Olhem quem chegou no Rio !

Olhem quem apareceu assim de surpresa no Rio.  A querida Liciana com a mana Iara vieram passar um fimde carioca. Achei que era trote,  mas fui conferir hoje e não é que as duas estão mesmo hospedadas no  Lemon Spirit  no Leblon !  Nos encontramos em carne e osso para comer uma saladinha em Ipanema.  Na praia, uma foto das duas irmãs com o Dois Irmãos ao fundo 🙂 sacada da Liciane 😉

 

Deixamos o carro no Jardim de Alah e fomos para o Gula Gula ali perto.  O dia estava lindo e conseguimos uma mesa na varanda da casa da D. Marina  que foi transformada em restaurante no ano passado, o Gula Gula, onde come-se bem em ambiente agradável com garçons gentis e eu com o privilégio de estar acompanhada de irmãs gentis 😉

As duas já dominam o Rio,  sabiam de cor todas as ruas de Ipanema e Copacabana, tinham caminhado do Leblon à  Copacabana ! Olhem a cor delas, queimadonas 8) Estar com Liciane é um prazer e foi pena o tempo tão curto, e claaaro falamos sobre a tiurma vnvética.   No ano passado a Liciane organizou um jantar memorável no Rôti para nossa conVNVenção, quando estive em Sampa, o post é esse aqui . Foi lindo preparado com carinho nos mínimos detalhes, o jardim do restaurante parecia nossa casa de tão íntimo 😉

 O Gula Gula tem vários ambientes, varandas, salas, mezzanino, em qualquer ponto você está bem.

Sempre cheio e olhem quem estava lá também.

Pedimos as três o mesmo prato,  quiche de brie com damasco e saladinha que estava djilicia.

 

Fechamos com um café, puxa não deu tempo pro petit gateau, pois elas iam para o Corcovado e eu pro trabalho. Nos despedimos antes de entrar no carro com um super abraço cheio de boas energias 🙂

Fiquei feliz de estarem gostando do nosso Rio 😆

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Paraty é sempre divina

Este post já deveria ter sido escrito há alguns meses. A saudade de Paraty bateu e para cumprir uma promessa familiar,  não foi nenhum sacrifício voltar à esta cidade que considero uma jóia, não me canso de voltar à ela.  Nossa chegada coincidiu com a festa do Divino e a  cidade toda enfeitada, mas  São Pedro resolveu mandar um pouco de água pra lavar bem a cidade 😉 Bem, claro que chuva atrapalha um pouco, mas não impede de curtir aqueles casarões lindos e cafés charmosos. 

Crédito Philipp  Kholer

Crédito: Websurf                            Quando a maré sobe e invade algumas ruas.

A festa do Divino é uma tradição na cidade desde o século XVIII quando é celebrado o Divino Estpírito Santo,  cujo símbolo é a pomba. Fazem a festa religiosa e a profana. Os moradores capricham na decoração, assim como em Corpus Christi.

Me encanta como a cidade está preservada,  é um prazer admirar aqueles casarões tão bem conservados e a não degradação da cidade, apesar de intenso fluxo turístico, brazucas e estrangeiros.

 

 

Na chegada, fomos indicados pelo John, dono da Pousada,  a ir a um restaurante que foi uma ótima dica, o Café do Canal, no Caburê. Eles têm pratos do dia de muito boa qualidade e bons preços.

 

E lá vai a galera ao  Café do Canal.

  

Caburê é um bairro que está cheio de pousadas bacanas e fica pertinho do Centro Histórico.

O Café Pingado é charmoso e ótimo para a parada do expresso. Tem biscoitos caseiros deliciosos, como o de limão e  sanduiches com pão integral feito por eles, djilicia.

 

Está  sempre cheio. Talvez já tenha se mudado para uma loja maior de esquina, ali perto.

Crédito:  Joannis Mihail Mouda

 

Crédito:  Joannis Mihail Mouda

 

Pra mim a ida a Paraty só vale se tiver o passeio às ilhas que lava a alma. No sábado, o sol saiu glorioso e fomos rumo às ilhas.

