queijos e frios (a maior variedade que já vi na vida) com algumas mesas num gazebo, na calçada. Reserve antes. A tabua de frios e queijos e de comer rezando. Fica na Via XII Genaio, n.1q. Tel (091) 601-4544. A rua é uma travessa da Via della Libertà.– Para um ambiente moderno, gente jovem, comida gostosa num gazebo de vidro escolha o Al Viale: Via Archimede, 189 (travessa da Via della Libertà, do outro lado da avenida).– Uma noite, jantamos no Cucina Papoff, também gostei. Tentei reservar uma mesa no Scudiero, um restaurante de peixes, mas não consegui. Acho que vale tentar!Ruggero SettimoEssa é a continuação da Via della LIbertà. Há restaurantes bem conhecidos dos turistas, tipo o Charleston, q eu não fui. Minha principal recomendação aqui o Antico Caffè Spinnato. Existe desde 1860 e ainda conserva sua grandiosidade. Tem mesas ao ar livre e é cheio de gente bonita – não sei como, mas conseguiu não ficar tão turístico, a maioria do público é de locais. Não deixe de fazer uma paradinha lá, seja para almoçar, tomar um café ou um dos deliciosos sorvetes. A bresaola com parmeggiano ralado é ótima. Se for almoçar, chegue cedo, por volta das 13h. Fica na Via Principe di Belmonte 117.La Kalsa– Aqui comemos em outro que talvez foi um dos melhores da viagem. Se chama Osteria dei Vespri. Fica numa pracinha antiga, a Piazza Croce dei Vespri (tel (091) 617-1631). A cozinha é inventiva e muito boa. A sobremesa que comi lá foi a melhor da viagem, acho que era uma massa folhada com chocolate branco, uma coisa incrível!. Há um chef brasileiro por lá, veja se ele ainda está lá… ;o)

Acho que é isso, ufa! Se eu lembrar de mais algo, te escrevo. Espero que vc consiga receber, imprimir e usar MUITO este guia!   🙂

Beijos,
Lea 
 

E como foi usado !!!!   🙂

Acho que deu pra desmistificar a Sicilia, vocês foram acompanhando as despesas, não é um destino caro. Comida e vinho são baratos.

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Levei 2  pastas que continham  o roteiro, horários do shuttle em Malpensa (1a foto),  mapas das estradas que percorreríamos e os e-mails das reservas dos hotéis. Os mapas foram tirados pelo Via Michellin www.viamichelin.com Passei um fim de semana, baixando e imprimindo os mapas, mas é gostoso, a viagem começa aí !

ROTEIRO    

 

 Dom. 28/7 – saída dia 28/7 para Guarulhos –  Vôo TAM  GRU/MAL –

 2ª  29/7 –   chegada em Milão – 11:30h

 Conexão aeroportos Malpensa-Linate – usar shuttle

Se o vôo chegar no horário e não conseguir embarcar no vôo para Catania, às 14:30h, deixar bagagem em locker e almoçar em Milão. Embarque para Catania,às19:00h

Chegada a Catania, às 21:00h –

Táxi para Taormina – check in Hotel Villa Carlotta –   Excelente !!

 3ª. 30/7–    Taormina Hotel  Villa Carlotta 

1/0–      Taormina Hotel Villa Carlotta 

5ª.02/8 – Taormina -aluguel de carro– só alugamos carro na véspera da partida para  Siracusa, pois em Taormina  faz-se tudo a pé

 Há possibilidade de visitas de Taormina  à Sávoca ou Castelmola e Giordani-Naxos que não fizemos.

Ficamos 4 dias inteiros em Taormina (sem contar o dia da chegada e da partida)

6ª.03/8 –  check out Hotel Villa Carlotta check out e  saída para                  

Siracusa    Hotel Gutkowski     reserva: 1 room with two beds, checkin 03.08.07- check out 05.08.07 (2 nights) at EUR 100.00 x night, including breakfast.I Café da manhã farto. 

Opção de hotel  não utilizada por não ter elevador =  L’Approdo della Sirene ( dica  da Lea)  www.apprododellesirene.com  mais ou menos EUR130,00 a diária –

Visitar Piazza Armerina e almoçar no Al Fogher – 80km 

sab. 04/8SiracusaHotel Gutkowski 

dom.05/8Siracusa –  Piazza Armerina  –  Imperdível ! 

2ª. 6/8  check out Hotel Gutkowski e  saída para

Palermocheck in Hotel Lucciardhome   

 (The rate per room per night EURO 150,00 total price 5 nights  750,00) – Consegui desconto para 140 euros, diária  com café da manhã farto ! 

3ª. 7/8 –  – Palermo – passeio à Erice e Segesta – Imperdíveis !   