 

 

Mergulhar naquele mar é uma dádiva, saio nova.

A volta à Paraty pelo mar, no fim do dia é dos cenários mais bonitos e fotogênicos que conheço.

 

Crédito: Divo Nvozel

Paraty sem dúvida é dos programas mais bacanas entre Rio e São Paulo. Há inúmeras pousadas para todos os bolsos e uma grande vantagem que é,  livrar-se do carro, pois caminhar pelo Centro Histórico, não só admirando os casarões centenários, como entrando pelas galerias de arte e livrarias é o melhor programa. Os estrangeiros adoram !

Café Pingado – Rua Doutor Samuel Costa 208, Centro Histórico de Paraty  (24) 3371 8333

Café do Canal – Av. Octavio Gama, 709 (esq. da Ponte Nova) – Caborê – tel: (24) 3371 1940

Em dia de solzão e céu azul, indo pela Niemeyer

Na 2a feira, amanheceu um dia lindo de sol e céu azul sem nuvens, liguei pra Sylvia  era o último dia deles no Rio. Ela me disse  pra fechar o Rio eu queria pegar a Niemeyer.   Foi o que fizemos, na hora do almoço peguei a Sylvia e o Mario, e fomos felizes costeando a Niemeyer que pra mim é dos programas mais bacanas, em dia de sol bonito no Rio.  Desde Ipanema,  pegar esse caminho pra Barra era dos meus programas favoritos em dias lindos e frescos. Céu azul sem nuvens, vento batendo na cara, seguimos admirando o mar batendo nas pedras, a avenida é cravada na encosta do Dois Irmãos, o mar logo ali embaixo. Em dia de ressaca, as ondas ainda espirram  em quem se aproxima um pouco mais. Passamos pelo Sheraton, o Vidigal e de novo aquele visu lindo do mar e as ilhas Cagarras, depois chegando em São Conrado, marzão e os surfistas.  Passamos pela Rocinha, eles viram a verticalização de uma favela que virou um bairro. No largo de São Conrado, decidimos subir a estrada do Alto da Boa Vista, onde atravessamos mata de um lado e outro,  árvores imeeensas, puro oxigênio. Cruzamos com vários jeeps de turistas. Fomos até um pouco acima do mirante e descemos, pegamos a antiga estrada do Joá, sinuosa que tem lá no alto uma vista linda. Não sei como alguém não se interessa por fazer um restaurante bacana lá em cima com aquele visu, aliás Já houve bons  restaurantes ali  no passado. Um desperdício.  Descemos, entramos na estrada do Itanhangá e viramos para Barra  para que conhecessem um pouco do bairro que está explodindo de prédios comerciais bacanas e condomínios sofisticados com alta tecnologia. Pena que não deu tempo para explorar mais esticando até a praia da Reserva, Recreio e Grumari, fica pra próxima. Na volta, circulamos um pouco pelas ruas do Jardim Oceânico com prédios baixinhos e varandas enooormes, muuito arborizado, com passarinhos e miquinhos, um Leblon da década de 70.

Seguimos pelo viaduto do Joá, de cara para Joatinga que tem casas  encarapitadas no morro que chamam de Zanine pela quantidade de casas do arquiteto, lindas em madeira e vidro. O visu lá de cima é qualquer coisa. Passando pelo viaduto do Joá que passa literalmente em cima das pedras e do mar, é difícil dirigir olhando pra frente, overdose de visu, mar mar mar, magnetizante!! Fui bem devagarzinho a uns 30 km pro Mario tirar umas fotos, imagino o que me xingaram atrás. A Sylvia logo disse, já imaginou que bárbaro um trem passando por aqui costeando as montanhas por cima do mar ?  Uau belíssima idéia a ser aproveitada pelos nossos governantes. Por que não trazem os trens japoneses ? E mais, por que não tiram do papel o projeto de veículo leve sobre trilhos, na Av. das Américas até o Recreio, levitando em plano mais alto com vista para montanhas e mar, uau . E claro, o metrô linha 4.

Chegamos a São Conrado e estacionamos junto à Praia do Pepino onde ficamos admirando o pessoal voando de asa delta e parapente.

 

 

O cenário é tão belo que sem palavras, ficamos por um bom tempo curtindo a evolução das asas deltas, o mar, a montanha, enfim aquilo que a natureza nos dá de graça.

 Assistimos ao pouso de vários vôos duplos de asa delta, e claaaro ficamos combinadíssimas de pular da Pedra Bonita em breve !!

 

Vocês não conhecem,  mas encontramos este casal gracinha queimadão, carioca total, com quem sentamos para tomar uma água de coco. 😉 A vontade claaaro era ficar ali a tarde inteeeira curtindo a praia, as asas deltas, a paisagem. Mas, o relógio gongou chamando de volta à realidade, trabalho :mrgreen:

Saimos de lá reenergizados com esse programa natureba bem carioca 8)

A mega ConVNVenção carioca

Esta conVNVenção carioca começou a ser agitada pela vinda da Sylvia e do Mario ao Rio. A Flávia se animou também e  tudo começou a rolar aqui .  Acabou sendo uma conVNVenção intergalática, onde vários de nós não nos conhecíamos pessoalmente, apesar de batermos papo diariamente no blog do Riq que é um agregador de amigos. Como a internet pode ser legal, né mesmo ?

A Sylvia, uma verdadeira blogueira sem blog e o Mario chegaram na 5a e a Flávia idem. Na 6a eu tinha encontrado a Flávia rapidinho,  nos re-conhecemos, como diz a Carla.  Ontem era o grande dia, o combinado era nos encontrarmos às 4 da tarde, na Lagoa,  um lugar bem informal e visualmente bacana. Dá também pra circular à vontade e  até se tiver vontade andar de triciclo.  Fui buscar a  Sylvia e o Mario no Claridge, demos referências de cores de blusa e camisa, mas quando cheguei na esquina não foi preciso nada disso, imediatamente corremos pro abraço 🙂  Na verdade, nem reparei cor de blusa,  eita sinergia vnvética.  O Mario,  o maior boa praça da paróquia.  Dali fomos buscar a RastaFlávia no Monsieur Leblond. De novo abraços efusivos, no carro  todo mundo falava ao mesmo tempo 🙂 Rapidinho chegamos na Lagoa e fomos para o quiosque do Árabe, tínhamos uma reserva na mesona pra 10 pessoas.  Saquei a ata da conVNVenção que nos identificaria com o logo da boia. E eis que se aproxima de nós Vocês não me conhecem, eu sou a Ângela Bruno. Logo, logo chegou a querida Meilin com seu jeitinho  carioca de andar. Daqui a pouco, a Paula * com o Fred e suas gatinhas Gabi e Malu,  primos da DaniG.  E em seguida, a Cristina, a gatinha do VNV. E logo depois, o Arthur que veio de Niteroi. Estávamos todos sentados na mesa, quando chega quem ? Eu sou o Arnaldo. Quem ? O Arnaldo, você achava que eu não existia. Chegou ele com Alice, uma simpatia. Imaginem,  eu que pensava que o Arnaldo era um avatar 😉 Risadas e abraços. Dali pra frente, vocês verão o clima que rolou,  pelas fotos. O celular na mesa, esperando uma ligação intergalática do Riq das oropa, mas ele não tinha como marcar hora. Chegou um torpedo da Carlinha, avisando que tinha sido nocauteada por uma gripe e ela não viria 😦  Paula * trouxe seu  laptop de bolsa, o Arnaldo seu TIM Fast. E a Flávia tentando conexão pra deixar um comentário no ViajeAqui, acabou conseguindo. No resto o papo correu solto, todo mundo confraternizando no maior astral, levanta, senta,  todos viraram amigos de infância 😉  Só saimos de lá porque tínhamos que correr pro 2o turno,  uma reserva pro Centro Cultural Carioca, onde ia se apresentar o grupo Sururu na Roda. O Arnaldo gentilmente tinha oferecido uma Van Tour’s tio Arnaldo. Quase chegando em casa, o telefone toca, encosto o carro, cato o telefone na bolsa, atendo alguém muito importante pois era Privado, claro que era o Riq, mas já tinha desligado. Em casa, corro descarrego fotos pra mandar uma pro Riq conforme prometido. Ligo para o Jorge da van, fora de área, mas acabou dando tudo certo falando com a Coopertramo, dali a 20 min a van passou para nos buscar. Aí começou o tio Arnaldo´s tour.