4ª  8/8 –    Palermovisita à   Monreale– lindíssima Catedral em mosaicos – pertinho de Palermo – devolução do carro no final do dia.    

5ª. 9/8 –    Palermo –  

6ª. 10/8 –  Palermocheck out L’Ucciardhome 

sab.11/8 –   retorno aeroporto Punta Rasi (Palermo) – Malpensa(Milão) – GRU-RIO  sniff

 

A MALA VNV

Como nesta viagem iríamos nos hospedar em 3 cidades diferentes, portanto em 3 hotéis, era preciso preparar uma mala pequena para não ter a chatice e perda de tempo de ter que carregar malas grandes com roupa desnecessária. Foi feita então, com o aprendizado no blog de nosso guru  Riq, + as dicas de Lea, da Sylvia e da tripulação, o que chamo a mala VNV:
 3 shorts que usei muito.
2 calças molinhas. Usei as duas, mais uma que a outra.
2 jeans, o que viajei, e outro que não usei, então não precisava ter ido.
3 camisetas justinhas que usei muito e lavei várias vêzes.
2 blusas de malha molinha que quando penduradas desamassam. Usei.
1 blusa de filet colorida de Alagoas.
1 sandália que usei all the time do tipo Bierkenstock, mas da Tribo dos Pés, sim porque para andar o dia inteiro não pode machucar nem um pouquinho
1 sandália de saltinho que não usei, portanto não precisava ter ido.
1 sandália de dedo mais arrumadinha que usei algumas vêzes
1 sandália havaina para usar no quarto do hotel.  O Villa Carlotta e o Ucciardhome ofereciam pantufas atoalhadas no kit diário.
2 chapéus molinhos que usei o tempo todo.

Todas as blusas foram enroladinhas porque não amassam e dá mais espaço na mala. Coloquei uma sacola mole mo fundo  da mala. Bem, claro que a mala expansível veio estufada e a mala molinha também foi usada e veio cheia
Ah, e uma bolsa super leve da Kipling para andar o dia todo, do 1o dia à véspera de embarcar.
Foi um super avanço, porque sempre levo mais do que preciso. 
Tem que fazer como o Riq diz, coloca tudo em cima da cama e tira a metade

 ALUGUEL DE CARRO

Meu sobrinho havia dado a dica de que é mais vantajoso alugar o carro por 7 dias. Tentei cotação em sites de diversas  locadoras, mas por sugestão do Riq, pedi cotação ao Bruno da Superviagem que conseguiu o melhor valor.

 O que temos de melhor na categoria econômica (Fiat Punto, Fiat Panda, Ford Fiesta ou similar) é com a Hertz:   USD 262,00

Incluindo km livre, taxas, proteção contra colisão, roubo e incendio, sem franquia.

Haverá apenas uma taxa de EUR11,20 para pagamento lá, além de um bloqueio de garantia no seu cartão de crédito.

 A minha opção foi por pagamento antecipado no Brasil  com cartão de crédito, valor dividido em 3 vêzes. Pedi ao Bruno, um carro com motor 1.6, pois iria dirigir  em estradas. Apesar de  ter pedido um Golf, a Hertz me entregou um Stillo, camionete. Excelente performance em estradas, subia e descia na mesma velocidade. As malas e os berimbaus foram todos na mala do carro que é enorme.

Peguei o carro com tanque cheio e entreguei com  tanque cheio.

  SEGURO DE VIAGEM

  O seguro viagem foi feito também com o Bruno da Superviagem. O valor exigido é de 10.000 euros, paguei US$43,00 também com cartão de crédito. 

 

 

 

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Bora pra Palermo

 

Erice tem magia

 

Segesta

 

De volta à Palermo

 

Ciao Sicilia 

 

de volta à Palermo

À tarde já estávamos de volta de nosso passeio  a  Erice e Segesta.  Descemos  do ônibus em frente ao Teatro Maximo, lindo, em Palermo.

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Nossa companheira francesa havia comentado sobre  pequenos restaurantes naquela área, onde ela estava hospedada. Disse que eram simples e bons. Entramos nessa  rua gracinha

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e paramos em frente à Trattoria e Pizzeria “Lo Sparviero”.  Pareceu bem agradável, típica Trattoria mesmo como vocês podem ver.

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No cardápio, bati o olho numa salada de parma com muzzarela de buffala, foi essa  mesma, nham ótima de entrada. O serviço bem demorado. Bia foi de peixe espada e eu escalopinho com champignon. O prato era tãao  farto, não consegui terminar. Dois expressos e água com gás. Total: 29 euros. Como o serviço demorou muito, fechamos a conta e tomamos gelatti na pasticceria ao lado.