 Na Lagoa:

Coluna social: Flávia, Sylvia, Ângela Bruno e a blogueira que vos fala. Todas segurando atas da conVNVenção que depois foram assinadas por todos.

Meilin e Cristina, a gatinha VNV.

Arnaldo ‘ eu não imaginava que a TIM Fast ia me deixar na mão’

Arnaldo e Alice.  Flávia tentando loucamente a conexão.

A Flávia dizia pra máquina ‘afinal de contas quem manda aqui sou eu’ . E a Sylvia ‘ diz pro Riq ligar logo, afinal ele prometeu fazer a conexão intergalática ‘

Ângela Bruno, Majô, Alice, Arnaldo, Flávia, Sylvia, Meilin, Arthur. Em pé, Mario, Paula * e Fred, Cristina.

Sylvia fazendo a festa da ala kids VNV

Arthur e Paula * tentando um ângulo especial.

 E a Gabi sua filhota clicando todo mundo.

E o Mário brincando com as crianças, mas elas não se amedrontaram 😉

E a Meilin e a Sylvia diziam sai pra lá violão.

Arnaldo assinando a ata.

Ângela Bruno e Paula * no fundo

Arthur assinando a ata e a Malu só de olho pra ver se ele estava escrevendo certo.

Meilin

Cristina.

Meilin, Flávia, Sylvia, Arthur e Fred.

Flávia, Arthur, Fred, Gabi, Paula *, Sylvia, Malu, Angela

A ata assinada por todo mundo. Uma foi guardada para ser enviada ao guru.

Ângela, Majô, Alice ficou encoberta, Arnaldo, Mário, Flávia, Paula *, Cristina, Sylvia, Meilin e Arthur. O garçon boa praça tirou a foto.

E aí vão mais fotos da Meilin:

O papo estava tão divertido que continuaríamos lá na Lagoa se não tivesse a 2a parte do encontro no Centro Cultural Carioca.  Depois da tentativa no Rio Scenarium que estava lotado, fechamos 2 mesas com o Centro Cultural Carioca, no sábado quando estaria se apresentando o grupo Sururu na Roda, e a Meilin doutora no assunto samba deu seu aval.

2a parte do encontro – O samba no Centro Cultural Carioca

Corremos para hotéis/casas e às 8:30h a Van tio Arnaldo Tour passou para nos buscar. Sylvia e Mario foram os seguintes, depois Flávia, a Meilin, e a Cristina foi direto para segurar a reserva que era até 9:30h.

 

A farra dentro da van, parecíamos colegiais 😉 Quando chegamos ao centro, a Meilin foi a guia do city tour, sabe tudo do Centro do Rio. Ela foi guiando o motorista,  o Tubarão até chegarmos à rua do Teatro.

 

 Num casarão antigo, um salão amplo, pé direito alto, com espaço entre as mesas para circular. Nossas mesas ficaram no fundo junto à janela.

Corrigindo: a Cristina dizia assim: Mário você tem que ir à Noronha. E a Sylvia dizia baixinho, eu digo isso todo santo dia, será que agora vai ?

Flávia de costas, Mario, Cristina, Arthur, Sylvia, Meilin e Bia

O casal gracinha.

Foto by Mario

Foto by Meilin do Real Gabinete de Leitura  que fica em frente.

Sylvia e Meilin falando sobre Noronha.

Mario tirou a foto. Felicidade total estampada na cara de todo mundo.

 

Sururu na Roda é o que há de bom em samba.

Não tem como não entrar no clima dessa música, vai dar uma saudaaaade. Até o garçon sambava quando não estava servindo 😉

 

Meilin, Flávia e Cristina se acabaram de sambar. 

À meia noite como dizia Sylvia antes que virássemos abóbora fomos embora. E aí tá a tio Arnaldo’s van que trouxe a galera de volta conduzida  pelo Tubarão que foi gracinha deixando todo mundo em casa.

Foi um dia especial, tenho certeza que saimos de alma lavada depois desses encontros memoráveis 😉  Valeu pessoal, amei  e tenho certeza que todos também, basta olhar as fisionomias nas fotos !!! Faltaram o Riq e o Nick, Mari, Carla, Emília e Marc, Mô,  Rodrigo,  Zé, Beto e Teté,  Os Destemperados, Jorge Bernardes com Tati e a mascote, Bruno, Liciana, Patsy, Lena, Lea com maridão e mascote, Carla2, Ernesto, JB, DaniG com Gabs, Carmenzita, Debora e Edu Luz, Marcio, Luisa, Carla, Maria Lina,  a Lucia Malla que ainda não conheço, mas outros encontros virão 😉

Quem quiser me enviar fotos, pó mandar que eu subo aqui 😉

Lady Rasta no Jobi e a conVNVenção carioca

 

E olhem quem tá aí !!!!

Hoje na hora do almoço, dei uma corridinha pra tomar um café sabem com quem ? A querida Flávia Penido, a Lady Rasta que chegou para a conVNVenção carioca. Sempre nos encontramos lá no blog do Riq. Mas, hoje ao vivo e a cores sentamos para um chop ela,  e eu um expresso no Jobi que muitos conhecem, um boteco antigo no Leblon, point de muitos clientes fiéis. Estacionamos em frente ao Antiquarius,  restaurante considerado o melhor ou um dos melhores do Rio, mas esnobamos e fomos a pé até a Ataulfo de Paiva.  Passamos pelo Aquim, mas decidimos sentar mesmo na descontração do Jobi. O papo rolou pra lá de bom e receber  uma paulistinha na cidade  é um ótimo programa numa 6a. feira, especialmente no dia 8/08/2008.  Brindamos o blog da Flávia que foi escolhido para ser um dos 100 que  comporão o portal do Yahoo. Com essa numerologia poderosa o encontro  foi uma prévia do que será o encontro de amanhã, na Lagoa, onde haverá a conVNVenção carioca que reunirá gauchos, paulista e cariocas, às 4 da tarde, no quiosque do Árabe na Lagoa.

 

Os destaques

Dois restaurantes se destacaram em nossas incursões gastronômicas na estadia em Buenos Aires.

Um deles foi o  Brasserie Petanque que tinha sido recomendado pela Emília que teve indicação do Riq.  Aliás, a Emília fez um post sobre a  Petanque que está publicado no Brincando de Chef. A Mari e a Carla tinham estado lá no domingo e a Mari ainda deu a dica que durante a semana tinha o menu executivo, e lá fomos nós na 4a feira para o almoço.

 

Ambiente agradável e o serviço atencioso.

O menu executivo constava de entrada, prato principal, sobremesa, 1 taça de vinho, água mineral e expresso.  Havia opção de carne ou peixe. Por pessoa o menu executivo sai por 55 pesos.

Para entrada vieram Delicias Petanque:  terrine, rillette, brousse de fromage frais e paté maison com uma saladinha – todos saborosíssimos e corretíssimos e fizeram um conjunto que abriu o apetite para o prato principal. A foto taí embaixo.

    

Essa entrada, eu diria que já mostrou a marca do chef. Tudo djilicia.

Para prato principal foi pedido o peixe, no caso truta com amêndoas que chegou à nossa mesa elegante.

 

 Parece trivial preparar uma truta, mas deixá-la no ponto certo não é. Era uma truta salmonada tenra e saborosa que estava na consistência certa, no ponto de cozimento certo, com temperos suaves e ao lado,  um molho de manteiga discreto que não se sobrepunha ao peixe. Coberta com amêndoas sequinhas e crocantes que faziam uma combinação perfeita. Acompanhavam  batatas coradas, as mais sequinhas que já comi, tostadas e crocantes sem um pingo de gordura evidente.