Voltamos a pé para o hotel, e ao entrar como sempre,  um largo sorriso da Lucia, com um buon gioooorno. Como somos bem recebidas aqui  😉

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 Aquele banho gostoso, e depois fui sacar dinheiro no caixa eletrônico direto da minha c/c.  A Serena, do Ucciardhome  me indicou o Banco de Sicilia que tinha caixa eletrônico perto do hotel. Foi facinho, saquei  euros  com o mesmo cartão que uso no Brasil.

No dia seguinte, antes de devolvermos o carro, fomos visitar a Catedral de Monreale, que fica a meia hora  de Palermo.

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Estacionei o carro em rua junto da pracinha, com a ajuda de um senhor que conversava com um policial e depois de me avisar que onde eu havia estacionado era proibido, gentilmente tirou seu  carro onde estava  para que eu lá o colocasse,  evitando multa.  Dove sei? Ah ! Brasile, Maracanã, Rio de Janeiro, falando bem alto e com largos sorrisos. Pronto, com futebol ficou tudo em casa.

 

 

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Ao entrarmos na Catedral, fiquei  com olhos magnetizados nos mosaicos do teto.  Era impossível tirar o olhos por longos minutos. Aos poucos,  fui descendo os olhos para as paredes, o altar,  piso, tudo em riquíssimos mosaicos. Muito escuro lá dentro,  por isto, a maioria das fotos ficou com muito pouca luminosidade, portanto desculpem as que colocarei, editei com o máximo de luz para que fosse possível ver um pouco deste acervo.  

 

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O órgão é belíssimo

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várias capelas laterais

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Monreale é imperdível !! Se for a Palermo, não pode deixar de visitar Monreale.

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Do lado de fora, à venda terços lindos.

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Fomos andando e acabamos neste terraço com a magnífica vista de Conca D’Oro e Palermo.

Ao lado, o restaurante onde ocorreu aquele episódio que contei  no post Viagem à Sicilia  . Como não gosto de lembrar coisas desagradáveis, vou pular esta parte.

De volta à Palermo,

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fomos ao mesmo bar, onde o  garçom se esmerava em preparar o melhor sanduiche, com o melhor pão e com aquele prazer que faz o sanduba ficar mais gostoso. E olhem a cara dele, djilicia.

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Enquanto comíamos, passou um casal com os gêmeos e lembrei do Gira e da Tati, mas só que além dos gêmeos eles tinham mais dois filhotes, portanto quatro, eu disse  quatro pequerruchos.  A menininha ia ali do lado. Verdade que a mãe estava com uma cara um tanto estressada.

 

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Depos que saimos,  passamos por uma loja com estes docinhos,  são lindos né ? Olhem as tijelinhas dos vermelhinhos, um graça.

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Segesta

De volta à Palermo

Ciao Sicilia 

Segesta

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O impacto

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com o belo 

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em forma bruta.

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Saimos de Erice para Segesta, Templo dórico construido no século V a.C. com grande expectativa em conhecê-lo reforçada por recomendação de Lea não deixem de ir à Segesta.

 A distânca é de 42 km, mapinha acima, percorrido em mais ou menos 1 hora.

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Segesta em  imagem de satélite. As bolinhas azuis sobre o templo em forma retangular. As duas linhas brancas são a escadaria que se sobe.

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 O  ônibus estaciona, no sopé da colina, onde no alto foi construido o Templo que não é visível de baixo. Comprei o ingresso por 6 euros, sem fila.  Dali em diante, sobe-se uma escadaria imensa para chegarmos ao Templo . Haja fôlego, uns 15 min subindo escada e  a curiosidade em vê-lo é graaande.

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Chegando lá em cima começa-se a avistar a parte de cima do templo, emoção !!!

 

 

 

 

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Ao chegar de frente para o templo de Segesta, paro pois há um impacto pela sua grandiosidade. Belíssimo !!!

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O Templo com 38 colunas foi construído pelos élimos, o mesmo povo que construiu e habitou Erice, mas ficou inacabado, não havendo teto, nem cello, espaço fechado dentro do templo, onde eram colocadas as imagens dos deuses. Segundo os historiadores, o templo não foi concluido devido à guerra, tendo Atenas como aliada,  com a rival Selinunte. Possivelmente por estar inacabado,  e por sua localização  isolada, o Templo de Segesta  não  foi destruido por povos  invasores. 

 

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Com o video percorre-se um pouco do Templo com os olhos. E ouve-se como os italianos falam sem parar.

Desculpem, é beem primário 😉

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As colunas são majestosas.

 

 

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Percorre-se aos poucos aquele templo grandioso. Transcrevendo o Frommer’s: The Tempio of Segesta is one of the most perfectly preserved survivers from the days of antiquity. Unlike the sprinkling of columns in most Sicilian archaeological gardens, this is a full temple of scope in dimension, with its columns relatively intact.