Foi um prato absolutamente impecável, a melhor truta que já comi !

Para sobremesa, pedi uma tarte Tatin e  Bia um crème brulée, djilicias os dois. A tarte Tatin pouco doce, as maçãs pouco cozidas, no ponto certo e o sorvete de creme delicioso, certamente feito pelo chef, saboroso e discreto, só do ladinho acompanhando a torta.

Como dá pra perceber, a gula foi tal que comi uma fatia antes de fotografar 🙄

Hoje recebi a fatura do cartão,  a conta para 2 pessosas deu  $36,89 ou 58,28 reais.  Posso dizer que pela qualidade do que comemos, essa refeição no Rio ou em São Paulo custaria o dobro.

 O 2o restaurante é um bistrô recomendado pelo nosso web vizinho, Renato que gentilmente tinha enviado um e-mail, com dicas de um amigo enólogo, o Celio Alzer que só não publico na íntegra porque não estou autorizada.

Dizia assim ” RestaurantesUm dos melhores que conheço é o SIROP (Vicente López, 1.660, local 11 – Recoleta – tel.: 4813-5900) – fica numa entrada, tipo uma vila (chamada Pasaje del Correo), lá no fundo. Tem um ótimo vinho, Domingo Molina (Malbec ou Cabernet Sauvignon), por 54,00. Você pode começar com uma taça do Sauvignon Blanc El Portillo (5,00 cada, a garrafa custa 18,00). Recomendo a entrada (Tapeo Sirop) para 2 pessoas, com 6 coisinhas em dose dupla. Os pratos principais são todos muito bons (entre 19,00 e 28,00) – preços realmente excelentes. ” Celio

Na 6a feira,  véspera de voltarmos fomos ao Sirop. Custamos um pouco a achar a vila, na Vicente López  se não prestar atenção passa-se direto,  mas acabamos encontrando. Aí vai uma dica para faciliatar a localização, a entrada da vila fica quase em frente ao Carrefour. O bistrô está no fundo de uma vila de casas, algumas também restaurantes.  Tocamos a campainha da casa e nos atendeu uma mocinha gentil que nos conduziu à mesa. É um bistrô decorado com charme,  iluminação suave que torna o ambiente relaxado com pessoas conversando baixo e uma musiquinha de fundo, jazz e blues.

 

 A chef é a Liliana Numer.  Seguimos a sugestão do Celio Alzer e pedimos de entrada a Tapeo Sirop para 2 pessoas.  Não só visualmente encantadora, como cada comidinha é deliciosa, tem personalidade distinta com combinações incríveis de ingredientes e  temperos.  São leves, saborosíssimas,  diferente de tudo, enfim amei !!! Voltando lá, é nela que eu vou 😉  E o paté é muuuito bom. Acompanhando 1 taça de Malbec.

Confesso que deveríamos ter parado aí, mas Já havíamos pedido um pesca del dia  e um risotto calabaza.  E para fechar um expresso com uns biscoitinhos djilicia.  Quanto custou ? A entrada 50 pesos para 2 pessoas, o peixe 38,00 e o risotto 34,00. Expressos 12,00. Total 158 pesos ou 83,74 reais.

  

 

Brasserie Petanque –  Defensa 596 (esq. México)
San Telmo –  tel: 4342-7930                                                                              

Sirop – Vicente López, 1661 – Recoleta –  tel: 4813 5900  

                                                                      

E o apê em Buenos ?

O destino das férias para Buenos Aires em julho foi decidido depois de feitas as contas e concluir que o custo  total da viagem seria bem inferior à uma estadia  em pousada bacana no Nordeste.  As passagens emitidas usando milhas da TAM sem ônus, exceto pela taxa de embarque. Até aí, zero a zero, se fosse no Brasil também seria igual. Mas,  com nosso real forte em relação ao peso, os gastos com alimentação em Buenos Aires saem mais em conta que numa viagem brazuca. Outro ponto é que com o dolar  barato, a estadia tanto em hotel ou apê que é cobrada em dolar, sairia mais barata que numa pousada legal em terras brasilis. Comecei a  pesquisar os sites de apartamentos para alugar, pelo ByT Argentina 4RentArgentinaLet’s Go Argentina e  ApartmentsBA, mas não encontrei nenhum apartamento charmoso para o período que iríamos.  Claro que  é possível alugar apês bacanas por estes sites, tanto a Sylvia como a Emília  já alugaram.  

Cheguei a fazer reserva pelo Booking.com para o Claridge, um 4 estrelas  que sairia numa média de 110 dolares a diária.  A  Sylvia tinha se hospedado lá e dito maravilhas sobre o hotel e o café da manhã ela disse que é tudo. E  vamos combinar, quando e onde eu conseguiria me hospedar num 4 estrelas com uma diária a 110 dolares ?  Mas, a localização, segundo o Riq é que não era tão bacana por não ser na Recoleta. Uma vez lá  eu entendi tudo.  Ele me passou a dica de um apart hotel na Recoleta que já tinha sido usado por um amigo argentino polonês. Liguei para o Sr. Omar que foi muito amável, só que os contatos seguintes por e-mail não evoluiram a ponto de que eu conseguisse respostas às dúvidas que tinha e ele não tinha site na internet.  A cada pergunta, ele dava uma resposta padrão, tenho um taxi de confiança  para buscá-la no aeroporto por 30 dolares, me diga seu vôo.  Quando pedi foto do prédio, ele me mandou a do Hyatt  elegantérrimo que fica em frente,  mas eu vi que era muita areia pro nosso caminhão.  Agora, depois da experiência de hospedagem no mesmo prédio onde ele tem apartamentos e já com respostas às dúvidas que tinha eu não hesitaria em eventualmente alugar com ele, portanto deixo aqui o e-mail do Sr. Omar para contato se alguém se interessar antunezomar@hotmail.com .  Enquanto trocava e-mails com ele,  dei uma olhada no google map e achei no mesmo endereço  um site de outros apês para alugar, o Belle Suites. Entrei em contato por e-mail e fui obtendo respostas às minhas perguntas rapidamente. As fotos no site são parciais mas se quiserem dar uma olhada  www.bellesuites.com.ar .  Acabei fazendo reserva de um apê com Belles Suites por 1 semana. Fui confiante, mas com dúvidas: será que tudo vai funcionar  a partir dos contatos só por e-mail ? O apê  estará disponível quando chegarmos  ?  Terá  uma vista bacana que a Julia disse que tinha para um jardim ? O quarto será legal mesmo ? Terá  internet de boa qualidade?  E o banheiro? E o  aquecimento?  O prédio terá infra por perto ? 

Não houve exigência de pagamento antecipado, sómente  que o pagamento fosse cash. Eu imprimi e levei o e-mail da confirmação de reserva,  nós chegaríamos lá  à noitinha de um sábado, portanto rezei para que tudo funcionasse. Só cancelei a reserva do Claridge poucos dias antes da viagem.

Chegamos de taxi no prédio, na Av. Posadas, 1323 só às 8 da noite. Aliás, sobre o taxi,  usamos um com preço fechado no aeroporto, pagando 95 pesos, pois tínhamos ouvido umas histórias esquisitas e as sugestões sempre eram de pegar o taxi com preço fechado.  Recebemos a chave do apartamento  pelo porteiro muito amável que nos ajudou com as malas. Não precisei apresentar o e-mail da reserva coisa nenhuma. Entregou-me um envelope com um recibo que tinha os valores combinados,  95 dolares por um apto.,  por 7 dias,  total 665 dolares. O elevador era daqueles que você tem que puxar a grade e a porta para ele dar partida. Quando abrimos a porta, era tudo branco como a Júlia tinha dito, o banheiro era grande com toalhas branquinhas, uma micro cozinha com tudo:  microondas, torradeira, cafeteira, fogão de 2 bocas, pia, louça, talheres, copos,  e ao lado uma boa varanda. Camas confortáveis, um sofá, mesa com 4 cadeiras, um console com TV e vi o roteador  wi-fi. E fala sério,  o que precisamos mais ? Ah, e o aquecimento nota 10 ! Cheguei até à varanda e  vi que a vista era um jardim com árvores altas e o tal  hotel bacaníssimo e elegantíssimo, o Hyatt. No mais,  prédios residenciais e algum comércio que destrinchamos logo em seguida.