 

 

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Isolado, o Templo é perfeito para meditação. Como Erice, Segesta tem magia.

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O Templo é afastado de centros urbanos, e com uma vista belíssima como vocês podem ver na foto. Passa uma paz enorme. Imagino que asssistir o por do sol em Segesta deve ser tudo.

Como Erice, Segesta é imperdível !

Vocês  estão testemunhando como a Sicília é rica em sítios arqueológicos.

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A  foto (não é minha) dá uma visão total do Templo.

 

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Erice tem magia

Segesta

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Erice tem magia

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Acordamos bem cedo para nosso tour à Erice e Segesta, tomamos um capuccino preparado gentilmente pelo funcionário da noite do hotel  e um brioche correndo, pois  o ônibus passou para nos buscar, às 6:45h.  No ônibus, somente  uma francesa sozinha, diga-se de passagem  um ótimo papo. Mais na frente, uma parada num resort  onde  entraram a guia e mais alguns franceses.

Para vocês se localizarem, Erice fica na costa oeste da Sicilia, a 114 km de Palermo. O mapa abaixo.

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A viagem  incluiu a paisagem de Castellamare del Golfo que vocês viram

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no post  anterior sobre Palermo.  Parece uma pintura concordam ?

 

Erice fica a 750 m acima do mar,  com uma vista deslumbrante de Trapani (pronuncia-seTrápani). Em dia claro é possível avistar a Tunísia, no norte da África.

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Monte Cofano, em Trapani

 

 É impressionante  como esta cidade medieval com 3000 anos de história encontra-se quase  intacta, preservando seu encantamento à medida que andamos por aquelas ruelas que emanam um ar de mistério. Foi fundada, pelos Elimos que cultuavam Vênus,  deusa do amor e da fertilidade. Andar a pé pelas ruelas da encantadora Erice, é delicioso,  como se estivéssemos num cenário e  a qualquer momento  pudéssemos nos encontrar face a face, com Vênus.

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As ruas em Erice  são meio curvas e é fácil  perder-se  e ficar andando em círculos. Possivelmente, a intenção era essa mesmo. E foi o que me aconteceu na hora de sair, parei para tirar  fotos das ruelas e pátios internos das casas, e custei para achar a saída para Porta Trapani, até que ufa consegui.

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Bem, nosso ônibus estacionou em Porta di Trapani, e dali seguimos à pé. Como Taormina, Erice também fica  no alto, no caso do monte Eryx. Como vocês vêm, a vista de Trapani e do Monte Cofano é magnífica.

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O mapa da cidade que tem forma triangular.

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Porta di Trapani, uma das 3 entradas da cidade que é quase toda em pedra.

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Este calçamento lindo é uma característica da cidade, 10 em 10 fotos  de Erice  incluem esta.

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Erice é conhecida na Sicilia por seus doces, uma especialidade das freiras dos conventos de Erice, cujas receitas foram sendo aperfeiçoadas entre os  séculos 14 a 18. A lojinha de doces mais famosa é a de Maria Grammatico,  uma ex-freira que tornou-se famosa na Itália pelo livro que escreveu sobre sua vida. Paramos, claro em sua loja, entramos e ela própria veio ao balcão. Posso dizer que os doces são os melhores que já comi na vida, nham

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A loja é um delírio !

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Há doces e marzipans  em formato de frutas e bichinhos que são uma perfeição.

 

 

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Os canolis claro !! E biscoitos de amêndoa, uma especialidade de Maria Grammacho.

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Nos deliciamos  com uma fatia desta torta de damasco com amêndoas, leve, divina e uma de chocolate  com um expresso. Pedimos para levar,  alguns folhados. Dá vontade de levar a loja toda  😆   A fatia de torta por 1,50 euros, o que não é caro. O endereço da loja, Via Vittorio Emmanuele, 14.

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A cidade é limpíssima, olhem este aspirador a postos.

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Chegamos à esta praça simpática, ótima parada para um café.

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Passamos pelo hotel Elimo, na via Vittorio Emanuele, 75  onde nos hospedaríamos caso dormíssemos uma noite em Erice. Foi  indicado pela Lea. A diária acertada por e-mail seria 110 euros com café.

good morning from elimo hotel.
we can reconfirm your request.
room rate per day euro 110.00
we have lift.
Não é embromação  minha, aí está a mensagem.

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As casas são floridas assim, umas gracinhas.

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Os pátios internos das casas,  prontos para serem clicados por qualquer revista de decoração.

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Hora de voltar, chegamos à Porta di Trapani, entrar no ônibus e seguir para Segesta. Antes, parada para mirar este visu fantástico.

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Descemos o monte Eryx, com overdose de visus como estes.

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Lea, estou esperando os seus pitacos 😉

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