A micro cozinha foi bem útil e tinha 1 uma garrafa de água mineral para  matar a sede da chegada. Não contava nem com isto.

 

O banheiro confortável com tudo funcionando e toalhas branquíssimas e secador de cabelo. Ora bolas, a fotógrafa não deveria ter aparecido.

 

Claro que era preciso fazer comprinhas básicas. O Sr. Mauro nos deu mapa e explicações para chegarmos ao supermercado mais próximo, o Disco. Entrar na próxima rua à esquerda, subir duas quadras, passando a Alvear,  entrar na Quintana, virar à direita. Além de pães frescos, manteiga, queijos, frutas, geléia artezanal, água mineral, talharim (que salvou a pátria no dia que o Sucre deu gongo pro almoço), uns sanduichinhos de pão de miga djilícia, yogurt, etc etc. Tudo deu 85,65 pesos ou 52 reais.  Vejam como o café da manhã saiu em conta.  A dica legal é que você pode fazer uma compra maior que eles entregam tudo em casa 😉  Na hora de pagar, prestar atenção que tem um caixa para quem pede entrega à domicílio.

As maçãs argentinas são deliciosas.

Depois que chegamos em casa, puxa vida, esquecemos o açucar,  e o Sr. Mauro, uma gracinha emprestou um pouquinho.

Sobre a internet: pedi a senha da rede sem fio que ele me deu imediatamente e funcionou uma beleza  do tipo zazzz, 10 vêzes mais rápido que a Net brazuca.

 

De manhã que surpresa boa, olhem a vista da janela da cozinha,  dava pra esse verde todo

 que é o jardim da Embaixada do Vaticano

e ao lado o Hyatt

Tomamos o 1o café da manhã em casa e saimos para caminhar pelas redondezas, parando claro para um expresso. Como já disse nos posts anteriores, os cafés são muitos e é o local preferido dos argentinos para ler jornal e bater papo.

Esta era  nossa rua, a Av. Posadas com muitas árvores,

À esquerda do prédio (foto tirada da varanda) e

à direita. 

 Lojas de bom gosto.

Vamos andando que eu vou mostrar um pouco das redondezas.

Flores, adoro !

Lojas de grife, é bom olhar as vitrines.

O café La Rambla era na nossa rua, a Carla é que deu a dica.

Na outra calçada uma loja de flores muito bonita.

 

As portas dos prédios, cada uma mais bonita que a outra, uma coisa.

Cliquei só algumas, eram muuuitas.

 

As lojas de antigüidades com peças de cair o queixo.

De vez em quando passeadores de cachorros.

 A vitrine da Hermès, super  bom gosto. Eu sei, a foto tá com reflexo, mas dá pra ver o geral.

Na Quintana, indo para a casa de câmbio Metrópolis. O câmbio do Banco de la Nación, no aeroporto foi o melhor.

 

Arquitetura de prédios muito bonita.

 

A Igreja del Pilar na pracinha.

Pausa para um expresso.

 

Voltando para casa.

Bem, ainda sobre o apartamento, tínhamos limpeza diária por arrumadeiras do apart hotel incluido no valor combinado. Paguei o aluguel na véspera de sair,  em dolar como pediram. Como não existe nada perfeito,  a veneziana emperrou e não fechou, mas nada que uma máscara não resolvesse. As poucas vêzes em que perdi conexão da internet, logo foi resolvido.

A localização foi perfeita com comércio de todo tipo perto, incluindo restaurantes e cafés, Farmacity, bancos, jornaleiro,  shopping, lojas de rua, supermercados.